terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Escolha o capacete certo



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Por Assessoria de Imprensa da IRA

Para quem vive sobre duas rodas, o capacete é um importante item de segurança. No entanto, muitos consumidores ficam em dúvida sobre o modelo mais adequado no momento da compra. A IRA, uma das maiores fabricantes de motopeças, acessórios e roupas para motociclistas do Brasil, preparou algumas dicas para colocar um ponto final nesse dilema.

O primeiro passo é medir a circunferência da cabeça com uma fita métrica, horizontalmente sobre as sobrancelhas. O resultado da medida em centímetros será correspondente a: 55/56 cm - tamanho 56 ou S; 57/58 cm - tamanho 58 ou M; 59/60 cm - tamanho 60 ou L; 61/62 cm - tamanho 62 ou XL; 63/64 cm - tamanho 64 ou XXL.

Após verificar qual é o número ideal, o consumidor deve colocar o capacete e verificar se o mesmo está justo. As almofadas superiores precisam encostar na cabeça. Já as laterais ficam encostadas na bochecha. É importante destacar que não pode haver um espaço entre o capacete e a cabeça.

Após esta certificação, o motociclista deve segurar o acessório com as mãos e tentar movê-lo sem mexer a cabeça, fazendo movimentos laterais e para cima e para baixo. Caso o capacete se mova facilmente, significa que está grande e o número escolhido não foi o ideal. O indicado é experimentar um modelo menor.

Outro ponto importante é estar atento para as entradas de ar. Essas aberturas ajudam a manter a cabeça arejada e o ar renovado dentro do acessório. Além disso, evitam que a viseira embace e prejudique a visibilidade em dias chuvosos e durante a noite.

O capacete é um item que deve se ajustar perfeitamente ao motociclista. A IRA oferece a opção ideal de acessórios de proteção para o condutor e o garupa. Além disso, os produtos são confeccionados com grafismos exclusivos, que traduzem a personalidade e estilo de forma individual”, conta Caio Fontana, diretor Comercial e de Marketing da IRA.

Para mais informações sobre a IRA e seus produtos, acesse www.ira.com.br.

Nissan e FedEx Express testam modelo elétrico baseado no NV200 nas ruas de Londres



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Por Ketchum Estratégia

Um protótipo de veículo de entrega elétrico, de emissão zero, está pronto para ser testado em Londres. A FedEx Express e a Nissan trabalharão juntas, por dois meses, para avaliar como o protótipo da versão elétrica do NV200 enfrentará os rigores do trabalho diário nas ruas da capital.

O protótipo Nissan NV200 EV utiliza o mesmo propulsor e a mesma bateria desenvolvidos originalmente para o premiadíssimo Nissan LEAF — primeiro carro familiar 100% elétrico para o mercado de massa do mundo, vencedor dos prêmios Carro Europeu de 2011, Melhor Carro do Ano no Mundo em 2011 e Carro do Ano no Japão 2011-2012. A Nissan já vendeu mais de 20.000 unidades do Nissan LEAF, fazendo dele o carro elétrico mais vendido no mundo até hoje.

A FedEx tem orgulho em colaborar com a Nissan nesta iniciativa. Nosso compromisso para redução da dependência do petróleo, diminuição do impacto das emissões do carbono e dos demais gases de escape segue firme e é compartilhada por ambas as empresas. Na FedEx, buscamos conectar o mundo de formas responsáveis e criativas, e continuaremos trabalhando com a Nissan para mudar o que é possível”, disse Beth Galetti, vice-presidente de planejamento e engenharia da FedEx Express EMEA, região que abrange Europa, Oriente Médio, Subcontinente Indiano e África.

Veículos de emissão zero como o Nissan LEAF já estão desempenhando um importante papel ambiental em nossas cidades. Além de aprimorar a qualidade da vida urbana, o protótipo do veículo de entrega Nissan NV200 EV ainda tem muito potencial para reduzir os custos das empresas, pois possui o menor custo de operação da categoria”, disse o vice-presidente corporativo da Nissan Hideto Murakami, responsável pela unidade de negócios de veículos industriais rápidos da empresa. “a experiência da FedEx Express e sua avaliação nos ajudará a equipar os futuros veículos leves comerciais elétricos de Nissan com tudo aquilo que os clientes precisam"

“Colaborar faz parte de nossa estratégia global para veículos”, explicou Dennis Beal, vice-presidente de veículos globais da FedEx Express. “Por meio de participações com essa, podemos melhorar de forma exponencial e rápida os produtos que utilizamos. Valorizamos muito esta oportunidade que a Nissan nos ofereceu para dar o feedback baseado em nossa experiência com o veículo e assim contribuir da melhor forma possível para o desenvolvimento do Nissan NV200.

A FedEx Express opera hoje 43 veículos elétricos em Londres, Paris, Nova York, Los Angeles, Chicago e Memphis – todos ideais para áreas urbanas de grande densidade populacional.

Com emissão zero, sem escapamento e sistema de frenagem regenerativa com reaproveitamento de energia elétrica, o protótipo do Nissan NV200 EV é especialmente indicado para ruas congestionadas, onde a baixa qualidade do ar está se tornando um fator cada vez mais preocupante e onde as constantes freadas por conta do trânsito reduzem o desperdício de energia, aumentando a eficiência do sistema de propulsão elétrico do veículo.

O modelo oferece várias opções de recarga de bateria, como recarga completa durante a noite ou recarga de 80% da capacidade em apenas 30 minutos, por meio do Quick Charger.

A Nissan almeja ser a líder global em emissões zero e considera a aplicação de sua avançada tecnologia de emissão zero nos mercados de veículos comerciais leves e business-to-business um passo importante no desenvolvimento da mobilidade sustentável para todos.

A FedEx Express está trabalhando com a Nissan na realização de testes similares no Japão e em Cingapura. Estão previstos outros testes para 2012, a exemplo dos realizados em 2011, onde o protótipo do NV200 EV foi usado pelo serviço postal japonês em operações de entrega e coleta no país.

Para saber mais sobre o veículo elétrico da Nissan, visite: http://www.nissan-zeroemission.com

Para saber mais sobre o compromisso da FedEx com a sustentabilidade ambiental, visite: http://about.van.fedex.com/corporate_responsibility/the_environment

Ford Fiesta Rocam hatch atinge a produção de 800.000 unidades em Camaçari



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Por Imprensa Ford

A Ford comemorou esta semana a produção de 800.000 unidades do Fiesta RoCam Hatch no Brasil, que o coloca como um dos carros de maior sucesso da história da marca no mercado sul-americano. O veículo 800.000 foi um modelo Fiesta Hatch 1.6 Flex vermelho que saiu da linha de montagem de Camaçari, na Bahia.

O Fiesta RoCam é o modelo mais vendido da Ford e está entre os dez mais do País. A comemoração dos 800.000 veículos produzidos também coincide com o lançamento da campanha de vendas "Upgrade", estrelada pela cantora Claudia Leitte, que oferece o modelo 1.6 Flex pelo preço do 1.0, conforme a versão, além de mais equipamentos sem alteração do preço.

"A introdução de novidades constantes desde o lançamento é uma das grandes razões do sucesso do Fiesta RoCam. Exemplo recente dessas iniciativas foi o lançamento da versão Storm de personalização off-road, com uma série de equipamentos de customização", diz Andre Leite, gerente de Marketing de Produto da Ford.

Mais por menos

Destacando-se pelo seu custo-benefício, o Ford Fiesta RoCam oferece mais por menos, combinando conteúdo de equipamentos em todas as versões com um design atual e dirigibilidade acima do padrão da categoria. Hoje, por exemplo, ele é o único do segmento a oferecer vidros elétricos, travas elétricas das portas e do porta-malas, botão localizador, alarme, código eletrônico antifurto, travamento automático das portas a 15 km/h de série, aquecedor, limpador e desembaçador do vidro traseiro na versão básica.

O Fiesta RoCam também oferece o desempenho e economia dos motores RoCam Flex 1.0 e 1.6 e baixo custo de manutenção e seguro, nas versões Hatch e Sedan.

Brasil, Argentina, Uruguai e México

Atualmente, a Ford, além de atender o mercado local, exporta cerca de 30% de sua produção do Fiesta RoCam para a Argentina, Uruguai e México, neste último país com o nome de Ikon. No Brasil, a linha Fiesta RoCam é a mais vendida no portfólio Ford: em 2011, foram 118.260 unidades comercializadas.

"O avanço contínuo dos indicadores de qualidade é outro ponto que eleva a satisfação dos clientes, num dos mais altos índices do segmento. Uma evolução que começa nos conceitos modernos de produção da fábrica de Camaçari e se estende ao constante desenvolvimento do modelo", complementa Andre Leite.

Marcos de sucesso

Eis os principais fatos da história do Fiesta RoCam:

Em 2002, começou a produção do Fiesta, a quinta geração do produto, na fábrica de Camaçari.
Em 2004, a linha foi ampliada com o lançamento simultâneo da nova versão Sedan e do motor 1.6 Flex. No ano seguinte, foram introduzidos os kits de personalização Trail e ST.
Em 2006, passou a oferecer o motor 1.0 Flex.
Em 2008, a linha foi reestilizada e ganhou novos equipamentos.
Em 2010, renovou o design e o conteúdo com a chegada da linha 2011.
Em 2012, trouxe um "upgrade" de equipamentos e o kit de acessórios Storm.

Nissan confirma pilotos para temporada 2012 dos Programas de Motorsport


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Por Nissan do Brasil – X Cominicação

Os três primeiros graduados da GT Academy – Lucas Ordonez, Jordan Tresson e Jann Mardenborough – competirão pela Nissan em três dos principais campeonatos de endurance do mundo em 2012.

Aos 26 anos de idade, com a história de maior sucesso do programa, o espanhol Lucas Ordonez se junta à equipe Greaves Motorsports para correr o campeonato Le Mans Series europeu. Ele competirá na classe LMP2, com um chassi Zytek-Nissan, juntamente com Tom Kimber-Smith e Alex Brundle. Na prova das 24 Horas de Le Mans, Ordonez estará ao lado de Martin e Alex Brundle.

O ano de 2011 foi incrível para mim,” diz Ordonez. “Eu aprendi muito com a Signatech Nissan. Eles acreditaram em mim e confiaram que eu poderia realizar o trabalho. Agora, a Nissan definiu meu próximo desafio: vencer o campeonato. Com dois companheiros de equipe de ponta e um time campeão, estou confiante na vitória da European Le Mans Series. As 24 Horas de Le Mans será novamente um grande desafio para mim.”

O piloto com maior nível de aprendizado em 2012 é o francês Jordan Tresson, de 23 anos. O vencedor da GT Academy de 2010 completou sua temporada de estreia na GT no ano passado, e agora está focado na classe LMP2 do novo FIA World Endurance Championship, com a Signatech Nissan. Ele também seguirá os passos de Ordonez, competindo nas 24 Horas de Le Mans.

Dou um grande passo neste ano, saindo da GT para a LMP2,” afirma Tresson. “Testei o carro, que é muito rápido nas curvas. Para um francês, correr a Le Mans é um sonho. E correr com um time francês em lendários circuitos do FIA World Endurance Championship é mais do que eu posso imaginar. Mal posso esperar para começar nosso programa de testes e me preparar para a maior oportunidade da minha vida.”

O mais jovem e novo dos pilotos é Jann Mardenborough, de apenas 20 anos. O britânico venceu a Terceira temporada do GT Academy há apenas alguns meses, e tem passado pelo rigoroso programa de treinamento de preparação para a temporada da Blancpain Endurance Series, onde correrá com o novo carro GT3 da Nissan: o Nissan GT-R Nismo GT3.

Demanda por contratos de manutenção da Mercedes-Benz cresce mais de 300%


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Por Mercedes-Benz do Brasil

Nos últimos anos, a demanda por contratos de manutenção oferecidos pela Mercedes-Benz aos seus clientes de veículos comerciais cresceu de forma significativa. Só em 2011, foram adquiridos cerca de 4.000 contratos junto aos concessionários da marca. Comparado ao volume do ano anterior, isso representa um crescimento superior a 300%.

Temos hoje cerca de 6.000 veículos com contrato de manutenção de fábrica. Mais de 60% desse volume foram adquiridos por médios e grandes frotistas, ficando os demais 40% com pequenas empresas de transporte e autônomos”, afirma Ari de Carvalho, diretor de Pós-Venda da Mercedes-Benz do Brasil. “Todos, no entanto, têm interesses comuns, principalmente a previsibilidade de custos de manutenção e a disponibilidade do veículo”.

A Mercedes-Benz oferece três tipos de contratos de manutenção. O Basic Service abrange a manutenção preventiva, com revisões de acordo com o tipo de operação no período de até três anos. O Full Service garante a manutenções preventiva e corretiva, bem como a substituição de peças de desgaste por até cinco anos. Já o Lube Service assegura os serviços básicos, como troca de óleo e filtros nas datas corretas.

Contrato de manutenção assegura atendimento em âmbito nacional

Ao adquirir um contrato de manutenção, o cliente passa a contar com atendimento em âmbito nacional. Os serviços são executados pela Rede de Concessionários Mercedes-Benz, a maior do País, com presença em todos os estados.

Com paradas programadas, as revisões e manutenções têm prioridade nos concessionários, o que agiliza a prestação de serviços, deixando o veículo do cliente mais tempo disponível para o transporte, o que significa maior rentabilidade na sua atividade. “Dessa forma, os clientes podem focar exclusivamente o seu negócio, deixando para a Mercedes-Benz e sua Rede a responsabilidade pela manutenção da frota”, destaca Ari.

Os clientes que possuem contratos de fábrica podem abrir mão da oficina própria para manutenção de seus veículos. Com isso, ganham ainda mais vantagens, como aplicação de mão de obra treinada, peças genuínas, ferramental e instalações adequadas, tudo de acordo com padrões de qualidade da Mercedes-Benz. Eles podem também negociar a vigência de seu contrato de manutenção de acordo com suas necessidades, o que varia de 1 a 5 anos.

Durante todo o período de vigência, o contrato inclui socorro mecânico 24 horas por dia, em qualquer dia da semana, com garantia de intervenção da assistência técnica da fábrica para auxiliar o concessionário a liberar o veículo o mais rápido possível, a fim de que o cliente o tenha sempre rodando e gerando receita.

sábado, 28 de janeiro de 2012

GM e Chevrolet completam 87 anos no Brasil



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Por GM do Brasil

A General Motors do Brasil e a marca Chevrolet, que a acompanha desde o primeiro dia de atividade no País, em 26 de janeiro de 1925, completaram, nesta quinta-feira (26/01/2012), 87 anos de uma história de sucesso no Brasil. Neste ano de 2012 a empresa conclui o programa quinquenal de investimentos da ordem de R$ 5 bilhões, iniciado em 2008 e que prevê a modernização e a ampliação industrial, além da chegada, no período de fevereiro a dezembro deste ano, de sete modelos totalmente novos ao mercado brasileiro, no maior programa em um único ano de lançamentos já ocorrido em quase nove décadas nas atividades da empresa no país.

"Após cumprirmos os principais objetivos em 2011, vivenciamos agora em 2012 um ano especialíssimo, no qual vamos concluir o nosso planejamento iniciado em 2008. Lançaremos sete veículos totalmente novos ao consumidor brasileiro e isto nos possibilita uma excelente oportunidade de crescimento nas nossas vendas e nos nossos negócios", destaca Grace Lieblein, que assumiu a presidência da GM do Brasil no início de junho de 2011. Ela revela também que atualmente a empresa avalia o próximo programa de investimentos para o qüinquênio 2013-2017.

O atual programa de investimentos inclui as expansões nas fábricas da GM em São Caetano do Sul e São José dos Campos, ambas em São Paulo, e Gravataí (RS), além da construção de uma nova fábrica de motores e cabeçotes em Joinville (SC), cujo cronograma prevê o início de suas atividades até o final de 2012.

Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil, acrescenta que o atual programa de investimentos já contou com o lançamento de vários modelos nos últimos três anos, a exemplo do Agile, nova picape Montana, Celta, Prisma e Classic reestilizados, Captiva com novos motores, os importados Malibu, Camaro e Omega Fittipaldi, e, no final do segundo semestre de 2012, os carros globais Cruze e Cobalt. "Temos e continuaremos a oferecer o maior portifólio de modelos do mercado brasileiro", assegura o executivo.

Segundo Marcos Munhoz, "a empresa aposta no futuro e a maior prova disso é o investimento em tecnologia, ampliação de capacidade produtiva e desenvolvimento de novos veículos. Tudo isso respeitando o meio-ambiente, investindo nas pessoas, apoiando as comunidades e sempre buscando o crescimento sustentável".

Para ele, "a companhia demonstra de forma inequívoca seu compromisso com o futuro do país. Nos últimos 87 anos, a GM do Brasil e a Chevrolet conquistaram a confiança dos brasileiros, tornando-se modelo para as outras unidades da GM no mundo. Hoje a Chevrolet tem quase 600 pontos de vendas e serviços de assistência técnica em todo o país, além de oferecer a maior linha de veículos 100% flex". Em 2011 a Chevrolet vendeu no mercado brasileiro 632.219 veículos.

A operação da GM do Brasil é a terceira maior da GM mundial, ficando atrás apenas da China e Estados Unidos. Já a marca Chevrolet manteve-se em segundo lugar no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

A GM do Brasil fechou o ano de 2011 com um efetivo de 24.075 empregados diretos em todo o país, distribuídos nos três complexos industriais que produzem veículos – São Caetano do Sul e São José dos Campos, no estado de São Paulo, e, Gravataí, no Rio Grande do Sul – e unidades em Mogi das Cruzes (fábrica de componentes estampados para os veículos descontinuados e atuais e conjuntos e subconjuntos para os veículos atuais), Sorocaba (Centro Logístico Chevrolet) e Indaiatuba (Campo de Provas da Cruz Alta).

BMW Group Brasil conquista seus melhores resultados em 2011


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Por Comunicação Corporativa BMW Group Brasil / VISAR PLANEJAMENTO

O BMW Group Brasil encerrou o ano de 2011 com um dos seus melhores resultados da história no país. Acompanhando as conquistas mundiais, o grupo comercializou 20.656 veículos, um crescimento de 54% em relação a 2010, quando vendeu 13.393 unidades.

O Brasil é um dos países que mais se destacou em vendas no mundo. Com estes resultados, o grupo reforça sua liderança no mercado Premium nacional apresentando modelos competitivos e com tecnologia superior. E 2012 não será diferente! Lançamentos e abertura de novas concessionárias permitirão continuar nosso plano de expansão”, comenta Jörg Henning Dornbusch, presidente do BMW Group Brasil.

BMW: X1 e Série 3 foram destaques em 2011

A venda de 12.422 BMW´s e o crescimento de 52,11% comparado ao ano de 2010 renderam a BMW a manutenção da liderança do mercado de importados Premium no Brasil, com 26,9% de share. Os protagonistas deste crescimento foram BMW X1 e Série 3.

Com 5. 148 modelos vendidos, o BMW X1 teve um incremento de 181,15% em suas vendas, se comparado a 2010, ano em que chegou ao mercado O BMW Série 3, o sedã esportivo Premium mais vendido em todo mundo, também manteve seu excelente desempenho com as 3.460 unidades comercializadas em 2011.

MINI: dois anos no Brasil e resultados surpreendentes

A história da marca MINI no Brasil pode ser considerada um case de sucesso. Em pouco mais de dois anos a marca atingiu mais de 5.000 unidades comercializadas. Com a chegada do MINI One e MINI Coupé, a marca aumentou a família e suas vendas em 2011, fechando o ano com 2.792 unidades vendidas, um crescimento de 62,3% comparado a 2010, quando comercializou 1.720 modelos.

BMW Motorrad: Brasil é o setimo mercado mundial

Com 5.442 motocicletas comercializadas, a divisão de motos da BMW teve um crescimento de 55,2%em 2011, levando a marca a setimacolocação no mercado mundial e ao share 12,1% no mercado nacional de motos acima de 500 cm³.

As motocicletas montadas em regime CKD em Manaus foram os grandes destaques, representando 67,5% das vendas da marca no ano pasado. Com 2.023 unidades entregues a clientes em 2011 a BMW G 650 GS foi o modelo mais vendido.

Sensores de chuva e crepuscular: tecnologia em prol da segurança


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Por Volkswagen do Brasil

A Volkswagen vem desenvolvendo vários recursos tecnológicos que, além de ajudar o motorista na tarefa diária de dirigir, aumentam a segurança no trânsito. Em tempos de férias escolares, muitas pessoas aproveitam esse período para viajar. E, dentro do portfólio de veículos da Volkswagen, há recursos tecnológicos que contribuem para garantir uma viagem tranquila.

Entre os itens de conforto e conveniência, destacam-se os sensores de chuva e crepuscular, disponíveis para os modelos modelos Polo, Golf e família Fox com sistema coming / leaving home, além da família Jetta e de toda a linha premium (Passat, Passat Variant, Passat CC, Tiguan e Touareg).

Esses sensores ficam instalados na parte superior do para-brisa dianteiro, na base de fixação do retrovisor interno no vidro. Esta é uma posição-chave para os sensores detectarem se há pouca luz ambiente, capaz de acionar o sensor crepuscular, ou se há chuva, que ativa o sensor do limpador de para-brisa. Ambos os sistemas aumentam não só o conforto dos ocupantes mas também a segurança a bordo.

O sensor crepuscular é um sistema óptico que opera com dois receptores de luz. Quanto menor a quantidade de luz sobre o componente, maior é a resistência do material semi-condutor (e menos corrente passará por ele). Quando a iluminância sobre o sensor atinge um valor abaixo de aproximadamente 2.800 lux (local escuro), é enviada uma mensagem para o sistema acionar os faróis e luzes de posição. Quando há um valor acima de cerca de 4.500 lux (local claro), é enviada uma mensagem para desligar os faróis. Para a ativação do sistema, o comando de chave de luzes deve estar na posição "auto".

Também é possível acionar os faróis remotamente por meio do sistema coming leaving home. Após destravar o veículo em local escuro, os sensores identificam a baixa luminosidade e acionam os faróis baixo e as luzes de posição, por aproximadamente 30 segundos, iluminando a área ao redor do veículo. Se o local estiver claro, a iluminação externa não será ativada sem necessidade.

Melhor visibilidade

O sensor crepuscular está integrado ao sensor de chuva. Ele opera na frequência de onda infravermelha e usa, como princípio ativador do sistema, a refração de luz, que incide sobre o sensor instalado na base do retrovisor interno.

O limpador de para-brisa é acionado quando há incidência de água sobre esse sensor. LEDs (diodos emissores de luz) no sensor projetam feixes infravermelhos para detectar se há reflexão ou refração da luz através das gotículas d'água, acionando os limpadores de para-brisa.

O sistema dispõe de quatro níveis de sensibilidade, modulando a frequência e a velocidade com que as palhetas serão acionadas para limpar o vidro. Para sua ativação, é necessário que o comando do limpador do para-brisa esteja em posição de temporizador.

MINI Brasil informa clientes sobre recall


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Por Comunicação Corporativa BMW Group Brasil / VISAR PLANEJAMENTO

O BMW Group Brasil, por meio de sua marca de compactos Premium MINI, convoca os proprietários dos modelos MINI Cooper S, Cooper S Cabrio, Cooper S John Cooper Works, Cooper S Clubman, Countrymann Cooper S e Countrymann Cooper S ALL 4 com data de fabricação entre março de 2006 e janeiro de 2011 a procurar uma concessionária autorizada MINI para agendar a substituição da bomba de água suplementar do turbocompressor.

A medida foi tomada por haver a possibilidade de superaquecimento da placa de circuitos da bomba de água, que pode ocasionar o derretimento de seus conectores e, em casos extremos, princípio de incêndio no compartimento do motor, podendo gerar danos aos ocupantes do veículo.

As equipes de Pós Vendas da rede credenciada de concessionárias MINI irá atender os clientes gratuitamente. Os serviços serão realizados a partir de 6 de fevereiro de 2012 e o tempo gasto na realização é de aproximadamente 1 (uma) hora, sendo que esta ação não trará nenhum custo para o cliente.

Bridgestone anuncia desenvolvimento de tecnologia de impressão em pneus


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Por Alfapress Comunicações

A Bridgestone Corporation anunciou hoje que desenvolveu uma nova e revolucionária tecnologia de impressão em pneus, considerada diferente de qualquer impressão ou processo de coloração em pneus existente hoje no mercado. Até agora, a borracha branca tem sido usada nas paredes laterais de pneus para produzir a faixa e as letras brancas no pneu. Este processo requer o uso de grandes quantidades de borracha branca para evitar a descoloração e também para manter a durabilidade. Este processo convencional de fabricação também pode tornar o pneu mais pesado.

A tecnologia avançada de impressão em pneus da Bridgestone consiste em uma camada para proteger da descoloração como base, as tintas recém-desenvolvidas para esta tecnologia, e uma camada para proteger a superfície de danos externos. Por meio desta nova tecnologia, a Bridgestone pode oferecer uma linha de pneus mais criativa, considerando também as preocupações ambientais, tais como a eficiência do combustível, sem qualquer peso adicional para o pneu.

A Bridgestone continuará a explorar as muitas oportunidades associadas com esta nova tecnologia de impressão em pneus. Como exemplo, desenhos originais dos consumidores ou fotografias poderiam ser impressos nas paredes laterais do pneu e posteriormente removidas ou trocadas, se o cliente quiser. A Bridgestone planeja trazer rapidamente esta tecnologia de impressão em e pneus para o mercado.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Audi convoca clientes para conhecer de perto sua nova atração: O SUV Q3


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Por Comunicação Produto Audi Brasil

Depois dos Audi Q5 e Q7, o Q3 2.0 TFSI quattro chega ao Brasil com atributos de sobra para conquistar o consumidor mais exigente, como mais espaço interno do que a concorrência, tecnologia de ponta e motores potentes e econômicos.

Produzido na fábrica de Martorell, na Espanha, o SUV vem equipado com o premiado motor 2.0 turbo FSI gasolina com duas versões de potência: a de 170 cv, que pela primeira vez está disponível em um veículo da marca no Brasil e a de 211 cv, que já equipa com total sucesso modelos como o A4, A5, Q5 e até os esportivos TT coupé e roadster.

Com a opção de entrada de 170 cv, o Audi Q3 acelera de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos e atinge velocidade máxima de 212 km/h. O torque máximo de 280 Nm está disponível entre 1.700 e 4.200 rpm. Com a versão de maior potência, de 211 cv, o novo modelo passa a ser o mais rápido e veloz entre todos os modelos SUVs compactos oferecidos no mercado, acelerando de 0 a 100 km/h em apenas 6,9 segundos e atingindo velocidade máxima de 230 km/h. O torque máximo de 300 Nm está disponível em uma faixa de 1.800 a 4.900 rpm. Assim, as duas versões de Q3 garantem muita agilidade no trânsito e total segurança nas ultrapassagens na estrada. O consumo combinado (cidade e estrada) é de 12,98 km/litro na versão mais potente e de 13 km/litro na de 170 cv.

Além de números expressivos de performance, os dois motores combinam tecnologias poderosas de efiência da Audi como: injeção direta de combustível, turbocharging e sistema de recuperação de energia (KERS). A tração integral permanente quattro também está disponível nas duas versões de motorização. Seu elemento chave é uma embreagem multiplatô controlada eletro hidraulicamente, que redistribui a força, em milésimos de segundos, a partir do eixo dianteiro para o eixo traseiro, quando necessário. Há ainda a capacidade de acionamento permanente do eixo traseiro. O sistema quattro garante mais prazer ao dirigir, tração e segurança ao motorista.

O novo Q3 vem equipado com o câmbio de dupla embreagem e sete velocidades S tronic, que combina esportividade e eficiência da transmissão manual com os benefícios de uma transmissão automática, permitindo trocas de marcha em 0,2 segundos. O novo SUV tem a opção de mudança de marchas também por meio de shift paddles no volante.



Chassi

Modelo mais esportivo neste segmento, o Audi Q3 tem um chassi que combina segurança e conforto: a suspensão traseira four-link trabalha com as forças longitudinais e laterais separadamente; a direção assistida eletromecânica funciona de maneira precisa e de forma muito eficiente; e o freio de estacionamento eletromecânico aumenta a conveniência.

O sistema Audi Drive Select, que está disponível na versão de 211 cv, acessa o acelerador, a direção, o câmbio S tronic, o controle eletrônico de amortecimento, o ar-condicionado e o sistema de piloto-automático de acordo com a opção escolhida pelo motorista – nos modos Conforto, Auto, Dinâmico ou Eficiência. Quando o motorista seleciona o modo de Eficiência, o câmbio S tronic desengata a embreagem enquanto o SUV segue por inércia e permite que o modelo rode livremente - o que reforça ainda mais a eficiência no consumo de combustível. Adicionalmente, o ar-condicionado e o controle de cruzeiro também operam com o objetivo específico de economia de combustível. Para o Modo Roda Livre há algumas exigências como: acelerador não pressionado, grau de inclinação da pista menor que 12% e velocidade acima de 20 km/hora.

O Audi Q3 de 170 cv vem de série com rodas de 17 polegadas em liga leve e opcionalmente pode vir equipado com rodas mais esportivas de 18 polegadas, que são de série no modelo de 211 cv. Todos os pneus são distinguidos pela baixa resistência ao rolamento e os freios são resistentes, estáveis e ventilados na dianteira. Graças à sua distância do solo, de generosos 17 centímetros, o Audi Q3 também pode enfrentar terrenos acidentados.

No SUV compacto premium da Audi, o programa de estabilização eletrônica (ESP) inclui o bloqueio eletrônico do diferencial, que nas curvas mais acentuadas regula a distribuição de torque às rodas com menor tração, com vetorização do torque. Parte superior do formulário.



Design e carroceria

Com o projeto mais esportivo do segmento, o novo Audi Q3 carrega as características que o identificam com a marca dos quatro anéis, como a grade dianteira, os faróis xenon plus com LED para luzes diurnas, e o visual robusto e elegante. Na dianteira, os faróis em forma de cunha e a grade single-frame com seus cantos superiores cônicos enfatizam o estilo Audi, com contorno estendido pela curva do capô do motor. Lateralmente, o Q3 mantém as semelhancas com o design clássico Audi, como a linha descendente do teto na coluna C e a proporção de dois terços de metal para um terço de vidro.

Apesar do estilo semelhante a um coupé, o Audi Q3 é claramente reconhecido como um membro da família Q. A tampa traseira envolvente é similar em design a dos “irmãos” maiores, o Q5 e Q7. Em conjunto com os faróis de xenon plus, tiras de LED também equipam as lanternas traseiras.

Com mais espaço interno que os concorrentes diretos, o novo Audi Q3 tem 4,39 metros de comprimento, 1,83 metros de largura, e 1,60 metros de altura (barras de teto incluídas). O bom nível de capacidade do porta-malas varia de 460 a 1365 litros. O modelo possui coeficiente de arrasto de 0,32, ótimo para o segmento, e carenagem do tipo underbody, que facilita o fluxo de ar ideal – inclusive sob o veículo também.

A carroceira do novo SUV compacto é muito rígida e resistente ao impacto, mas extremamente silenciosa na estrada e leve – pesa apenas 303 kg. A célula da carroceria possui aproximadamente 4.400 pontos de solda e 74 metros de adesivos especiais. O capô e a tampa traseira são em alumínio e o restante do corpo em aço de ultra-resistência e folhas de carbono. Os componentes, bastante finos, reduzem o peso do veículo para 1510 kg (com motor de 170 cv) e 1565 kg (motor de 211 cv).

Novidades para o interior: mais luxo, conforto e segurança

Com o novo Audi Q3, a montadora alemã reafirma seu papel de liderança em design automotivo também quando se trata da utilização de cores e materiais internos. O SUV compacto premium oferece uma longa lista de produtos inovadores, como novos acabamentos e detalhes em alumínio.

No interior da versão de 211 cv sobressai os apliques em alumínio 3D com visual prata transparente. O material é construído a partir de dois componentes: uma superfície de alumínio finamente escovado estampada em um padrão de favo de mel, onde cada um dos hexágonos tem um diâmetro de apenas 2,5 milímetros; e embaixo dela, uma superfície holográfica branca com aparência tridimensional.

Ainda do lado interno, muitos detalhes produzem um estilo único como os controles com acabamento em alumínio, o câmbio e volante em couro – este último com três raios e desenvolvido especificamente para o Audi Q3.

Outro destaque é o pacote de luzes interiores com minúsculos LEDs, usados para fornecer iluminação interior e de leitura com baixo consumo de energia. O sistema de som Bose, opcional, oferece 14 alto-falantes de neodímio, e iluminação indireta dos alto-falantes dianteiros.

Em termos de segurança, o modelo vem equipado com air bags frontais, laterais e para cabeça; cinto dianteiros com pré-tensionadores; e trava elétrica para crianças, em conjunto com o banco do passageiro Isofix.

Tecnologia de ponta nos equipamentos

O novo Audi Q3 é o modelo mais equipado do segmento SUV compacto premium. Entre os equipamentos disponíveis estão computador de bordo com programa de eficiência, teto solar panorâmico em vidro, tecla de conveniência para entrar no veículo e ligar o motor com o toque de um botão, e ar-condicionado automático de última geração.

O AudiQ3 tem um porta-malas que oferece muito espaço para equipamentos de lazer e esportes, com capacidade de 460 litros que pode chegar a 1.365 litros com os bancos traseiros rebatidos. O track no teto é de série.

Mais conexão e entretenimento

A gama de tecnologias de informação e entretenimento do novo Audi Q3 é completa, a começar pelo pacote de conectividade que inclui a interface Audi Music Interface (AMI), que integra tocadores de mídia portáteis e mídias USB ao sistema de entretenimento do veículo (Infotainment ou MMI). Através dos controles do MMI ou no volante multifuncional é possível selecionar artistas, álbuns, músicas ou gêneros.

Além de integrar os diversos dispositivos móveis, o sistema possibilita a reprodução de uma interface de GPS. O ponto alto da tecnologia de informação é o MMI Plus: sistema de navegação com tela colorida de sete polegadas, que exibe imagens 3D de alta resolução e que pode ser operado através de comando de voz.

Sistemas de assistência ao motorista

O novo Audi Q3 oferece excelente segurança e conforto graças à disponibilidade de sistemas que auxiliam o motorista, como o Audi Side Assist (que utiliza radar para ajudar o motoristas a mudar de pista, com velocidade superior a 30 km/hora) e o de assistência ao estacionamento, que esterça a direção quando o veículo está manobrando. Os doze sensores ultra-sônicos detectam obstáculos, tais como pilares de concreto, memorizam e alertam o motorista sobre os riscos de colisão.

PSA Peugeot Citroën bate recorde de vendas na América Latina em 2011


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Por Peugeot Citroën do Brasil Automóveis - Comunicação e Imprensa

Pelo segundo ano seguido, a PSA Peugeot Citroën bateu seu recorde histórico de vendas anuais na América Latina e, em 2011, ainda superou pela primeira vez a marca de 300.000 veículos comercializados na região. No total, no ano passado, o Grupo vendeu 326.000 carros de passeio e veículos comerciais leves de suas duas marcas, Peugeot e Citroën, no mercado latino-americano, registrando um crescimento de 10,9% em relação às 294.000 unidades de 2010, ano que até então detinha o melhor desempenho local da empresa. No mesmo período, o mercado automotivo da América Latina cresceu 8%.

Este desempenho reflete a nova estratégia comercial que estamos implantando em nossas marcas e o bom desempenho comercial de nossos novos veículos produzidos na América Latina, como o Citroën C3 Picasso e o Peugeot 408. Com a consolidação desta nossa estratégia e os novos automóveis de que lançaremos em 2012, começando nas próximas semanas pelo Peugeot 308, tenho a certeza que teremos uma performance ainda mais positiva neste ano que se inicia”, afirma Carlos Gomes, Presidente Brasil e América Latina da PSA Peugeot Citroën.

A PSA Peugeot Citroën registrou crescimento de vendas em todos os seus principais mercados na América Latina em 2011 ante 2010. No Brasil, a marca Citroën foi uma das que mais cresceram no ano passado, com alta de 7,1%, e contribuiu para o resultado do Grupo PSA, que, apesar da forte desaceleração do mercado local no segundo semestre, teve um aumento de vendas de 1%. Os 176.000 veículos comercializados no ano passado pelas marcas da PSA Peugeot Citroën ainda fizeram a empresa registrar também o seu novo recorde histórico de vendas no país.

Na Argentina e no Chile, que tiveram mercado com forte evolução no ano passado, o Grupo PSA teve um ritmo muito mais acelerado do que a média. Como resultado, a empresa registrou crescimento de 34,1% no mercado argentino e de 28,2% no chileno. Na soma dos demais países da América Latina, a PSA Peugeot Citroën também fechou 2011 com um desempenho significativo, crescimento de 46%.

Traxx participa pela 1ª vez do Salão Bike Show


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Por Moto Traxx da Amazônia Ltda

Top Road, revenda autorizada Traxx no estado do Rio de Janeiro, leva a bandeira da marca ao Salão Bike Show, que acontece de 26 a 28 de janeiro, no Riocentro. A revenda vai aproveitar a oportunidade para divulgar a Moto Traxx da Amazônia, empresa que faz parte do China South Industries Group (CSIG), um dos maiores fabricantes mundiais de motocicletas e uma das maiores multinacionais do planeta. No Brasil, a Traxx comemora 5 anos de fábrica, este ano, mantém sede administrativa em Fortaleza, capital do estado do Ceará, e escritório comercial em São Paulo.

Maurício Francisco, advogado bem sucedido no Rio, descobriu a marca e fundou a Top Road, primeiramente em Nova Iguaçu e um ano depois em Duque de Caxias, ambas no Estado do Rio. Atualmente, no ranking nacional da Traxx de 2011, o Rio ocupa o primeiro lugar, mostrando que o Estado está mudando o conceito do uso de motos. “Minha expectativa é fazer a Traxx marcar presença. Promover os novos produtos aos consumidores que ainda não conhecem a marca. Fortalecer a confiança dos que já fizeram a opção de ter uma Traxx, e expandir a atuação da Top Road com a prospecção de pontos de vendas,” revela Maurício.

No estande da Top Road, além de belas modelos, uma equipe bem treinada estará a postos para apresentar as motocicletas fabricadas pela Traxx, que além dos 2 anos de garantia, oferecem o melhor custo benefício do mercado. Estarão no estande da Top Road: o modelo Star 50, o ciclomotor preferido do mercado nacional, a Work 125, que é ideal para quem precisa de um veículo para seu dia-a-dia de trabalho, a Joto 135, modelo que une força e resistência e design moderno, a Fly 135, que tem visual esportivo e versões para cidade ou o campo, e a Sky 125, modelo Cub com grande potencial de ser líder no mercado na categoria, além do quadriciclo Montez, veículo que pode ser utilizado para o lazer no litoral ou para o trabalho rural. Além desses, serão expostos os lançamentos 2012: a Dunna 600 em sua versão militar, a Fly 150, que será lançada no segundo semestre deste ano, e um modelo scooter 250CC, que deve passar a fazer parte do mix nacional no ano de 2012.

SALÃO BIKE SHOW

Realização: de 26 a 29 de janeiro de 2012
Horários: dia 26, 27 e 28/01/2012 das 14h as 22h e dia 29/01/2012, domingo das 12h as 20h.
Local: Salvador Allende, 6555 Riocentro, Portão H - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Museu e o Arquivo Técnico da Ducati foram reconhecidos como Patrimônio Cultural Italiano


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Por Imprensa Ducati Brasil

O ministério do Patrimônio Cultural e Eventos italiano, através de sua seção regional Emilia Romana, oficializou o Arquivo Técnico e o Museu da Ducati como Patrimônio Histórico. Rico em documentação técnica e unidades muito bem preservadas tanto de motores como de motocicletas, além de um completo registro da empresa, o museu é também parte importante da história industrial italiana de 1946 até hoje, quando a Ducati começou a produção de motores a combustão e motocicletas. O reconhecimento oficial reforça a sua condição de marca icônica italiana.

Os visitantes do Museu Ducati acompanham os principais momentos da longa história da empresa, percebendo que a Ducati sempre teve uma paixão pela inovação, filosofia que ainda hoje norteia a companhia. A história vai desde o início em 4 de julho de 1926 pelos irmãos Adriano, Bruno e Cavalieri Marcello Ducati e seu humilde início como produtores de componentes de rádio, para o estabelecimento da atual fábrica em Borgo Panigale. Que foi construída no início da Segunda Guerra Mundial e destruída durante um bombardeio aéreo em 12 de outubro de 1944.

Mas os irmãos Ducati nunca desistiram. E depois de reconstruída, a fábica entrou finalmente na era da produção de motocicletas. E já em 1946 começou a produzir o Cucciolo, um motor auxiliar para bicicletas, que foi um sucesso de produção em massa, em uma Itália pós-guerra desesperada para o transporte acessível.

Ao lado dos irmãos, a história da empresa se passa também com Giuseppe Montano, que entre 1952 e 1968 orquestrou a ação da Ducati nas corridas de moto, com a raça vencedora das soluções técnicas mais tarde usadas nos modelos de produção. Como é até hoje. E ao trabalho de Giuseppe Montano se somou o do lendário engenheiro Fabio Taglioni. A história da Ducati foi moldada pela carreira deste notável engenheiro, de inovadores projetos. Entre suas tantas obras primas estão o sistema Desmodrômico de comando de válvulas e a configuração do motor L-twin, o bicilíndrico a 90º.

Em 1954 o mundo viu a chegada da Sport Ducati Gran 100, conhecida como a Marianna. Vieram também eventos como o A Volta da Itália e outras corridas de longa distância como a Milão-Taranto. E então em 1956 a primeira vitória internacional da Ducati, na Suécia, com a 125 Gran Prix Desmo. E no início dos anos 1960 vieram motocicletas de rua e estrada, como a Ducati 175 e Scrambler, um enorme sucesso no mercado norte-americano.

Em 1972 a Ducati venceu as 200 Milhas de Imola com a Desmo 750, um marco que introduziu a produção comercial da linha 750 Super Sport, mais tarde seguida pela Super Sport 900, uma versão de corrida da que foi montada para a vitória no Tourist Trophy em 1978, pilotada por ninguém menos que Mike Hailwood, um dos maiores campeões mundiais de moto – e depois de carro.

O modelo Pantah 500 de 1979 e a chegada de Claudio e Gianfranco Castiglioni - os donos da Cagiva, que assumiu a empresa - pavimentaram o caminho para a nova era das Superbike e da família Monster, de modelos em linha até hoje.

Em 1996, a Ducati foi comprada pela Texas Pacific Group e, mais tarde era operada na bolsa de valores como a Ducati Motor Holding. Hoje, a Ducati é de propriedade da família Bonomi e seu patrimônio histórico e cultural é cultuado em nome das pessoas dedicatas a este fabricante único, que continua a produzir modelos icônicos e cada vez mais especiais de motocicletas.

Na atualidade, enquanto a versátil Multistrada 1200, a Diavel revolucionária e a futurista Ducati 1199 Panigale são exemplos de Ducatis que vão garantir o sucesso mundial, a sua história agora garantida oficialmente como patrimônio italiano são autenticadas.

Nakata lança campanha de comunicação direcionada ao consumidor


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Por Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

A Affinia Automotiva, fabricante de autopeças nos segmentos de suspensão, transmissão, freios e motor para o mercado de reposição, lança campanha para a marca Nakata em veículo de massa para atingir o consumidor. Pela segunda vez faz investimentos em uma ampla ação em rádio voltada para o consumidor com o objetivo de criar maior identificação dos produtos, amortecedores e suspensão, junto ao dono do carro.

Por ser um veículo de comunicação ágil e que atinge o público que a empresa está interessada – donos de carros e profissionais do setor automotivo que adoram futebol e carros - o rádio foi o meio eleito para aproximar a marca e torná-la ainda mais conhecida e prestigiada junto a esse universo que abrange milhares de ouvintes. A campanha será realizada na Rádio Bandeirantes, AM e FM, ao longo de todo o ano, totalizando 7 mil inserções durante a programação de jornalismo na parte da manhã e em todos os programas esportivos da emissora.

Com jingle envolvente que tem versões em vários ritmos musicais populares (samba, rock, sertanejo, entre outros), a nova campanha tem como slogan “Tudo Azul, Tudo Nakata”, transmitindo os conceitos de segurança e qualidade da marca.

Segundo o diretor de vendas e marketing da Affinia Automotiva, Sérgio Montagnoli, a rádio foi o veículo escolhido para esta ação por possuir uma excelente audiência e prestígio no assunto futebolístico e atingir milhares de motoristas e reparadores. “A campanha faz parte de um novo posicionamento da Nakata, com ações direcionadas aos reparadores e agora também aos donos dos veículos, garantindo maior visibilidade aos produtos no mercado de reposição e ampliando a percepção da marca. A campanha no rádio faz parte da estratégia de atuação da Nakata que também envolve ações nas principais mídias especializadas do segmento de autopeças, promoção, capacitação dos profissionais e projetos de relacionamento”, explica Montagnoli.

Caminhões de corrida fazem bonito nas pistas e nos Rallys


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Por MM Editorial

Ao contrário do que muitos imaginam, os caminhões já deixaram a lentidão e o peso de antigamente e são cada vez mais potentes, estáveis e fáceis de dirigir, levando alta tecnologia a bordo. Tudo isso, com muita velocidade e agilidade, quando estes são quesitos indispensáveis. Para perceber esses avanços, basta observar os caminhões de competição. No mais exigente rally do mundo, o Dakar, que terminou no último dia 15 em Lima, no Peru, os caminhões participaram em categoria própria, pulando dunas, atravessando corredeiras e terrenos pedregosos a velocidades de até 150 km/h. E nas pistas da Fórmula Truck brasileira, um caminhão de corrida pode chegar a 240 km/h, disputando posições em curvas de alta e baixa velocidade, mesmo pesando quatro toneladas e meia.

Estes caminhões de competição são preparados para o desempenho esportivo. Para enfrentar as pistas ou os desertos dos rallys, eles recebem peças especiais e configurações mecânicas específicas. Mas derivam diretamente de caminhões normais, que no dia a dia transportam mercadorias pelos quatro cantos do mundo.

No Rally Dakar, no qual a Iveco terminou em primeiro e segundo lugares na classificação final, chegando em primeiro em oito das 14 etapas da competição, a base da equipe Petronas-De Rooy-Iveco é o Iveco Trakker 4x4, produzido na Alemanha e no Brasil, é um caminhão projetado para operações fora-de-estrada como mineradoras, construção pesada, plantações de cana-de-açúcar, etc. “O Trakker é muito forte desde o projeto”, explica o engenheiro Giuseppe Simonato, um dos responsáveis pela preparação dos veículos Iveco do Rally Dakar deste ano. “O chassi é super resistente e o motor, um Iveco-FPT Cursor 13, e a partir de uma base confiável pode-se criar máquinas de competição vencedoras”.

No caso do Trakker 4x4 do Dakar, o caminhão é 50 centímetros mais alto que o normal. A suspensão é de molas parabólicas, mas só com duas lâminas para garantir uma condução mais macia. Mas vem com dois amortecedores especiais por roda. “Cada amortecedor de competição é quatro vezes mais forte que um comum, porque tem de aguentar o tranco na caída do caminhão e, principalmente, segurá-lo para que ele não saia pulando como uma bola”, diz Simonato, referindo-se ao salto em alta velocidade de uma duna, situação normal enfrentada por um caminhão em um rally.

Outra modificação é o motor, preparado pela FPT Industrial. Um motor Cursor 13 normal tem calibrações de potência ao redor de 500cv. Já o Iveco Trakker do rally vem com 900cv. E tem o dobro do torque de um caminhão de série: 4.000 Nm, disponível entre 1.200 e 2.800 rpm. Peças móveis como pistões e bielas são especiais e a parte eletrônica é especial. “Você afunda o pé e ele sai como uma bala de canhão, joga seu corpo contra o assento, e o piloto quase não precisa trocar de marchas”, comenta Simonato, que já dirigiu caminhões em rally. “Por isso o câmbio também muda: em vez de uma caixa com 16 velocidades, o Trakker de corrida precisa só de oito”.

O eixo dianteiro também é diferente. “Ele é de caminhão militar e traz integrado um sistema de controle de pressão dos pneus”, explica o engenheiro da Iveco. “Nas dunas de areia fofa, você pode esvaziar o pneus para 0,8 atmosfera, pois com o pneu murcho é mais difícil atolar”, exemplifica. “Num piso mais duro, pode encher com até oito atmosferas, para maior desempenho”. A tração 4x4 pode ser dosada entre os eixos: no modo normal distribui a força 50%-50%, mas pode ser regulada 60%-40%, de acordo com a necessidade da prova ou estilo do piloto.

Estas modificações são necessárias pelas demandas de uma prova de rally, muitas vezes superior em termos de agressividade ao conjunto mecânico do que aquelas que um caminhão normal enfrenta nas estradas. Isso é algo que também se verifica na Fórmula Truck, onde as demandas são de altíssima velocidade final, retomadas violentas, estabilidade máxima em curvas. “A diferença entre os caminhões dessas duas competições são gritantes”, diz Simonato.

Na Fórmula Truck, o Iveco Stralis de competição deriva do Iveco Stralis normal, modelo produzido na Europa e no Brasil. Pode-se ver a semelhança entre o modelo de rua e o de corrida, mas o caminhão da Scuderia Iveco deve andar como um carro de corrida. Enquanto no Dakar o caminhão é elevado do chão, na Fórmula Truck ele fica a poucos centímetros da pista. O objetivo é baixar o centro de gravidade para maior estabilidade Além disso, sua área frontal é reduzida ao máximo, para melhorar a penetração aerodinâmica. Aerofólio, spoilers, carenagens especiais, tudo faz parte do pacote.

O motor, que nas estradas entrega ao redor de 500cv, nas pistas vai a 1.200cv. Se na estrada a economia e a durabilidade são requisitos básicos, nas pistas o que importa é potência e desempenho. “Acelerações bruscas, variação constante entre alta e baixa velocidade e operação sempre no limite máximo de rpm são situações que submetem as peças a um esforço anormal”, explica o engenheiro Marcelo Sakurai, um dos integrantes da Scuderia Iveco. “As temperaturas de funcionamento excedem o normal, por isso a refrigeração do motor é uma grande preocupação”.

O radiador e intercooler tem desenho próprio. E várias outras peças são diferentes: pistões, comando de válvulas, válvulas, turbo e um catalizador gigante, pois excesso de fumaça significa penalização na corrida (obriga o piloto a fazer um drive-through). A tomada de ar é “extra-large”, para aumentar o rendimento do turbo, consequentemente enchendo as câmaras de combustão. A central eletrônica tem “inteligência” de corrida, valorizando os parâmetros de velocidade final, retomadas para saídas de curva etc. O câmbio tem só seis marchas.

Outro fator fundamental na pista é o “chão” do caminhão, isto é, seu acerto de suspensão. O desafio é grudar o caminhão no asfalto para que toda a potência enviada às rodas traseiras seja revertida em velocidade. Assim, o motor é deslocado cerca de 50 centímetros para trás, para melhor distribuição de peso entre os eixos. O cardan tem tamanho reduzido. Todas as peças abaixo do chassi (eixos, diferenciais, etc) tem peso reduzido (quanto mais leve embaixo do chassi, melhor a suspensão trabalha, uma regra de ouro na competição). E os amortecedores são especiais de corrida.

O que um motorista de caminhão normal ganha com toda essa movimentação nas pistas e nos rallys? “Um caminhão melhor”, responde Giuseppe Simonato. “Ao final de uma competição como o Dakar, fazemos um levantamento de tudo o que mudamos nos caminhões de corrida e avaliamos se podemos transferir essas tecnologias para um caminhão normal”, explica ele. Essa transferência pode ser pequena (uma composição metálica diferente para um componente), mas se ela resultar em maior durabilidade ou performance da peça, já valeu a pena.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Citroën Oscar Freire: o espaço-conceito da Citroën no Brasil


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Por CITROËN DO BRASIL

A Citroën começa o ano de 2012 apresentando um grande projeto para a marca, a abertura do Citroën Oscar Freire, o inédito espaço-conceito da marca no Brasil. Inspirado no bem sucedido C42, vitrine da marca na Avenida Champs-Élysées, em Paris, o Citroën Oscar Freire será voltado para a experiência com a marca, baseado na interatividade e no relacionamento. Por meio de inúmeras ações criativas, permitirá ao público a vivência da filosofia da marca, a Créative Technologie (Tecnologia Criativa). “Nossa ideia é permitir aos diversos públicos descobrir, ver e entender não só o universo do automóvel, mas tudo que é tendência para a Citroën, o que nos inspira e nos motiva, um espaço focado para a brand experience” explica Francesco Abbruzzesi, Diretor Geral da Citroën do Brasil.

O novo espaço da Citroën terá como endereço a esquina das ruas Oscar Freire e Consolação, representando a visão de comunicação da marca para o ano de 2012, já que terá período de funcionamento limitado e pré-determinado. Ponto de encontro de gente antenada e de fãs de moda, gastronomia e arte, a Rua Oscar Freire ostenta o título de oitava rua mais luxuosa do mundo, e já ganhou, sem dúvida, o posto de a mais charmosa de São Paulo. “Quando decidimos pela realização deste projeto, queríamos que ele fosse localizado em uma região diferenciada e que permitisse a interação completa com o público, fato só alcançado com uma loja de rua. Conseguimos isso na Oscar Freire, que recebe anualmente milhares de visitantes, oriundos de todos os Estados brasileiros. Um público sofisticado, que valoriza a elegância e a exclusividade”, explica Nivea Ferradosa, Diretora de Marketing da Citroën do Brasil.

Um novo espaço cultural

Ancorado nos pilares Cultura, Arte, Moda, Design, Gastronomia e Música, o Citroën Oscar Freire será voltado totalmente para a experiência com o universo da marca. A ampla programação cultural contará com exposições temáticas e de carros conceito, a realização de cursos, apresentações musicais, pocket shows etc. Além disso, o espaço contará com uma boutique, uma Brasserie e uma livraria. A Curadoria artística será responsabilidade do renomado publicitário Dráusio Gragnani, proprietário da Companhia Gragnani de Criatividade e idealizador de vários projetos de sucesso - entre eles, o concept store Hotel Lycra®, na própria Oscar Freire -. Além da ampla atividade cultural, também será possível a realização de test-drives, bem como o levantamento de informações completas sobre produtos - por meio de um tecnológico Configurador 3D.

O Citroën Oscar Freire será um espaço aberto 100% ao público e contará ainda com programações exclusivas para clientes da marca. “Tivemos a preocupação em oferecer mais um espaço destinado à cultura e ao entretenimento” explica a diretora de Marketing. “Um espaço para a experiência Créative Technologie”, conclui.


Volkswagen tem novo site mais interativo e intuitivo

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Por Imprensa VW

A Volkswagen do Brasil acaba de colocar no ar seu novo site (www.volkswagen.com.br), estreitando ainda mais o relacionamento da marca com os clientes, que no ano passado registraram média mensal de 1,3 milhão de acessos ao endereço eletrônico da empresa. Mais interativo e intuitivo, o novo site traz um volume ainda maior de informações, novo layout que segue os padrões da matriz, na Alemanha, e maior área útil, melhorando a visualização dos vídeos e fotos dos veículos, além de ferramentas exclusivas.

O conteúdo é abrangente e revela o alto potencial de inovação da Volkswagen do Brasil, sua visão de futuro, compromisso com a sustentabilidade e diferenciais tecnológicos dos produtos.Na seção 'Serviços', o usuário recebe informações sobre peças, acessórios, plantões, garantia e conhece a 'Revisão Noturna', uma opção inovadora de horário para obter os serviços do plano de manutenção. É só agendar com o concessionário, levar o veículo e retirar na manhã seguinte. A Volkswagen trabalha em seu carro enquanto você descansa. A seção também dá acesso ao 'Programa Volkswagen Premium', um canal com benefícios exclusivos para clientes dos veículos importados da marca.

Em 'Vendas e Finanças', o configurador 'Monte o seu' permite simular como será seu próximo veículo Volkswagen, com preços e equipamentos de modelos nacionais e importados. Em 'Banco Volkswagen', é possível conferir opções de financiamento, consórcio nacional e seguros. Na opção 'Ofertas', o usuário digita o CEP para conhecer as promoções disponíveis em sua região.

Sustentabilidade

Na seção 'Institucional', a Volkswagen apresenta seu compromisso com a sustentabilidade. Entre os destaques está a tecnologia 'BlueMotion', que reduz o consumo de combustível e as emissões de poluentes dos veículos da marca, sempre mantendo a ótima performance e respeitando a natureza. Outros programas de responsabilidade ambiental da empresa também estão disponíveis, como o Sistema de Gestão Ambiental (SGA), pintura à base de água, reaproveitamento da água industrial, entre outros.

O novo site ainda traz projetos de responsabilidade social da Volkswagen do Brasil com foco em temas como saúde, inclusão social e educação, entre os quais, programas educativos da Fundação Volkswagen, que já beneficiaram 1 milhão de alunos, em nove anos de atuação. São eles: 'Estudar pra Valer!', destinado à formação continuada de professores da rede pública, com foco no desenvolvimento da leitura e da produção de textos; 'Brincar', voltado aos profissionais da Educação Infantil para o aprimoramento de atividades lúdicas e recreativas; 'Entre na Roda', de formação de orientadores de leitura; 'Pró-Educar Brasil', que oferece formação universitária a professores em parceria com a rede de concessionárias, e 'Aprender com a Pinacoteca', para ampliação do conhecimento dos professores de artes.Outros programas da Fundação Volkswagen, como o concurso de projetos sociais 'Volkswagen na Comunidade', que em sua quarta edição, em 2011, somou R$ 1 milhãos em prêmios para ONGs indicadas pelos funcionários da Volkswagen, também estão presentes. O novo site oferece link para o endereço da Fundação Volkswagen na internet.

Você sabe qual é o momento certo de trocar os pneus?


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Por Alfapress Comunicações

A troca dos pneus é sempre um momento de dúvidas para os motoristas. Muitos não sabem se os dois jogos (dianteiros e traseiros) devem ser substituídos ao mesmo tempo. Outros acreditam que é possível recauchutar pneus velhos. E há ainda aqueles que entendem que o que importa é o prazo de garantia. O que se pode dizer é que existem muitas variáveis que podem determinar o momento certo para realizar a troca dos pneus. José Carlos Quadrelli, gerente geral de engenharia de vendas da Bridgestone do Brasil, explica que a vida útil de um pneu depende de vários fatores. “Pode variar de acordo com o tipo de pneu (radial ou diagonal), com o volume de carga transportada, a maneira como o motorista conduz o veículo (freadas, arranque, curvas etc.), o tipo de estrada onde o veículo trafega, o clima, a manutenção correta e muitos outros aspectos”, salienta.

Desta maneira, o motorista pode adotar como principal indicativo de que é hora de substituir os pneus os indicadores TWI (Tread Wear Indicator). “São ressaltos de borracha que ficam nos sulcos dos pneus e possuem 1,6 mm de profundidade. Quando chegam ao seu limite, sinalizam que o pneu deve ser trocado, pois passou a ser considerado ‘careca’, interferindo na segurança e se tornando passível de autuação pelas autoridades de trânsito”, explica Quadrelli.

Os TWIs também servem para auxiliar o motorista para que este verifique se o pneu está com desgaste irregular, o que pode indicar a necessidade de se realizar procedimentos básicos de manutenção dos pneus, como calibragem, alinhamento e balanceamento, já que em alguns casos o pneu pode estar mais gasto em algum sulco do que nos demais. Por isso, é necessário ficar atento. Se o problema não for solucionado em tempo, corre-se o risco de reduzir a vida útil do pneu, acarretando em prejuízos. Sem contar que trafegar com os pneus no limite TWI total ou parcialmente, gera dificuldade de frenagem, prejudica a dirigibilidade, a aderência no solo e representa um grande risco para a segurança do motorista e de seus passageiros. A regra TWI só não é válida para pneus com bolhas, rasgos ou perfurações, que nestes casos devem ser substituídos imediatamente.

Outro ponto importante que gera dúvidas frequentes por parte dos motoristas se refere à quantidade de pneus a ser substituída. “O recomendado é trocar os quatro pneus ao mesmo tempo, caso tenham sido utilizados de forma uniforme. Isso possibilita que estejam todos nas mesmas condições. Porém, caso não seja possível a troca dos dois conjuntos, o par de pneus novos deve ser colocado no eixo traseiro, que é a responsável pela estabilidade do veículo”, recomenda Quadrelli.

No que se refere às especificações dos pneus, o ideal é seguir as orientações do manual do veículo. “O modelo descrito no manual é definido por meio de uma avaliação rigorosa, que envolve o peso do veículo, distância dos componentes, altura do veículo, potência do motor, comportamento dinâmico do veículo e outros aspectos importantes”, diz Quadrelli. Quando o pneu original é substituído por outro com especificações diferentes, pode comprometer o desempenho e segurança do veículo. O mesmo é válido para o uso de diferentes marcas de pneus num mesmo veículo. Não se deve misturar, cada marca tem características diferentes, como as ranhuras na banda de rodagem que tem grande influência na dirigibilidade especialmente em dias de chuva. As ranhuras são responsáveis pelo escoamento da água no contato com a pista.

Na hora de escolher um novo pneu, é necessário saber a largura, a altura (ou série) e o aro, além do índice de carga e símbolo de velocidade.Se o motorista não possuir o manual, deve entrar em contato com a montadora para obter tais informações. Caso o pneu velho seja original, é possível verificar estas informações em suas laterais. Onde constam dois números separados por uma barra estão indicados largura e altura. A letra indica o tipo (radial ou diagonal) e o número seguinte trata-se do aro da roda. Desta maneira, o pneu 175/70 R13 tem 175 mm de largura de seção, e 70% da largura de seção de altura, é radial e monta em rodas de aro 13 polegadas. Se não houver letra é diagonal.

A lateral do pneu também traz a informação de sua data de fabricação e não de validade. Afinal de contas, é impossível estabelecer um prazo de vida útil para um item que depende de tantos fatores. Vale lembrar que não é recomendável o uso de pneus recauchutados para carros depasseio. Segundo Quadrelli, este tipo de pneu não é produzido com estrutura para receber recapagem, diferente dos pneus de veículos pesados (caminhões, ônibus) que já são fabricados para esta finalidade. O pneu é um bem durável e importante item de segurança. Existem hoje no mercado marcas variadas e diversos níveis de qualidade. Por isso é importante que sejam levados em consideração na hora da compra alguns fatores, tais como a garantia do produto – a lei determina três meses de garantia e a Bridgestone oferece cinco anos de garantia contra defeitos de fabricação; a qualidade da matéria prima empregada; o suporte oferecido antes, durante e após a compra; e a coleta e destino adequados dados aos pneus descartados.

Cristalização automotiva é a melhor solução?


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Por Autoz Comunicação

Para quem curte passar horas do final de semana cuidando do automóvel em busca do brilho perfeito, muitas dúvidas podem aparecer na hora de escolher o produto ou serviço adequado. Os mais apaixonados, então, que levam seus veículos para cristalizar, polir, ou mesmo, aplicar resinas em oficinas especializadas, podem, muitas vezes, se enganar (ou ser enganados) com serviços que não correspondem às suas respectivas expectativas.

André Avny, engenheiro mecânico com experiência de 39 anos no segmento automotivo e master franqueado da Station Car, franquia da área automotiva, declara que “existe muita falta de informação sobre a cristalização. Enquanto muitos acreditam que esse serviço irá recuperar a pintura do automóvel, algumas empresas do segmento sobrevivem e ganham mercado com informações incorretas”. Cristalizar significa mudar a estrutura molecular de um produto de amorfa (sem direção e regras definidas) para cristalina (com direção e regras definidas). “Consequentemente, as promessas sobre a eficácia desse serviço acaba enganado muitos apaixonados por automóvel que não possuem tantas informações sobre os produtos e seu real resultado ao veículo”, complementa Avny.

Com experiência de quase quatro décadas no setor automotivo, Avny, que já trabalhou com produtos anti-ferrugem na década de 70 e, hoje, consegue observar a evolução do segmento e seus respectivos serviços, afirma que “para conseguir uma camada ‘cerosa’ e duradoura, que proteja e preserve a pintura, é preciso, em primeiro momento, utilizar um polimento com polidores a base de água e que contenham um mínimo de cera, sem nenhum silicone. Com isso, se limpa totalmente a superfície da tinta, extraindo todos os contaminantes sólidos incrustados”.

Para agravar os riscos ao automóvel, não é recomendado utilizar produtos abrasivos mais que duas ou três vezes durante a vida útil do veículo. “Tudo porque a cada polimento desse tipo, a espessura do verniz diminui consideravelmente”, explica Avny. Por fim, para quem deseja buscar proteção e brilho ao automóvel é vital escolher cuidadosamente o produto que será utilizado e também o profissional que irá aplicar o material, evitando, assim, danos e prejuízos a curto, médio e longo prazo ao veículo.

Saiba mais: André Avny é engenheiro mecânico e possui 39 anos de experiência no setor. Avny também é master franqueado da Station Car, que conta com 12 franquias espalhadas em quatro estados (SP, MG, ES e PE). A rede realiza em suas oficinas serviços de funilaria e pintura de alta tecnologia, higienização, lavagem e enceramento, além de proteção de pintura com ferramentas e produtos desenvolvidos e testados para realizar o melhor serviço sem agredir as propriedades originais do veículo nem o ambiente. – www.stationcar.com.br