segunda-feira, 31 de março de 2014

Nota máxima para o Audi A3 Sedan no crash test americano


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Por Departamento de Comunicação Audi do Brasil

O Instituto de Segurança nas Estradas americano (IIHS, na sigla original) classificou o Audi A3 Sedan como Top Safety Pick+. O modelo é também um dos mais seguros no mercado americano.

O IIHS premiou o A3 Sedan com a nota máxima (“Good”) em todos os testes de batidas. A avaliação é feita com base em uma colisão frontal com 40% de sobreposição (sobreposição moderada), uma colisão frontal com 25% de sobreposição (sobreposição pequena), um impacto lateral, força do teto e impacto traseiro.

“O prêmio de Top Safety Pick+ para o A3 Sedan ilustra impressivamente a importância que a Audi dá para a segurança,” disse Joachim Scheef, Chefe do Departamento de Desenvolvimento em Segurança Veicular da AUDI AG.

A Audi também investe e considera de extrema importância a segurança ativa. O IIHS premiou o A3 Sedan com uma avaliação “Advanced” para o sistema Audi Pre Sense front assistance. O sistema informa ao motorista quando o intervalo de segurança entre o veículo da frente se torna muito pequena. Em situações críticas, o assistente eletrônico avisa o motorista e inicia uma frenagem de emergência, caso seja necessário. Isso reduz a velocidade do impacto e, no melhor dos casos, ajuda a prevenir completamente um acidente.

Se a colisão é inevitável, o assistente de freios usa manobras controladas de frenagem durante o acidente para prevenir colisões secundárias. Isso ajuda a evitar derrapamentos e, consequentemente, colisões adicionais. As vendas do A3 Sedan começam em abril no mercado americano.

No Brasil, o A3 Sedan já está disponível nas concessionárias desde janeiro deste ano e tem sido um importante modelo para alavancar as vendas da Audi, que bateram recordes em janeiro e fevereiro deste ano. A partir do ano que vem, será um dos modelos fabricados na nova fábrica da Audi em São José dos Pinhais, no Paraná.

15 anos da aliança Renault-Nissan


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Por imprensa.renault.com.br

A Aliança Renault-Nissan está comemorando 15 anos hoje, logo após o grupo automobilístico mundial ter anunciado uma importante ação de integração.

Renault e Nissan se uniram em 1999, quando a Renault investiu 643 bilhões de ienes (aproximadamente 5 bilhões de euros ou 5,4 bilhões de dólares, na época) para ingressar no capital da Nissan, que na ocasião estava à beira da falência. Desde então, as duas empresas se tornaram um dos maiores grupos automobilísticos mundiais e atingiram a venda 8,3 milhões de automóveis em 2013 – em 1999, 4,8 milhões de unidades haviam sido vendidas. Hoje, a Renault tem 43,4% de participação na Nissan enquanto que a Nissan tem 15% de participação na Renault.

“Juntas, Renault e Nissan aumentaram significativamente sua presença mundial e geraram economias de escala muito superiores ao que cada uma poderia ter obtido separadamente”, comentou Carlos Ghosn, Presidente do Conselho de Administração e CEO da Aliança Renault-Nissan. “A Renault e a Nissan trilharam uma trajetória única nestes 15 anos, maximizando sinergias e desenvolvendo a marca e a cultura corporativa de cada uma das empresas.”

A Renault-Nissan é a parceria intercultural mais longa e produtiva da indústria automobilística – um modelo de negócio que fez história em um segmento que é conhecido pelas frequentes dissoluções.

Assista a este minidocumentário para saber o que especialistas independentes e imparciais estão falando sobre a Aliança e as parcerias da indústria automobilística: http://blog.alliance-renault-nissan.com/node/1856. Uma linha do tempo que conta com eventos importantes da história da Aliança está disponível em forma de infográfico neste link: http://blog.alliance-renault-nissan.com/page/timeline

2013: OUTRO ANO RECORDE

Em 2013, a Aliança, incluindo a AVTOVAZ – a maior montadora da Rússia – bateu o recorde de 8,3 milhões de carros vendidos.

A Aliança Renault-Nissan vende um em cada 10 carros comercializados em todo o mundo e é o quarto maior grupo automobilístico mundial. Oito marcas compõem a Aliança: Renault, Nissan, Renault Samsung, Infiniti, Venucia, Dacia, Datsun e Lada.

A Aliança gerou aproximadamente 2,8 bilhões de euros em sinergias em 2013, o que também é um recorde. Estas sinergias foram obtidas através da redução e corte de custos e aumento de receitas. Apenas sinergias novas ou incrementais são consideradas a cada ano – e não as sinergias cumulativas.

Até 2016, este montante deve se elevar a pelo menos 4,3 bilhões, graças à fusão nas áreas de Engenharia, Manufatura & Gestão da Cadeia de Fornecimento, Compras e RH, programada para acontecer em 1º de abril.

A chamada convergência de áreas representa um novo capítulo nos 15 anos de evolução da Aliança. Através do Plano de Convergência, as quatro funções principais serão gerenciadas pela Renault e a Nissan de forma conjunta. Cada função será comandada por um novo Vice-Presidente Executivo da Aliança, e um novo comitê de gestão vai supervisionar sua execução.

Clique neste link para ler o Plano de Convergência na íntegra: http://www.media.blog.alliance-renault-nissan.com/news/renault-and-nissan-to-converge-four-major-alliance-functions-1-april

CRESCIMENTO NOS MERCADOS EMERGENTES

Quando a Aliança Renault-Nissan Alliance foi formada, em 1999, aproximadamente 1% das vendas totais do grupo acontecia nos chamados BRICs — Brasil, Rússia, Índia e China. Em 2013, mais de 30% das vendas totais do grupo acontecem apenas nestes quatro países. A Aliança também lançou em 2013 uma novíssima arquitetura de veículos compartilhada para mercados emergentes, chamada de CMF-A.

Clique neste link para saber mais sobre a plataforma CMF-A e a ofensiva da Aliança nos mercados emergentes: http://www.media.blog.alliance-renault-nissan.com/news/renault-nissan-confirms-new-vehicles-specifically-tailored-for-growth-markets

Renault e Nissan também são pioneiras na mobilidade zero emissão. Em 2013, Renault e Nissan venderam um total acumulado de 134.000 veículos zero emissão em todo o mundo desde 2010, quando foi iniciada a comercialização do Nissan LEAF, o que é mais do que o total vendido por todas as grandes montadoras juntas.

Desde 1999, a Aliança tem se beneficiado de uma expansão, acomodando novos projetos e parceiros em todo o mundo. Hoje, a Aliança possui uma participação majoritária na joint venture que controla a AVTOVAZ, a maior montadora da Rússia. A Aliança também tem importantes colaborações estratégicas com a alemã Daimler, a chinesa Dongfeng Motor, a indiana Ashok Leyland e a japonesa Mitsubishi Motors.

A Aliança Renault-Nissan emprega aproximadamente 450.000 colaboradores em todo o mundo, incluindo na AVTOVAZ e na Dongfeng Nissan Passenger Vehicle Company, a joint venture da Nissan com a chinesa Dongfeng Motor.

Entidade promove desenvolvimento de indústrias e empresas de motopeças instaladas no Brasil



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 Por VGCOM – Vanessa Gianellini Comunicação

Fundada em setembro de 1980 com a missão de promover o aumento da competitividade e zelar pelos interesses da classe e de seus associados, em busca do reconhecimento e respeito como instituição que promove o desenvolvimento sustentável das indústrias e empresas instaladas no Brasil. A ANFAMOTO está sediada na cidade de São Paulo e, além do site da instituição, onde são veiculadas as principais noticias do setor, distribui a publicação Anfamoto em Revista bimestralmente, além de promover o Salão Nacional e Internacional das Motopeças a cada biênio.

Entre as principais atribuições da entidade estão, realizar o acompanhamento estatístico do setor, promover estudos específicos sobre as atividades e produtos, acompanhar de perto as mudanças na legislação e assessorar as empresas associadas no que se refere a assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A ANFAMOTO representa o setor nas mais diversas esferas, sempre defendendo os interesses de seus associados quanto às dificuldades setoriais, atuando nas áreas tributária, trabalhista, comercial, de normalização, certificação, controle de qualidade e desenvolvimento.

A Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças (ANFAMOTO) é presidida atualmente por Orlando Leone. Como entidade, têm seu lugar de destaque graças a uma boa atuação e articulação de relacionamentos, conciliando e protegendo o segmento e também os interesses de seus associados nas questões que envolvem o mercado de motopeças, da fabricação a comercialização delas. Existem ainda, representações setoriais constituídas por técnicos e dirigentes das empresas associadas, formando uma base sólida para a ANFAMOTO. São fabricantes e especialistas em capacetes, freios e escapamentos, que se unem em prol do segmento nos setoriais da entidade, além do setorial de importadores que se reúne para discutir os temas do segmento.

Com perfil muito próximo ao da Associação, o empresário, que é ainda pessoa influente nos meios políticos, principalmente quando o assunto é a defesa das questões ligadas às motopeças, Leone ocupa o cargo na entidade desde 2012, e já foi presidente por outros dois mandatos, de 2000 a 2005. O presidente representa com afinco as mais de 300 empresas integrantes da ANFAMOTO, com participação em eventos e articulações em todas as esferas governamentais.

Dentre as mais de 300 empresas associadas, a entidade conta com fabricantes, atacadistas, lojistas e representantes do setor de motopeças e acessórios de todo o país.

A ANFAMOTO realiza a cada dois anos, desde 1998, uma das maiores e mais importantes feiras do setor, o Salão Nacional e Internacional das Motopeças, única feira do setor direcionada exclusivamente para negócios. Em 2014, o evento chega a sua 8ª edição, a ser realizada no mês de agosto. O objetivo da feira está concentrado na facilitação e intermediação de novos contatos entre empresários, lojistas, oficinas, concessionários, profissionais do setor e entidades de classe, entre outros, uma grande oportunidade para estreitar contatos e angariar novas parcerias. Isso se deve aos esforços voltados a captação de um extenso mix de setores participantes, com representantes do ramo apresentando suas novidades em todos os segmentos da cadeia de motopeças.

Através da publicação Anfamoto em Revista, que ostenta a importante marca de 121 edições já publicadas, em 20 anos de existência, sendo ela uma das mais respeitadas, confiáveis e uma das principais fontes de informação do gênero pelos setores da indústria e comércio de motocicletas no país. Personagens expressivos colaboraram e fizeram suas passagens pelas páginas da revista, deixaram sua marca em entrevistas concedidas à publicação, veiculada bimestralmente e distribuída gratuitamente para um público altamente qualificado e também seus associados.

Informações Adicionais: anfamoto.org

Ford ampla a linha Ranger trazendo ao mercado brasileiro uma exclusiva versão esportiva


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Por Imprensa Ford

A Ford está ampliando a linha 2014 de picapes Ranger no Brasil. Desta vez, a marca está lançando a versão Sport 2014, que busca atender o mercado urbano neste segmento de veículo: é produzida com cabine simples e motor 2.5 flex, além de apresentar itens de personalização no design e aparência e equipamentos de conectividade e conforto. A Ranger Sport foi apresentada em São Paulo e estará disponível em toda a rede de distribuidores da marca, com preço único de R$ 67.990,00.

"A Ranger Sport traz muitas vantagens competitivas e é a única com essas características em seu segmento. Com esse preço e o nível de equipamentos que oferece, é uma excelente alternativa entre as picapes médias e até em relação às picapes pequenas derivadas de automóvel", diz Adriana Carradori, gerente de Marketing de Produto da Ford. "Ela mantém a plataforma global que faz da linha Ranger uma das mais apreciadas no mundo e acrescenta um caráter esportivo para quem gosta de picapes de verdade para o trabalho e o lazer".

Com capacidade para 1.800 litros e 1.455 kg de carga, a caçamba da Ranger Sport acomoda com facilidade uma série de equipamentos, como motos, pranchas de surf ou asa-delta. A picape oferece cinco opções de cores que reforçam o seu estilo moderno e arrojado: as sólidas branco Ártico e vermelho Bari, a metálica prata Geada e as perolizadas preto Gales e azul Aurora. Sua garantia é de três anos sem limite de quilometragem.

Design, equipamentos e conjunto mecânico

Em termos de design, a Ranger Sport é diferenciada por aplique frontal no para-choque, santantônio, faixas laterais nas portas e na caçamba, adesivo e soleiras exclusivas, rodas de liga leve de 17 polegadas, pneus todo terreno 265/65 R17 ATR, faróis de neblina, retrovisores elétricos, travas elétricas com controle remoto e diferencial traseiro deslizante. Tem também ar-condicionado, comandos de áudio no volante, piloto automático, CD/MP3-player com entrada USB, conexão Bluetooth e tela de LCD de 4,2 polegadas.

A Ranger Sport 2014 traz ainda direção hidráulica, vidros elétricos com acionamento a um toque para o motorista, computador de bordo com sete funções, freios ABS nas quatro rodas com EBD, airbags, alarme volumétrico, coluna de direção com regulagem de altura, abertura interna do tanque de combustível, chave tipo canivete e console no teto com luz de leitura.

O motor 2.5 Flex de 16 válvulas da Ranger, da conhecida família Duratec, é o quatro cilindros mais potente e avançado do segmento. Desenvolvido exclusivamente para o Brasil, ele tem potência de 173 cv com etanol (a 5.500 rpm) e 168 cv com gasolina (a 5.500 rpm) e torque de 236 Nm com gasolina e 243 Nm com etanol.

?Com bloco totalmente de alumínio e tecnologia de comando variável de válvulas eletrônico (iVCT), o novo motor traz a reconhecida tecnologia flex da Ford - a melhor da categoria - e padrão global de manufatura para oferecer alta eficiência com baixo consumo e emissões.

Outra conveniência oferecida pela Ranger Flex é o acesso externo ao reservatório de partida a frio. Não é preciso abrir o capô para abastecer o reservatório de gasolina, basta abrir a tampa embutida no aplique do para-lama dianteiro esquerdo.

A transmissão manual de cinco velocidades conta com uma sinalização no painel que indica o momento ideal de troca de marcha para favorecer a economia. A alavanca de câmbio curta, no console central, reforça a sua esportividade.

O chassi reforçado, a rigidez da carroceria e a suspensão calibrada para diversos tipos de terreno contribuem para a excelente dinâmica da Ranger Sport. A direção, além de precisa, tem um bom diâmetro de giro para manobras. Os freios a disco com ABS, pistões duplos na dianteira e distribuição eletrônica de frenagem (EBD) na traseira, garantem paradas seguras.

Com a versão 2014, a Ford quer repetir a fórmula de sucesso da Ranger Sport, agora com os atrativos do motor flex, novo design e avanços da plataforma global. A primeira versão foi lançada em 2007 e ganhou seguidas edições, registrando mais de 10.000 unidades vendidas.

Mercado

Premiada e reconhecida globalmente, a Ford Ranger é a linha de picapes médias mais completa do mercado, com modelos para atender diferentes faixas de aplicação e preço. Tem três opções de motores, cabine simples ou dupla e acabamento XL, XLS, Sport, XLT ou Limited.

O segmento de picapes médias praticamente dobrou de tamanho nos últimos seis anos, passando de 92.000 unidades em 2008 para 181.000 em 2013. Com o lançamento da sua nova geração global no Brasil, em 2012, a Ford Ranger cresceu do patamar de 15.000 unidades para 22.000. Ela está hoje entre as três mais vendidas do mercado, com uma participação de 13%.

sexta-feira, 28 de março de 2014

A importância da manutenção e das condições das peças de sua moto


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            Independentemente do tempo de uso e de quantos quilômetros sua moto tenha rodado, a manutenção deve sempre estar em dia. Prevenir é sempre melhor do que remediar, já que aproximadamente 30% dos acidentes envolvendo motocicletas são atribuídos à falta de manutenção preventiva.


            Alguns itens podem ser verificados visualmente todos os dias antes mesmo do motoqueiro sair de casa, como funcionamento dos faróis e luzes de sinalização, se há algum raio quebrado, condições dos pneus e os níveis do fluído de freio e do óleo do motor.


            Mesmo seguindo essas recomendações básicas, é preciso enviar a moto para a revisão a cada XX meses, principalmente antes de viajar é importante levar sua moto para uma revisão (veja dicas para viagem de moto aqui), por mais que se tente adiá-la em virtude do valor das peças e mão de obra ou do tempo necessário para que o serviço seja realizado. No entanto, é melhor evitar prejuízos maiores e deixar que um profissional avalie as peças de componentes como relação, suspensão e caixa de direção.


            Caso seja necessário substituir alguma peça, existem diferentes opções de preço como as peças de reposição originais, remanufaturadas, recondicionadas ou recuperadas. Para entender as diferenças entre elas, clique aqui.


Veja como avaliar e cuidar de alguns componentes de sua moto:


Cabos de freio, acelerador e embreagem: devem ser conferidos periodicamente, já que sua quebra ou falha podem causar acidentes graves. Afaste o guarda-pó de borracha dos manetes e verifique o aspecto dos cabos da embreagem e freio. Se eles estiverem desfiados, é hora de trocar. O cabo do acelerador deve ser verificados e trocados em uma concessionária.


Freio: Se o seu sistema é a disco, basta olhar a roda de frente para verificar a espessura das pastilhas, que não deve inferior a 1 milímetro; caso contrário a base metálica das partilhas vai entrar em contato com o disco e o prejuízo será ainda maior. O ideal é verificar a cada 1000 quilômetros. Se o freio é a tambor, o ajuste é necessário conforme as sapatas se desgastam e folga até que o freio seja acionado supere os 3 cm.


Bateria: se ela não for selada, o que ainda é comum em muitos modelos, é necessário completar o nível da água. Não use água da torneira nem mineral, mas sim água destilada, facilmente encontrada em farmácias. A água comum oxida as placas metálicas da bateria e você terá de substituí-la.


      Pneus: a calibragem deve ser feita quando eles estiverem frios para não haver interferência na leitura da pressão, por isso pare sempre pare no posto o mais próximo possível. Use sempre a pressão indicada pelo fabricante. Os pneus devem ser trocados se completaram cinco anos, mesmo que não aparentem estar desgastados. Isso porque a borracha enrijece e se desgasta com passar do tempo, diminuído sua aderência ao asfalto e isso causa derrapagens. A data de validade do pneu fica gravada ao lado da palavra “DOT” e é uma sequência de 4 números: os dois primeiros indicam a semana e os dois últimos o ano. Por exemplo, 0712 significa que o pneu foi fabricado na sétima semana de 2012.


            Vela de ignição: se ela estiver gasta, a produção inadequada da faísca vai fazer seu consumo de combustível aumentar. Verifique a vela a cada 3.000 quilômetros.


Volkswagen encerra campanha de deslançamento da Kombi com vídeo do 'voltar para casa'


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Por Volkswagen do Brasil
Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa


 A campanha publicitária que marcou o final da fabricação da Kombi, em dezembro do ano passado, está sendo encerrada pela Volkswagen com um vídeo sobre “o último desejo” do veículo que fez sucesso ao longo de 63 anos de história no mundo.

““Voltar para casa” é o tema do documentário, que termina com a ida da Kombi Last Edition – versão especial de despedida da Kombi – ao seu lugar de origem.

A Kombi começou a ser fabricada na Alemanha, em 1950. Fabricada no Brasil desde 02 de setembro de 1957, a Kombi foi produzida no Brasil por 56 anos consecutivos. A última Kombi produzida no mundo saiu da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, em dezembro de 2013.

Para marcar o final da longa existência do modelo no País, a Volkswagen lançou uma série especial de 1.200 unidades, a Kombi Last Edition – com pintura bicolor estilo “saia e blusa” e detalhes especiais, como interior diferenciado e cortinas nas janelas.

Ao mesmo tempo, a Volkswagen promoveu uma inédita campanha de “deslançamento” do modelo, que incluiu um site especial, aberto para receber histórias de proprietários e outras pessoas para quem a Kombi teve papel importante em suas vidas.

O site da Kombi recebeu quase 300 relatos, todos marcados por uma profunda carga emocional. Com base nesses relatos, a Volkswagen publicou o “testamento” da Kombi, contendo seus “15 últimos desejos”, que incluíam premiar alguns dos autores das histórias recebidas e, no final, a vontade de retornar para casa para rever a família.

“A história da Kombi no Brasil envolve uma intensa interação com o país e, em particular, com a vida de milhares de pessoas que conviveram com ela das mais diferentes maneiras. Não seria justo encerrar sua produção sem registrar como isso ocorreu e sem homenagear um veículo que contribui tanto para a vida de seus proprietários e suas famílias”, explica Carlos Leite, gerente de Produto e Marketing de Comerciais Leves da Volkswagen do Brasil.

Produção trabalhosa

A produção do vídeo exigiu cerca de seis meses de trabalho. A peça, que será veiculada no site www.vw.com.br/kombi, é narrada na primeira pessoa pela atriz Maria Alice Vergueiro e contém cenas com personagens que viveram histórias especiais com a Kombi, entre elas o designer americano Bob Hieronimous, visitado em sua residência em Owing Mills, na região de Baltimore, nos Estados Unidos. Hieronimous pintou uma Kombi que se tornou famosa nas imagens que documentam o festival de Woodstock, que marcou a história do rock’n’roll, em 1969. Por seu relato, ele foi um dos agraciados pela Kombi em seu testamento.

Em sua trajetória de retorno, a Kombi também passou pela cidade de Amersfoort, na Holanda, para rever seu “irmão”, Ben Pon Jr., cujo pai – primeiro importador da Volkswagen no mundo – foi quem teve a ideia de criar um veículo de carga usando a mecânica do Fusca e com as características que fizeram da Kombi um sucesso universal.

A forma segue a função – a História da Kombi

A Kombi foi idealizada pelo holandês Ben Pon na década de 1940, que projetou a combinação do confiável conjunto mecânico do Volkswagen Sedan em um veículo de carga leve. Lançada na Alemanha em 1950, o modelo se destacou pela versatilidade, sendo adotada tanto para transporte urbano de carga como para levar passageiros. Seu motor era o quatro-cilindros 1.2l com refrigeração a ar e 25 cv.

Ao lado do Fusca, a Kombi marcou o início das atividades da Volkswagen no País, há 60 anos. Sua montagem começou no ano de 1953, em um galpão no bairro do Ipiranga, em São Paulo.

A partir de 2 de setembro de 1957 o modelo passou a ser efetivamente produzido no Brasil, na Fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo. A Kombi foi o primeiro veículo fabricado pela Volkswagen do Brasil, antes mesmo do Fusca – e o primeiro feito pela empresa fora da Alemanha.

O nome Kombi é uma abreviação, adotada no Brasil, para o termo em alemão Kombinationsfahrzeug, que em português significa “veículo combinado” ou “combinação do espaço para carga e passeio”. Na Alemanha o modelo recebeu o nome VW Bus T1 (Transporter Número 1).

A versão brasileira trouxe em seu lançamento o mesmo motor de quatro cilindros contrapostos (“boxer”) de 1.200 cm³ refrigerado a ar, mas com potência de 30 cv.

Com estrutura leve, do tipo monobloco, e carroceria em forma de “caixa”, a Kombi oferecia amplo espaço interno abrigado e capacidade para transportar uma tonelada de carga. Ao mesmo tempo, era um veículo muito fácil de manobrar. Resistente, econômico e de mecânica simples, foi amplamente aceita no mercado nacional.

Além das versões com janelas traseiras de vidro ou furgão, a Kombi também foi fabricada como pick-up, com cabine simples ou cabine dupla.

Menos de quatro anos após seu lançamento no Brasil foi introduzido no mercado nacional o modelo de seis portas, nas versões luxo e standard, com transmissão sincronizada e índice de nacionalização de 95%. A versão pick-up surgiu em 1967, já com motor de 1.500 cm³ (potência bruta de 52 cv) e sistema elétrico de 12 volts.

A trajetória internacional da Kombi brasileira se iniciou com as exportações da Volkswagen do Brasil nos anos 1970 para mais de 100 países. Os principais mercados externos da Kombi foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai.

Em 1975, a Kombi passou por uma reestilização e também teve a cilindrada do motor ampliada para 1.600 cm³. A potência bruta era de 58 cv. Três anos mais tarde, esse motor 1.6l ganhou dupla carburação, o que aumentou sua potência bruta para 65 cv.

A opção com motor 1.6l a diesel surgiu em 1981. Com quatro cilindros em linha e refrigerado a água, esse motor desenvolvia potência de 60 cv e era oferecido para as carrocerias furgão e pick-up – a opção cabine dupla também foi introduzida naquele mesmo ano.

Em 1982 foi introduzida a versão movida a etanol do motor 1.6l. Com taxa de compressão de 10:1 e novo coletor de admissão, entre outras modificações, o motor desenvolvia potência de 56 cv.

No ano seguinte, a Kombi ganhou painel e volante novos, além da alavanca do freio de mão, que sai do assoalho e passa para debaixo do painel. As versões a diesel e cabine dupla incorporaram novidades e itens de conforto como cintos de segurança de três pontos, bancos dianteiros com encosto de cabeça e temporizador para o limpador do para-brisa, entre outros.

A Kombi foi o primeiro utilitário nacional equipado com catalisadores, em 1992. Naquele ano também foi introduzido o sistema de servo-freio a vácuo, incluindo discos na dianteira e válvulas moduladoras de pressão para as rodas traseiras.

Em 1997 chegou a Kombi Carat, que apresentava soluções como teto mais alto (recurso que passou a ser adotado em toda a linha), porta lateral corrediça e a ausência da parede divisória atrás do banco dianteiro. As mudanças foram realizadas sem abrir mão da versatilidade e da economia exigidas por seus fiéis consumidores. A potência do motor 1.6l era de 52 cv.

No fim de 2005, a Kombi se tornou flexível, recebendo o motor quatro-cilindros 1.4 Total Flex da família EA111, capaz de rodar com gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois combustíveis. Com arrefecimento a líquido, o modelo se tornou até 34% mais potente e cerca de 30% mais econômico do que o antecessor, refrigerado a ar.

Um dos pontos fortes em sua comercialização sempre foi a fácil adaptação para os mais diversos tipos de uso: a Kombi foi usada como ambulância, viatura policial, veículo do Corpo de Bombeiros, veículo de lazer, escritório volante, biblioteca circulante, carro funerário, lanchonete e até carro de reportagem de televisão e rádio, entre muitas outras versões.

Confira o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=I_B4-UjQtD8

PEUGEOT retorna ao Dakar em 2015



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Por Diretoria de Relações Externas e PEUGEOT Sport

 Após sua extraordinária aventura em 2013, que resultou na quebra do recorde da subida de Pikes Peak, a PEUGEOT Sport, a Red Bull e a Total mais uma vez uniram forças para outro desafio bastante exigente e não menos emocionante: o Dakar. Para enfrentar os 10 mil quilômetros do mais longo e difícil rali cross country do mundo 25 anos após a participação da Marca na competição, a equipe recrutou Carlos Sainz e Cyril Despres.

Em junho passado, o memorável recorde conquistado na íngreme subida de Pikes Peak (8m13.878s) confirmou a disposição da Peugeot Sport em enfrentar desafios singulares. E o próximo já está marcado, com as atenções da equipe formada junto à Red Bull e à Total voltadas à América do Sul, no rali cross country mais difícil do mundo.

A decisão remete a um período particularmente bem sucedido na história da PEUGEOT, que deixou uma marca importante no Dakar ao vencer a lendária competição por quatro anos consecutivos, de 1987 até 1990, primeiro com o 205 T16, depois com o igualmente icônico 405 T16.

Vinte e cinco anos após sua última participação na competição, a equipe Peugeot Total será testada em uma maratona de 10 mil quilômetros com um carro novo, o 2008 DKR. O Dakar será, naturalmente, o principal foco do novo programa da PEUGEOT, que também irá incluir um determinado número de outros eventos, a fim de ajudá-la a se preparar para o rali sul-americano.

A equipe trouxe o piloto vencedor do Dakar em 2010, Carlos Sainz, que emprestará sua extensa experiência e habilidade para desenvolver veículos de corrida, e o campeão de cinco edições do evento em duas rodas, Cyril Despres, que escolheu a PEUGEOT para iniciar uma nova carreira sobre quatro rodas.

O 2008 DKR foi concebido pela mesma equipe que estava por trás do desenvolvimento do 208 T16 Pikes Peak. Mais informações sobre o carro serão reveladas no Salão Automóvel de Pequim, em 20 de abril.

PEUGEOT e o Dakar: o gosto pela aventura

O relacionamento da PEUGEOT com o Dakar no passado vai muito além da impressionante estatística de pontuação da Marca com quatro vitórias em quatro edições da competição. Pelo contrário, foi construída em ocasiões improváveis no decorrer dos 48.125 quilômetros de disputa no noroeste da África entre 1987 e 1990.

Em 1º de janeiro de 1987, todos os ingredientes foram colocados no mesmo local para maximizar as chances de sucesso na primeira participação da PEUGEOT no “Paris – Argélia – Dakar”.

Um dos pilotos era um certo Ari Vatanen, cujo 205 T16 recebeu a numeração “205”, uma forma ideal de promover o emblemático modelo da Marca. Infelizmente, um acidente no prólogo do evento, próximo a Paris, impôs danos graves ao veículo, fazendo com o que o piloto caísse para a posição 274 na classificação geral.

O rali tinha apenas começado e o incidente lembrou à equipe da natureza intransigente do Dakar, com seus altos e baixos inerentes ao rali. O duro golpe na equipe, por outro lado, demonstrou a capacidade de reação do time PEUGEOT. Dias mais tarde, o companheiro de equipe Shekhar Mehta aprendeu a mesma lição quando liderava a prova. Um plano bem preprado para seu 205 T16 foi jogado por terra por uma avaria mecânica inexplicável. Felizmente, Ari Vatanen realizou uma incrível corrida de recuperação que lhe garantiu o primeiro triunfo da PEUGEOT na prova, após cerca de 13 mil quilômetros de competição.

A edição de 1988 serviu para confirmar a imprevisibilidade do rali quando um problema inacreditável atrapalhou os planos do então chefe de equipe Jean Todt e o melhor colocado entre os dois 405 T16S. Depois de 13 etapas, Ari Vatanen chegou na frente à capital do Mali, Bamako, mas seu carro foi roubado durante a noite! A recuperação do veículo, entretanto, veio tarde demais, e o finlandês acabou desclassificado. A vitória foi para o 205 T16 do companheiro de equipe Juha Kankkunen, que tinha sido recrutado para servir como piloto de apoio a Vatanen.

O 405 T16 finalmente conseguiu sua oportunidade em 1989 depois de uma batalha incrível entre os companheiros de equipe Ari Vatanen e Jacky Ickx. Para se certificar de que o duelo não inviabilizaria as chances da PEUGEOT, a equipe decidiu resolver a questão jogando uma moeda ao ar na parada no parque de assistência em Gao, no Mali. O resultado favoreceu Ari Vatanen, que venceu a prova.

No ano seguinte, o finlandês construiu uma margem de segurança de duas horas sobre os rivais, até encontrar um dia conturbado na especial de Niamey e Gao, novamente em Mali. A etapa dava ênfase nas habilidades de navegação, mas o co-piloto de Vatanen foi mal e sua bússola estava com defeito. Para “coroar” os acontecimentos, o piloto da Peugeot destruiu parte da carroceria de seu 405 ao bater em uma árvore. Apesar de tudo, o finlandês sobreviveu para conquistar a quarta vitória no Dakar para a PEUGEOT.

DAFRA e KTM anunciam nova fase para a KTM no Brasil



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Por www.daframotos.com.br

A DAFRA, marca brasileira que ocupa a terceira posição no mercado nacional de duas rodas, acaba de fechar um acordo com a KTM Sportmotorcycles AG, fabricante mundialmente conhecida por suas motocicletas empolgantes e de altíssimo desempenho.

A colaboração mútua entre as companhias já está em andamento e é baseada em contrato de longo prazo, que inclui a importação e fabricação de motocicletas em Manaus (AM), a fim de implementar a marca austríaca no Brasil de forma consistente, profissional e progressiva. Detalhes sobre linha de produtos, cronograma de lançamentos e rede de concessionárias serão divulgados nos próximos meses.

"Começaremos a operação CKD com os produtos mais emblemáticos da KTM, os off-road, que serão produzidos em nossa fábrica em Manaus já a partir deste ano. Isso significa estabilidade e continuidade do fornecimento aos concessionários e consumidores. Mais produtos off-road e street virão pelo mesmo processo CKD meses depois, em 2015", explica Sérgio Dias, diretor comercial da DAFRA.

José Ricardo Siqueira, gerente comercial da DAFRA responsável pela marca KTM no Brasil, enfatiza que "depois de muitos anos dominando os principais campeonatos mundiais no segmento off-road, a KTM deu um passo importante há alguns anos para ampliar a linha de produtos, trazendo sua experiência bem sucedida nas pistas para as ruas e as estradas. Todas essas motocicletas farão parte da linha de produtos brasileira a partir do próximo ano".

"Juntamente com uma marca bem definida e produtos inovadores, a globalização é um elemento central para o sucesso da KTM. Seguindo essa estratégia, o mercado brasileiro é fundamental. Para entrar nesta nova realidade um bom parceiro era indispensável. Adicionalmente, a KTM está investindo numa estrutura local de apoio ao mercado nacional”, afirma Hannes Dirmayer, gerente da KTM Áustria responsável pela região.

"Além do sucesso que esperamos no off-road, também pretendemos vender muito bem toda a nossa gama de motos street, com particular destaque para os modelos Duke 200 e 390. A DAFRA é capaz de cumprir os nossos elevados requisitos em termos de capacidade tecnológica e know-how. A companhia brasileira tem profundo conhecimento do mercado e uma estrutura sólida. Estamos muito satisfeitos com esta parceria e muito confiantes em obtermos bons resultados no futuro breve no País", explica Paulo Alegria, diretor de operações da KTM do Brasil.

Ford prepara o Fiesta ST para a temporada 2014 de Rallycross com teste na neve



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Por Imprensa Ford

A Ford faz os ajustes finais para a temporada de 2014 de Rallycross, que começa em maio, e levou o Fiesta ST de competição, equipado com motor EcoBoost de 600 cv e tração 4x4, para testes no gelo e na neve da Suécia. As imagens dessa preparação - disponíveis neste link - dão uma ideia da potência do carro e das dificuldades do desafio.

A equipe Ford OlsbergsMSE vai disputar dois campeonatos: o Mundial de Rallycross da FIA, com etapas em diversos países, e o Global Rallycross Red Bull, realizado nos Estados Unidos, com os pilotos Andreas Bakkerud e Patrik Sandell, respectivamente.

O objetivo da preparação na Suécia foi acertar o carro, mas os pilotos também encontraram tempo para se divertir e ficaram frente a frente com dois "homens das neves", como mostram as imagens. O chefe da equipe OMSE, Andreas Eriksson, comandou o programa e destacou o treinamento dos pilotos. "Tudo depende do que você coloca na pista. Desenvolver o carro é importante, mas é preciso principalmente desenvolver o piloto", disse.

A combinação dessa filosofia de trabalho de Eriksson com a experiência técnica da Ford Racing já provou o seu sucesso, com a conquista de três títulos consecutivos do Global Rallycross nas últimas temporadas.

O Campeonato Mundial de Rallycross 2014 começa dia 3 de maio, em Portugal. Suas 12 etapas incluem: Reino Unido, 24/25 maio; Noruega, 14/15 junho; Finlândia, 28/29 junho; Suécia, 5/6 julho; Bélgica, 12/13 julho; Canadá, 7/8 agosto; França, 6/7 setembro; Alemanha, 20/21 setembro; Itália, 27/28 setembro; Turquia, 11/12 outubro; e Argentina, 22/23 novembro. Já o Campeonato Global Rallycross 2014 começa no dia 18 de maio, com um total de dez etapas nos Estados Unidos.

Castrol fecha parceria para quebrar barreira das mil milhas por hora


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A Castrol renovou mais uma vez seu apoio para tentar quebrar o recorde mundial de velocidade em solo.  A empresa, que nos últimos 90 anos ofereceu seus produtos por 21 vezes em que a marca foi superada, fechou nova parceria com o carro supersônico BLOODHOUND, que tentará quebrar a barreira das mil milhas por hora (mph), ou 1.609 km/h.

A participação da Castrol vai muito além da exibição de seu logotipo no carro. Comprovando sua liderança tecnológica e pioneirismo na área, a empresa será responsável pelos lubrificantes e fluídos hidráulicos e de freio, além de desenvolver produtos inovadores em conjunto com os engenheiros do projeto. A tradição da Castrol na Land Speed Racing remonta à primeira tentativa de quebra do recorde, em 1924, com a marca de 146 mph (235 km/h). Atualmente, a velocidade a ser batida é de 763 mph, o que equivale a 1.228 km/h.

O BLOODHOUND promoverá mundialmente marcas como os lubrificantes Castrol EDGE, que integrarão o carro em seu plano de marketing global para 2015. “Nós estamos muito satisfeitos com o apoio ao projeto BLOODHOUND. Na Castrol, temos orgulho de nosso histórico como pioneiros em combustíveis e esta parceria nos dá a chance de exibir como nossos produtos de alta performance definem novos padrões e ampliam fronteiras”, afirma Paul Waterman, Executivo-Chefe Global da Castrol.

* Para mais informações, visite o Castrol Brand Centre (brand.castrol.com).

Para assisitir ao vídeo, visire Castrol: Fuelling Bloodhound & the 1000mph Land Speed Record (https://www.youtube.com/watch?v=k8upyFAR2Cg).

Renault garante surpresas ao visitante do Salão Interncional do Automóvel de São Paulo



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Por 2PRÓ Comunicação

Só no ano passado a Renault vendeu 236 mil veículos no Brasil o que ajudou a consolidar o país como segundo principal mercado da marca desde 2011 - atrás apenas da França - com uma participação de mercado de 6,6%. A expectativa da empresa é que esse percentual atinja 8% em 2016. A ousadia da meta leva a crer que a Renault levará para o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, que acontece entre os dias 30 de outubro e 9 de novembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi em São Paulo, novidades quem devem prender a atenção do visitante.

Além do mais a marca comemora, em 2014, 15 anos de fabricação no território nacional. “O Salão de São Paulo é um evento importantíssimo para todo o setor, mas para nós será ainda mais por estarmos comemorando um marco para a empresa”, afirma Caique Ferreira, diretor de comunicação da Renault. A empresa já garantiu que levará ao Anhembi modelos de carros elétricos, carros conceito, além de modelos de veículos da equipe Red Bull que utiliza motor Renault e é atualmente tetra campeã do mundial de Fórmula 1.

É claro que o porta-voz da marca não adiantou e nem deu pistas sobre lançamentos previstos para o evento, mas as declarações de Ferreira, juntamente à expectativa de crescimento da marca, sinalizam que a Renault prepara grandes novidades para o evento. “Ainda é muito cedo para falar de lançamentos, mas todos sabemos que o Salão é um momento de visibilidade muito importante para nós. O que posso dizer agora é que temos o objetivo de crescer no Brasil e esse crescimento passa necessariamente pela ampliação de nossa gama de veículos”, finaliza.

A visão de Caique Ferreira sobre o evento tem total sinergia com a análise feita pelo diretor do portfólio automotivo da Reed Exhibitions, Rodrigo Rumi, sobre as expectativas dos expositores em relação ao Salão. “Ao longo de 28 edições nosso evento se tornou vitrine não só para exposição das montadoras no Brasil, mas para o fortalecimento das marcas em nível mundial. Juntando isso ao crescimento do mercado automotivo brasileiro, acredito que realizaremos em 2014 a melhor edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo”.

Serviço

28º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo
Data: 30 de outubro a 9 de novembro de 2014
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
http://www.salaodoautomovel.com.br/

A caminho da aventura no C_42!


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 Por CITROËN DO BRASIL - RELAÇÕES PÚBLICAS E IMPRENSA

Com 8 títulos de Campeão Mundial dos Ralis WRC, a CITROËN participa pela primeira vez este ano do Campeonato Mundial FIA de carros de turismo em circuito, o WTCC (World Touring Car Championship), cuja primeira das 12 corridas internacionais será realizada em 12 de abril, no Marrocos. Esta nova disciplina soa como um novo desafio para CITROËN. A oportunidade para o C_42 dedicar sua nova temporada aos desafios humanos que marcaram a história da Marca. Dos cruzeiros ao WTCC passando pelo Rally-raid ou o WRC, o visitante é convidado a descobrir alguns dos veículos icônicos das aventuras da CITROËN.

O CITROËN B2 com lagartas da travessia do Saara (1922)

Precursor e visionário, André Citroën deseja promover sua marca de forma audaciosa e lança em 1922 uma expedição pioneira: a Travessia do Saara de carro. Verdadeiro desafio técnico para a época, a expedição tornou-se possível graças ao desenvolvimento de uma nova tecnologia de propulsão fora de estrada: O Carro com Lagartas. O CITROËN B2 com Lagartas passa a ser o primeiro veículo motorizado a realizar a travessia do Saara, e isso em 21 dias (contra 6 meses viajando a camelo!). Com este sucesso técnico e midiático, André Citroën organizará depois expedições de maior envergadura: as famosas Travessia Negra, na África (1924-1925), e Travessia Amarela, na Ásia (1931-1932). Verdadeiras aventuras científicas e humanas para a época, cujas repercussões internacionais contribuíram à reputação da Marca.

La CITROËN Traction Sans Frontières 11BL (1955)

Modelo icônico de antes da guerra, o Traction Avant comemora seu 80º aniversário este ano. Lançado em abril de 1934, ele marcou uma revolução num momento em que os automóveis eram normalmente propulsados pelo eixo traseiro. Com seu centro de gravidade baixo, sua carroceria monocoque de aço, sua leveza e sua aerodinâmica estudada, o Traction Avant tem um comportamento na estrada totalmente diferente para aquela época (capacidade de manobra, estabilidade na estrada, etc.). Uma das qualidades que lhe permitiram estar no centro de muitas aventuras da CITROËN. Hoje, a associação "Traction Sans Frontières” ( Tração Sem Fronteiras, em português) viaja pelo mundo ao volante dele, participando tanto de Ralis de veículos históricos quanto de missões humanitárias... Europa, África, América do Norte e do Sul. Multiplicando as viagens, somando quilômetros, com percursos de 3.500 km a 8500 km, o CITROËN Traction Avant ainda não para de chamar a atenção!

O CITROËN 2 CV Raid África (1973)

A CITROËN organizou em 1973 uma travessia pelos desertos do Ténéré e do Hoggar em um 2CV. 99 jovens participaram deste raid longo de 8000 km, entre a Costa do Marfim e a Tunísia. Graças a sua simplicidade, sua robustez, sua leveza - e apesar da modesta potência de seu motor (28 cv) -, o CITROËN 2CV passa com brio pelas armadilhas das pistas africanas, em um terreno até então inacessível aos carros 4X2. O CITROËN 2CV Raid África se torna, assim, o símbolo das aventuras acessíveis em todo o mundo.

O CITROËN ZX Rallye-Raid (1993)

Outro emblema das aventuras da CITROËN pelo mundo, o ZX Rallye-Raid é um veículo para qualquer terreno de classe T3 (Protótipo). Verdadeiro ícone das vitórias da CITROËN em rali-raid, ele ganhou a maioria dos Raids incluídos na Copa do Mundo de rali-raid. Da Baja Aragon ao Paris-Dakar (4 vitórias!), passando pelo Paris-Moscou-Pequim e o Rali dos Faraós, o CITROËN ZX Rallye-Raid permitiu que a CITROËN obtivesse 5 títulos de construtores nos anos 1990, e que Pierre LARTIGUE ganhasse 4 títulos de piloto. A versão exposta no C_42 participou do Paris-Dakar 1993, com Alain Ambrosino ao volante.

O CITROËN C-Elysée WTCC (2014)

A escolha do C-Elysée para construir o carro de WTCC se baseia em vários pontos:

- as provas de WTCC ocorrem, em parte, nos países de comercialização do CITROËN C-Elysée;

- a escolha de uma carroceria sedã tricorpo é ideal em termos de aerodinâmica;

- a arquitetura geral do veículo, que facilita a implantação dos vários componentes.

Posicionado rente ao asfalto com suas rodas de 18 polegadas, com uma carroceria alargada e vários acessórios aerodinâmicos, o CITROËN C-Elysée WTCC apresenta um caráter definitivamente desportivo. Sob o capô, há um bloco 1.6 turbo com injeção direta de 380 cv. A largada no dia 12 de abril no Marrocos!

O concept CITROËN C4 CACTUS Aventure

Apresentado ao público em exclusividade mundial no Salão de Genebra 2014, tal como o CITROËN C4 CACTUS do qual ele deriva, o conceito C4 CACTUS Aventure se destaca pela sua base elevada, suas proteções inferiores e o porta-objetos de teto. Um lembrete das aventuras humanas que marcaram a história da Marca, desde a Travessia do Saara de 1923 até a Odisséia Elétrica em 2012, este concept car único será colocado à disposição de uma equipe de duas pessoas para uma volta pela Europa. Uma aventura do século XXI que será conectada graças às câmeras que equipam este C4 CACTUS Aventure!

E atrações para as crianças e os adultos!

Os visitantes são também convidados a experimentar a Aventura CITROËN por meio de várias animações originais:

- The Speed Experience : depois do sucesso do Cinema 4D, esta nova atração do espaço Racing do C_42 oferece grande emoção aos amantes de aventura. Esta é uma experiência multissensorial inédita para viver a velocidade tal como os pilotos da CITROËN Racing, através de um complexo coquetel de sons, luzes e vento!

- RoadTrip : no 1º andar do C_42, esta atração permite que os visitantes selecionem o país de sua escolha em um globo por meio de uma tela tátil e, depois, descubram por meio de imagens a aventura CITROËN associada.

- PhotoMobile : no 2º andar, esta atração apresenta em uma tela fotos das aventuras da CITROËN do passado, cujas paisagens são transpostas até hoje graças ao movimento do visitante na frente da tela.


Riffel lança Bota Enduro


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Por MCK Cultura da Informação

Fornecedora das principais montadoras de motocicletas no Brasil, a Riffel investe amplia com sucesso em sua linha Security Safety Motowear, com acessórios de segurança que garantem muito estilo e conforto aos motociclistas, aliando design, alta qualidade e resistência dos materiais. O lançamento do modelo de Bota Enduro (R$ 699, 00) foi especialmente confeccionado para encarar qualquer percurso, seja qual for o terreno.

 Feita em couro natural laminado que proporciona maior resistência a água, e com a parte lateral externa em couro nobuck protegendo contra possíveis queimaduras, a Bota Enduro conta com a segurança das proteções rígidas, posicionadas nas pontas dos dedos, calcanhar, canela e tornozelo. Suas tiras de ajuste rápido facilitam o calçar, proporcionado um encaixe firme e perfeito. A sola costurada à mão oferece maior durabilidade, aderência e sensibilidade para os pilotos.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Programa de Táxis Elétricos da Nissan no Rio completa um ano


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Por NissanNews.com.

O Programa de Táxis Elétricos da Nissan no Rio de Janeiro completa agora em março um ano contribuindo para tornar mais limpo o ar da cidade. As 15 unidades do modelo 100% elétrico Nissan LEAF usadas no programa, e que formam a maior frota de táxis elétricos da América do Sul, rodaram juntas no período mais de 500 mil quilômetros sem emissões de poluentes – emissões zero. Assim, se comparado a um carro de mesmo porte com motor a gasolina rodando a mesma distância, cada táxi elétrico evitou que fosse despejado na atmosfera, por exemplo, cinco toneladas de CO2.

Somada toda a frota de LEAF que roda atendendo a população e turistas na cidade, em apenas um ano, foi evitada a emissão de 75 toneladas de CO2. Uma prova de que, além de atender com conforto e qualidade os usuários, podendo ser usado normalmente no dia a dia, o carro 100% elétrico é uma solução real para a mobilidade sustentável. Se, por exemplo, toda a frota de aproximadamente 33 mil táxis do Rio fosse substituída por modelos Nissan LEAF, seria possível eliminar o despejo de 165 mil toneladas de CO2 por ano.

"Nossa convicção é de que o carro elétrico é parte do futuro do planeta que queremos deixar para os jovens. Emissão zero é, sim, possível, inclusive no Brasil,  onde a matriz energética é baseada em hidrelétricas não poluentes como a queima de carvão ou termoelétricas de outros locais. ", afirma François Dossa, Presidente da Nissan do Brasil.

Projetado para atender às necessidades da mobilidade urbana moderna, o Nissan LEAF oferece espaço, conforto e potência como os veículos à combustão. Lançado comercialmente nos Estados Unidos e no Japão em dezembro de 2010, e na Europa no ano seguinte, o modelo já tem mais de 100 mil unidades vendidas em todo o mundo. O módulo de 48 baterias de íon-lítio tem autonomia de cerca de 160 km e pode ser recarregado em carregadores caseiros em até quatro  horas, ou em apenas 30 minutos com os 'Quick Chargers' (carregadores rápidos), como os utilizados para abastecer os táxis dos programas do Rio de Janeiro e São Paulo.

Além de contribuir para diminuir as emissões de poluentes, o táxi elétrico também proporciona uma significativa redução das despesas com abastecimento. Em relação a um carro do mesmo porte abastecido com etanol, levando-se em consideração uma média anual de 36 mil quilômetros rodados em ambiente urbano, a economia de cada LEAF táxi, sendo recarregado usando a rede elétrica, ultrapassa os R$ 10 mil por ano. Comparado com um carro a gasolina, é possível economizar cerca de R$ 8,7 mil e, se o combustível em questão for o gás natural veicular (GNV), a vantagem para o modelo 100% elétrico é de R$ 4 mil em 12 meses. Além disso, um carro elétrico proporciona outros ganhos aos motoristas. "Não há manutenção de componentes como filtro de óleo, óleo do motor e outros pelo fato do motor não ser a combustão", relata Anderson Suzuki, responsável pelo programa de veículos elétricos da Nissan do Brasil.

O programa de táxis elétricos LEAF no Rio faz parte de uma parceria que promove a mobilidade com emissão zero de poluentes na cidade e envolve a montadora Nissan, a Petrobras Distribuidora – responsável pela infraestrutura de recarga para os veículos em postos com sua bandeira –, a Prefeitura e o projeto Rio Capital da Energia. Ainda na capital carioca, dois LEAF são usados, também em programa de testes, pela Polícia Militar no patrulhamento de pontos turísticos da capital e, no mês passado, um carro do mesmo modelo foi cedido ao Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Outros 10 Nissan LEAF rodam como táxis em São Paulo, em um projeto semelhante ao existente no Rio.

Nos meses de janeiro e fevereiro, o Brasil também fez parte dos testes mundiais do protótipo do segundo carro 100% elétrico de produção em série da Nissan: a van compacta e-NV200. O modelo foi testado por um mês pela FedEx Express em entregas na cidade do Rio como parte de uma parceria global entre as duas empresas visando testar em situação real os protótipos, contribuindo assim para o seu desenvolvimento final. A van e-NV200 foi apresentada oficialmente no Salão do Automóvel de Genebra no início deste mês e começará a ser vendida em junho na Europa.

A Nissan passa a ter assim dois automóveis totalmente elétricos em sua linha global de veículos – o LEAF, o carro elétrico mais vendido do mundo, e a e-NV200.

Fiat Grand Siena ganha novos equipamentos em sua linha 2015



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Por Fiat Press

Um dos grandes sucessos da gama Fiat e líder do segmento dos sedãs compactos chega ao mercado trazendo novidades em sua linha 2015. O Grand Siena ganha conteúdos que o tornam mais completo, atraente e ainda mais competitivo no mercado.

Pensando sempre no consumidor e como aumentar o grau de satisfação com os seus produtos, a Fiat inclui novos itens na lista de equipamentos de série do Grand Siena 2015, oferecendo assim mais conforto, segurança e modernidade. Confira abaixo os novos itens:

• Lane Change – Função que auxilia a visualização do veículo na troca de faixas. Basta pressionar levemente a alavanca de seta na direção desejada e o sistema acionará as setas por cinco vezes para indicar a intenção do motorista;

• Anéis cromados nos Comandos de Climatização – Detalhe que traz mais requinte e modernidade ao veículo;

• A tampa do porta-malas agora também ganha revestimento interno;

• As versões Attractive 1.4 e Tetrafuel 1.4 recebem de série rodas de aço 15”.

Opcionalmente o Fiat Grand Siena 2015 passou a contar também em sua lista de conteúdos com alarme de fábrica e com a função Tilt Down — ao engatar a marcha ré o espelho retrovisor do lado do passageiro inclina para baixo, melhorando assim a visualização nas manobras de estacionamento. Esta função é disponível com o retrovisor externo elétrico.

Além dos novos conteúdos, a gama chega com um excelente custo benefício. Veja abaixo os preços das versões que acabam de chegar ao mercado:

Grand Siena Attractive 1.4: R$ 40.590.
Grand Siena Tetrafuel 1.4: R$ 50.040.
Grand Siena Essence 1.6: R$ 45.430.

BMW i3 roda pela primeira vez no Brasil



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Por  Comunicação Corporativa BMW Group Brasil

O BMW i3, primeiro modelo elétrico de série da marca, já circula pelas ruas do Brasil. O veículo rodou pela primeira vez nesta quarta-feira, na cidade de São Paulo (SP), como parte do programa de preparação para o seu lançamento no mercado brasileiro, previsto para o segundo semestre deste ano. O BMW Group Brasil continuará realizando testes com o veículo na capital paulistana por mais uma semana.

“O BMW i3 é uma referência no que diz respeito à mobilidade urbana, oferecendo alta tecnologia, conforto e agilidade com emissão zero de poluentes. Nosso objetivo é chegarmos ao mercado brasileiro preparados para agradar aos nossos futuros clientes e, para isso, uma das estratégias é realizarmos testes com o modelo em ruas e rodovias brasileiras”, explica Carlos Cortes, gerente de vendas e marketing da BMW i.

Alto desempenho com emissão zero

Construído com a inovadora arquitetura LifeDrive, o i3 é constituído por duas unidades funcionais separadas: módulo Life superior, que consiste numa célula de passageiros de alta resistência e extremamente leve feita de plástico reforçado com fibras de carbono (CFRP); e módulo Drive inferior, uma construção de alumínio que agrega o sistema de suspensão, componentes estruturais e de impacto.

É também no módulo Drive que se encontra o sistema de propulsão eDrive: uma bateria de íons de lítio especificamente desenvolvida para o BMW i3 e o motor elétrico de alta densidade, que pesa apenas 50kg, estão acoplados ao eixo traseiro e ao conjunto de transmissão elétrica. Este conceito inovador compensa o peso extra da unidade de bateria, deixando o BMW i3 com apenas 1.195 kg.

Os atributos do i3 são típicos de um BMW. Tração traseira, distribuição do peso em 50:50 e baixo centro de gravidade devido à localização da bateria – Além do alto desempenho, com 125kW (170 hp) de potência e torque imediato de 250Nm, que propiciam a aceleração 0 a 100 km/h em 7,2s e retomadas de 30 a 70km/h em 2,5s.

Feito para o ambiente urbano, o BMW i3 possui uma autonomia entre 130 e 160 km. Se utilizados os modos de condução ECO PRO e ECO PRO+, sua autonomia pode ser aumentada em 20 km e 40km respectivamente. Para auxiliar na autonomia estará disponível em uma das versões um motor à combustão interna de dois cilindros, 650cc (34hp), responsável por gerar energia para a bateria. Com este diferencial, o alcance do BMW i3 será de aproximadamente 300 km. Tecnologicamente à frente do seu tempo, a BMW traz com o i3 a aliança perfeita entre o prazer de dirigir e a preocupação com sustentabilidade.

Relógios da marca Triumph se destacam pelo estilo, sofisticação e exclusividade



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Por g6 Comunicação Corporativa

 A Triumph possui uma extensa linha de roupas e acessórios pessoais com cerca de 200 itens, o que inclui uma coleção moderna e altamente qualificada de relógios. Todos os modelos são inspirados em motocicletas da Triumph e são cobertos pela garantia da marca. São peças que proporcionam estilo, exclusividade elegância e sofisticação com preços bem competitivos, que variam de R$ 500,00 a R$ 700,00. Baseado na esportiva Daytona 675R, o modelo Daytona Gold é produzido com pulseira emborrachada e à prova d’água, chegando às lojas com preço de R$ 500,00. A mescla das cores preta e dourada deixa o acessório mais charmoso, além de possuir ponteiros luminosos e trazer o nome da marca inglesa em destaque.

Na mesma linha esportiva, outra opção interessante é o relógio Speed Triple. As cores preta e branca assumem o perfil clássico da marca aliando o conforto à pulseira emborrachada e aos ponteiros de visão noturna. O produto ainda vem acompanhado de um estojo e uma caixa especial, por R$ 500,00. O relógio Cronômetro Bonneville T100 foi elaborado para um público exigente, pois traz pulseira de couro 100% legítimo e mostrador multinível com logotipo e bandeira do Reino Unido. O modelo é diferente por ser composto pelas cores preta, creme e azul, além de também vir equipado com ponteiros luminosos e estojo. Dentro desta mesma linha, o público também encontra o modelo Cronômeto Bonneville, diferente do anterior, por ser mais discreto na cor preta. Ambos estão disponíveis por R$ 700,00.

Ecosport e Everest Concept são atrações em Bangkok



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A Ford mostra dois utilitários esportivos como destaques da marca no Salão Internacional de Bangkok, na Tailândia: o consagrado EcoSport e o Everest Concept. Os veículos apresentam as novas propostas da Ford para crescer nos competitivos países do Sudeste Asiático.

A Ford tem como meta atingir vendas globais de 8 milhões de veículos até o meio da década e essa região é chave para os planos da empresa. Além do EcoSport, o New Fiesta, apresentado em Bangkok com uma nova versão automática com motor 1.5, tem grande aceitação na Ásia e deverá ter também uma participação importante nesse total.

O EcoSport já é produzido na avançada fábrica da Ford em Rayong, na Tailândia, para atender o mercado doméstico e outros países da região.

"Estamos empolgados em trazer novos veículos para o Salão de Bangkok", diz Yukontorn Wisadkosin, diretor geral da Ford Tailândia. "O novo EcoSport ajudará a criar um segmento totalmente novo no nosso mercado. E o New Fiesta dá aos consumidores novas razões de compra com o lançamento do motor 1.5 Ti-VCT."

Conceito

A Ford está apresentando também uma visão do futuro com a revelação do Everest Concept, utilitário esportivo de sete lugares projetado para o Sudeste Asiático.

"O Salão de Bangkok é uma grande oportunidade também para apresentar futuras propostas de produtos para os consumidores dessa região dinâmica e em crescimento", diz Matt Bradley, presidente da Ford na Associação dos Países do Sudeste Asiático. "Trazendo uma nova visão de utilitário esportivo moderno e empolgante, estamos confiantes na continuidade da força da marca Ford nos grandes mercados asiáticos."

Campeonato Brasileiro de Envelopamento Automotivo acontece em São Paulo



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Por economidia.com.br

A Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, traz pelo terceiro ano consecutivo o Campeonato Brasileiro de Envelopamento Automotivo, conhecido como Cambea, que está em sua 4ª edição. O evento será realizado no Pavilhão de Exposições Anhembi, em São Paulo (SP), entre os dias 06 e 09 de maio, e visa incentivar o mercado de customização automotiva e impressão digital. Este ano, os participantes poderão aprimorar as técnicas e participar de uma batalha para bater o recorde mundial em velocidade de envelopamento, que atualmente pertence ao Brasil.

A iniciativa é uma ótima oportunidade para que profissionais possam mostrar suas habilidades em três desafios. O mais esperado será o Desafio Cambea World Record, que reúne times compostos por nove envelopadores, que irão competir pelo título de mais veloz do mundo. O principal objetivo dos participantes é bater os 26 minutos e um segundo cravados na edição do ano passado, tempo gasto no envelopamento de um Mitsubishi Lancer. “Em 2013, conseguimos bater o recorde de uma equipe dinamarquesa que customizou um Audi A6 em 34 minutos, com um time de 10 pessoas. Além disso, também queremos registrar o resultado no Guinness Book”, revela um dos organizadores do Cambea, Paulo Cecato.

Outra atividade será o Cambea Pró, um confronto entre duplas de profissionais. Serão realizadas três baterias de provas por dia, durante os quatro dias de evento. Cada desafio terá duração de 1h30 para que as duplas façam o envelopamento de uma lateral inteira, mais o capô de um carro. A final será disputada por três equipes e os participantes terão 5 horas para envelopar um carro inteiro. Além do tempo, serão avaliados quesitos como limpeza do local, acabamento, refile, manuseio de ferramentas e material e alinhamento das imagens, ou seja, é como se o serviço fosse feito no veículo de um cliente.

“Simulamos uma situação real; como se estes profissionais estivessem recebendo um carro de um cliente. O carro é um bem do cliente e no dia a dia ele deve ser entregue da forma como foi recebido. Aqui também seguimos esta regra”, explica Cecato. Para participar deste desafio, os profissionais devem se inscrever, ser selecionados e pagar uma taxa no valor de R$ 200. Para se inscrever basta acessar: www.cambea.com.br

Os fãs da técnica também poderão participar das ações no desafio Cambea Fast. Os interessados em participar terão, no máximo, 15 minutos para envelopar o capô de um carro. A brincadeira será realizada ao vivo, todos os dias da feira. Aqueles que fizerem o serviço em menos tempo e com mais qualidade ganharão kits e ferramentas para envelopamento da Alko, a organizadora do Cambea. “Não é preciso levar nada, nenhum material, forneceremos soprador térmico, estilete, espátula e os adesivos para os participantes. Basta se inscrever e utilizar a melhor técnica”, explica Paulo Cecato.

Além dos desafios, a Alko traz o americano Justin Pate à Serigrafia SIGN FutureTEXTIL pela terceira vez. Nesta edição, o especialista, que já customizou 3 mil carros, fará demonstrações de aplicação de adesivos no estande da empresa a cada 1h durante os quatro dias de evento.

Aos que ainda não conhecem, o envelopamento é uma técnica que aplica adesivos em automóveis para estilizá-los, é totalmente removível e não causa danos aos veículos. A técnica foi iniciada para carros utilitários portarem propagandas de empresas, mas com o tempo, ganhou adeptos que passaram a customizar seus próprios carros. As montadoras também fomentam este mercado, já que todas oferecem opções de customização para modelos esportivos. Entre as curiosidades, os donos de Fiat 500 e Mini Cooper são os que mais procuram por esta técnica atualmente.

Serigrafia SIGN FutureTEXTIL

Com área de exposição de 40 mil m², mais de 650 marcas expostas e cerca de 40 mil pessoas entre visitantes de todo país, a feira promove encontro entre profissionais do setor, geração de negócios e networking em espaços de exposição criados para destacar produtos, serviços e tecnologias no segmento. O credenciamento já está disponível no site www.serigrafiasign.com.br.

SERVIÇO:
Serigrafia SIGN FutureTEXTIL
Data: 06 a 09 de maio
Local: Pavilhão de Exposições Anhembi – São Paulo

Horário: Das 13h às 20h
Informações: www.serigrafiasign.com.br  


Campus de Xerém abre as portas à caravana da Alfa Romeo



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Por cdn.com.br

O Campus de Laboratórios do Inmetro, em Xerém, viveu nesta terça-feira, 25 de março, um momento marcante com a passagem da Caravana da Alfa Romeo. Quinze carros de todas as épocas da montadora desfilaram pelo Campus, como parte de uma viagem histórica pelo Brasil para visita à antiga Fábrica Nacional de Motores, onde atualmente funciona a fábrica de carrocerias de ônibus Ciferal-Marcopolo, em Xerém. Servidores e colaboradores do Inmetro lotaram o entorno do restaurante, para ver de perto veículos que fizeram sucesso nas ruas nas décadas de 70 e 80, entre eles um Alfa Romeo 2300 branco, modelo oficial do evento, que voltou a Xerém, onde foi construído, depois de 40 anos, exibindo ‘grande forma’.

“O nosso maior desafio foi trazer intactos e sem problemas mecânicos carros com muitos anos de uso, depois de uma viagem de 1.300 quilômetros. Isso mostra a confiança que temos nesta marca. Temos muita admiração pelo Inmetro e agradecemos a recepção especial. Nós nos sentimos em casa”, confidenciou Marcelo Paolillo, idealizador do evento e que recebeu do Inmetro uma placa comemorativa.

Para alguns dos servidores da Casa, como Mercidis Batista, da Divisão de Finanças (Diraf /Difin), este foi um reencontro com o início de sua vida profissional. “Meu primeiro emprego, aos 19 anos, foi na fábrica da Alfa Romeo, aqui em Xerém, onde trabalhei por dois anos após servir o Exército. Depois vim trabalhar no Inmetro, onde estou até hoje. Ajudei a montar estes carros e estar ao lado deles me deixa com saudades”, disse, apontando para o 2300 branco, a pérola da caravana.

Os carros ficaram expostos das 12 h às 15 h, e depois seguiram o percurso de uma caravana que cruza o país, com trajeto de 2.300 quilômetros. A viagem, que começou no dia 22 de março, em São Paulo, passando por Curitiba, São José dos Campos (SP), Petrópolis, Xerém, Betim (MG), encerra na capital paulista, no dia 27 de março, em oito dias de estrada.

Participam da caravana colecionadores e amantes de carros antigos, movidos pela paixão, devidamente assistidos por um mecânico, para os eventuais enguiços.

As diferenças entre os pneus de pista e de rua



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Por Julie Garcia

Os veículos de corrida são preparados para passar por situações muito mais extremas que os veículos de passeio, que priorizam o conforto e a segurança em detrimento da velocidade. Muitas vezes, os carros de corrida podem ser uma forma de testar novas tecnologias, no entanto algumas características não se adaptam bem às necessidades das ruas.

Tecnologias exclusivas

Os pneus utilizados pelos veículos de corrida são produzidos para aguentar altas temperaturas, em torno dos 100º C, e são próprios para garantir a melhor aderência ao asfalto. O contato do pneu com a pista é maior com as borrachas penetrando nos poros do asfalto, fazendo com que os pneus tenham um desgaste muito maior - algo completamente contra os princípios dos pneus de passeio. Enquanto os pneus Pirelli, utilizados na Fórmula 1, duram por 100 quilômetros, os pneus da mesma marca, para carros de passeio, duram cerca de 40 mil.

Como a importância dos pneus de competição está na aderência e na velocidade, para a modalidade, foram desenvolvidos que tivessem excelente aderência ao mesmo tempo que possuíssem a melhor aerodinâmica.

Condições normais

Para as condições climáticas normais, são encontrados dois tipos (macio e duro) que se subdividem em supermacio, macio, médio e duro. Quanto mais macio, maior a aderência e quanto mais duro, maior velocidade e durabilidade. Deste modo, os pneus macios são bons para garantirem a segurança em pistas com muitas curvas, enquanto o pneu duro é ideal para alcançar as maiores velocidades.

Condições chuvosas

Um dos principais problemas que os pneus da Fórmula 1 devem enfrentar é a chuva. Para isso, existem modelos que ajudam o piloto a alcançar o melhor desempenho. Entre os modelos estão o “intermediário” e o “chuva”, muito polêmicos quanto a seu uso. No entanto, a definição é que o intermediário é utilizado nos momentos em que a chuva não é muito intensa e o chuva no momento em que há muita água na pista.

Os pneus nas ruas e estradas

Na ruas, os veículos devem estar preparados para enfrentar quaisquer situações, pois não é possível contar com uma equipe que coloque o pneu ideal para cada momento - de curvas, na chuva, ou em terreno mais acidentado. Por isso existem tantos modelos e tamanhos diferentes, como os modelos run flat e muitos outros, sendo importante que o motorista analise os obstáculos mais comumente enfrentados e selecione o pneu que melhor atenda suas necessidades.