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Empresa chama a atenção de motoristas e reparadores para as condições do tambor de freio, que sofre desgaste natural devido ao atrito com as sapatas. “Quando esse desgaste é ignorado, a frenagem pode se tornar ineficiente e, em casos extremos, comprometer seriamente a segurança. Por isso, é fundamental estar atento aos sinais do sistema e realizar inspeções periódicas”, reforça Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Fremax.
Componente fundamental nos sistemas de frenagem por fricção, o tambor de freio é amplamente utilizado nos eixos traseiros de veículos de passeio e picapes. Com maior área de contato, contribui para melhor eficiência de frenagem em condições adversas, além de suportar altas cargas. “Quando o motorista aciona o pedal, a pressão hidráulica ou pneumática empurra os pistões do cilindro de roda que, por sua vez, forçam as sapatas contra a parede interna do tambor, gerando atrito e o torque de frenagem necessário para parar a roda”, explica. Além de gerar o torque de frenagem, o tambor também atua como dissipador térmico, absorvendo e dissipando o calor produzido durante o processo.
Fim da vida útil varia de acordo com as condições de uso - Não existe uma quilometragem padrão para a substituição do tambor de freio. De acordo com o coordenador de Assistência Técnica da Fremax, a durabilidade do componente é influenciada pelo tipo de uso (urbano ou rodoviário), estilo de condução e o peso da carga transportada.
Mesmo assim, algumas orientações podem ajudar na manutenção preventiva:
– Respeitar os intervalos de inspeção indicados no manual do fabricante do veículo, geralmente entre 10.000 km e 20.000 km;
– Realizar a medição do diâmetro interno do tambor com instrumento adequado;
– Comparar a medida com o diâmetro máximo permitido, informação que vem gravada no próprio tambor. Ultrapassado esse limite, o componente deve ser descartado e substituído, nunca reaproveitado.
“Rodar com o tambor fora das especificações é sobrecarregar o freio dianteiro e colocar em risco a segurança do motorista, dos passageiros e de todos ao redor. A manutenção preventiva é sempre mais econômica e muito mais segura do que uma frenagem ineficiente em uma situação de emergência”, alerta Leite.
Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

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