quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Inteligência artificial muda a forma de comprar carros

 

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A inteligência artificial passou a ocupar espaço na jornada de compra de automóveis dos brasileiros. Pesquisa do Google apresentada durante o Anfavea Visions 2026 aponta que 57% dos consumidores utilizam ferramentas de IA ao longo do processo de escolha de um veículo. A tecnologia está sendo incorporada à pesquisa para organizar informações, comparar alternativas e aprofundar a análise antes de uma decisão que envolve modelos, versões, tecnologias e diferentes custos relacionados à aquisição e ao uso do automóvel.

“Comprar um carro envolve diversas variáveis e a inteligência artificial acrescentou uma nova ferramenta à disposição do consumidor para organizar essas informações. Quanto maior o acesso aos dados e às possibilidades de comparação, maior também pode ser a capacidade de planejar a aquisição de acordo com as necessidades e a realidade financeira de cada pessoa”, afirma Marcelo Lucindo, CEO da Evoy Administradora de Consórcios.

O levantamento mostra ainda que 13% dos consumidores brasileiros já delegam parte das escolhas à inteligência artificial. A utilização dessas ferramentas não necessariamente encurta a jornada de compra. Ao organizar informações e ampliar as possibilidades de comparação, a IA pode levar o consumidor a pesquisar mais antes da decisão final.  

Nesse processo, as ferramentas podem ser utilizadas para reunir características de diferentes automóveis, confrontar versões e organizar informações relacionadas a consumo, manutenção, seguro, equipamentos e tecnologias. O consumidor passa a chegar às etapas seguintes da compra com um conjunto maior de dados para avaliar.

Uma década de inovação: Nissan relembra os principais marcos dos 10 anos do Kicks

 

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Lançado globalmente no Rio de Janeiro em 2016, SUV revolucionou o segmento e se consolidou como um dos modelos mais importantes da história da Nissan no Brasil 

Desde sua chegada, em agosto de 2016, o Nissan Kicks ajudou a redefinir as expectativas dos consumidores e do mercado ao introduzir equipamentos, tecnologias e elementos de design que contribuíram para elevar o padrão do segmento de SUVs compactos. Com ele, os clientes tiveram à disposição equipamentos inéditos para modelos do seu porte, como a Visão 360°, tecnologias avançadas de assistência ao motorista, bancos Zero Gravity e um design marcante tornaram o modelo uma referência para clientes e concorrentes.

Para marcar os 10 anos do Kicks, a Nissan destaca em um infográfico especial e um vídeo os principais marcos da trajetória do SUV fabricado em Resende (RJ) em suas duas gerações.

 

Como identificar o desgaste do tambor de freio e evitar riscos na frenagem

 

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Componente fundamental do sistema de frenagem por atrito, o tambor de freio é amplamente utilizado no eixo traseiro de automóveis, veículos pesados e motocicletas de baixa cilindrada, principalmente por sua durabilidade e baixo custo de manutenção. Apesar disso, muitas vezes é negligenciado durante as revisões, o que pode comprometer a segurança e gerar danos em outros componentes do sistema.

 

O tambor de freio fornece a superfície de atrito sobre a qual atuam as lonas das sapatas, permitindo a desaceleração e a parada do veículo."Quando o motorista pisa no pedal, a pressão hidráulica aciona o cilindro de roda, que empurra as sapatas para fora, fazendo com que as lonas entrem em contato com a parede interna do tambor, que gira junto com a roda. O atrito gerado converte a energia cinética em calor, reduzindo a velocidade do veículo", explica Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Fremax.

 

O especialista lembra ainda que, além da frenagem de serviço, o tambor normalmente abriga o mecanismo do freio de estacionamento, responsável por travar mecanicamente as rodas traseiras por meio de cabos.

 

Sinais de alerta: como perceber o desgaste do tambor de freio - Por ser um sistema fechado, o desgaste do tambor de freio nem sempre é facilmente visualizado. Por isso, o motorista deve ficar atento ao comportamento do veículo, especialmente durante as frenagens.

Água no radiador: um hábito que pode gerar prejuízos ao motorista

 

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A Behr apresenta sua linha de aditivos ICEMAX, desenvolvida para aplicações de alta performance em veículos leves (LV) e pesados (HD), em embalagens de 1 e 5 litros. Com formulação orgânica concentrada e diluída, o produto foi criado para atender às exigências térmicas dos motores atuais, oferecendo proteção anticongelante, antifervura e antibolhas.  

“Trata-se de uma solução de alta performance que combina máxima proteção ao sistema de arrefecimento com elevada eficiência térmica. Nossos aditivos asseguram controle de temperatura, proteção contra congelamento e ebulição, além de alta eficácia na prevenção de corrosão e cavitação, contribuindo para maior confiabilidade e durabilidade do sistema”, explica Fernanda Pires, Analista de Desenvolvimento de Produto da MAHLE.

Um dos diferenciais da linha é a sua formulação com monoetilenoglicol (MEG), que amplia a faixa de proteção térmica do sistema de arrefecimento, auxiliando na prevenção do congelamento, da ebulição e da corrosão. “O ICEMAX remete imediatamente à máxima eficiência em refrigeração, destacando a capacidade do produto de manter o motor nas temperaturas ideais, mesmo sob condições extremas”, destaca Vinícius Moraes, Head América do Sul de Portfolio Expansion.

Aditivo concentrado e diluído

O aditivo concentrado ICEMAX foi desenvolvido para ser misturado à água desmineralizada antes da aplicação no sistema de arrefecimento. Essa opção oferece maior flexibilidade na preparação da solução, permitindo atender às especificações de diferentes fabricantes e condições de uso do veículo, além de proporcionar excelente rendimento. Na versão concentrada, o aditivo oferece proteção contra congelamento de até -64°C e elevação do ponto de ebulição de até +136°C, dependendo da proporção de mistura e das condições de operação do sistema. 

Gestão de Frotas: DUNLOP apresenta como os pneus podem impactar o desempenho e eficiência operacional

 

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A DUNLOP apresentou na edição 2026 do Frotas Conectadas, durante a Lat.Bus em São Paulo, como o SENSING CORE, plataforma de software da Sumitomo Rubber Industries, transforma pneus em fonte de dados para reduzir custos e aumentar a segurança das frotas. A tecnologia utiliza informações já disponíveis no veículo (sistema ABS e rede CAN) para monitorar pressão e desgaste dos pneus, situação do aperto das rodas e condições de carga, sem necessidade de instalação de sensores adicionais.

A gestão eficiente de uma frota passa por diferentes fatores: segurança, manutenção, custos operacionais e sustentabilidade. Nesse cenário, os pneus deixam de ser apenas componentes fundamentais para a movimentação dos veículos e assumem um papel estratégico na geração de informações para a operação.

Foi a partir dessa perspectiva que a DUNLOP Pneus participou da edição de 2026 do Frotas Conectadas, evento realizado durante a Lat.Bus, em São Paulo, com o tema “Novas soluções para Gestão de Frotas”.

Durante a apresentação, a DUNLOP mostrou como a análise dos pneus pode contribuir para uma gestão mais inteligente e eficiente das frotas. Pressão incorreta, desgaste irregular, sobrecarga e condições da via estão diretamente relacionados ao custo por quilômetro rodado e à segurança dos veículos, tornando o monitoramento desses fatores um elemento importante para a tomada de decisões dos gestores.

Aumento do etanol na gasolina: o que realmente muda para o motorista?

 

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A recente discussão sobre o aumento do percentual de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% (E32), sequência direta da consolidação do E30 na matriz energética brasileira, trouxe de volta à tona uma série de dúvidas e mitos entre os motoristas. O consumo vai aumentar? O motor vai perder potência? Riscos de corrosão e danos a peças são reais? E, acima de tudo: o preço na bomba vai cair?

Para responder a essas questões sem alarmismo, é preciso olhar para a física, a química e a engenharia automotiva que balizam a frota nacional.

Consumo e Potência: o que diz a física dos combustíveis

Matematicamente, é correto afirmar que o etanol possui menor conteúdo energético (poder calorífico) por litro do que a gasolina. Portanto, ao aumentar a proporção de etanol na mistura, reduz-se discretamente a energia disponível por litro de combustível. No entanto, estamos tratando de uma variação de apenas dois pontos percentuais (de 30% para 32%). Não se trata de uma mudança estrutural capaz de provocar um salto perceptível de consumo no dia a dia do condutor.

No que tange à potência, a imensa maioria dos condutores de veículos modernos praticamente não notará diferença. O etanol traz uma propriedade técnica extremamente positiva: uma elevada octanagem. A própria Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já havia elevado a especificação mínima da gasolina para RON 94 na transição para o E30, aproveitando exatamente esse ganho de octanagem.

Em motores modernos equipados com gerenciamento eletrônico, essa característica favorece uma combustão mais eficiente e proporciona maior resistência à detonação (a chamada "batida de pino"). Em suma: pode existir uma interferência milimétrica no consumo, mas é incorreto associar o aumento do etanol à perda de desempenho.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Anatomia da eficiência: o que faz os carros da Shell Eco-marathon Brasil consumirem menos energia?

 

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Na Shell Eco-marathon Brasil 2026, competição acadêmica realizada de 25 a 27 de agosto no Píer Mauá, no Rio de Janeiro, estudantes de diferentes universidades brasileiras e latino-americanas colocam à prova soluções para aumentar a eficiência energética de seus veículos ultraeficientes. Aerodinâmica, redução de peso, pneus, eletrônica, motor e estratégia de condução fazem parte de uma equação em que pequenos ganhos podem fazer grande diferença no resultado final. Nesta edição, mais de 500 universitários – divididos em 47 times – competem pelo pódio nas categorias Combustão Interna (gasolina e etanol), Bateria Elétrica e Hidrogênio. 

As equipes são desafiadas a percorrer a maior distância possível com a menor quantidade de energia. Não há, porém, uma única tecnologia responsável pelo desempenho. Em protótipos de alto nível, mais de cem de parâmetros são considerados e precisam funcionar em conjunto. O recorde mundial da competição para um veículo a gasolina, por exemplo, é de 3.771 quilômetros com um litro de combustível, resultado calculado a partir do consumo medido durante a prova. No Brasil, os recordes são de 716 quilômetros com 1 litro de gasolina, alcançado em 2023, e de 381 quilômetros com 1 kWh, com motor a bateria elétrica, alcançado em 2024. 

“Não existe uma solução mágica. Para atingir esse nível de eficiência, tudo precisa ser otimizado: o carro deve ser o mais leve possível, a condução precisa ser precisa e cada componente deve funcionar da forma mais eficiente. É a combinação de todos esses fatores que permite chegar a resultados tão impressionantes”, afirma Norman Koch, gerente-geral global da Shell Eco-marathon. 

Eficiência de ponta a ponta 

Na Shell Eco-marathon, equipes universitárias competem com veículos movidos a bateria elétrica, combustão interna e célula de combustível a hidrogênio em duas categorias: protótipo e conceito urbano. Embora cada fonte de energia apresente desafios diferentes, as equipes compartilham o mesmo objetivo: identificar onde é possível reduzir perdas e aproveitar melhor a energia disponível. 

Shell Eco-marathon Brasil tem os primeiros resultados na pista

 

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Depois da primeira etapa de inspeções técnicas e de segurança, ajustes e preparação dos veículos, o segundo dia da Shell Eco-marathon Brasil 2026 começa a ganhar contornos de campeonato. As primeiras tentativas válidas já deram início ao ranking de classificação e já indicam os líderes provisórios das categorias, enquanto equipes que ainda não conseguiram registrar resultado correm contra o tempo para conquistar a tão sonhada aprovação. Nesta quinta-feira (27), será a prova de fogo e a equipe que produzir o veículo mais eficiente – nas categorias Protótipo e Conceito Urbano movidos a bateria elétrica, combustão interna (gasolina e etanol) ou hidrogênio – sairá campeã.  

Entre as equipes que chegam a 2026 cercadas de expectativa está a Milhagem, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Presente desde a primeira Shell Eco-marathon realizada no Brasil, em 2016, o time mineiro entra nesta edição depois de uma sequência de resultados que elevou o patamar de seu projeto. Em abril de 2026, os estudantes viajaram a Indianápolis, nos Estados Unidos, e venceram a categoria Protótipo - Bateria Elétrica da Shell Eco-marathon Americas com a marca de 469,7 quilômetros por kWh, tornando-se a primeira equipe latino-americana a conquistar a prova. 

A vitória veio depois de outro resultado importante. Em 2025, a Milhagem havia vencido a categoria no Brasil, com 373,7 km/kWh. “Vimos que o nosso carro tinha muito potencial para competir lá fora. Sempre tivemos o desejo de ir para fora e tentar ser competitivos, e acho que chegamos a um ponto em que o nosso protótipo estava muito bem consolidado”, contam Bruno Oliveira, capitão da Milhagem, e Eduardo Pereira, integrante da equipe. 

Um carro construído ao longo de gerações 

O protótipo que chegou ao topo em Indianápolis começou a tomar forma em 2022 e, desde então, vem sendo aprimorado a cada competição. Problemas encontrados em uma prova viram pontos de atenção para a seguinte, em um processo contínuo de testar, aprender e melhorar. Essa evolução também passa pelas diferentes gerações de estudantes que fizeram parte da Milhagem. Para Gabriel Fogli, professor da UFMG que acompanha a equipe desde 2019, essa continuidade ajuda a explicar os resultados. 

Cilindro de roda: cuidados na montagem evitam problemas no sistema de freio

 

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O cilindro de roda é um dos componentes responsáveis por transformar a pressão hidráulica do fluido de freio em força mecânica para movimentar as sapatas contra o tambor. Presente principalmente no eixo traseiro dos veículos equipados com esse sistema, o componente tem papel importante na eficiência e na segurança da frenagem.

Por isso, a substituição do cilindro de roda exige atenção não apenas à escolha correta da peça, mas também aos procedimentos adotados durante a montagem. Segundo a Cobreq, marca brasileira da multinacional alemã TMD Friction, referência na fabricação de componentes quando o assunto é sistema de freios, erros aparentemente simples podem comprometer a vedação, provocar vazamentos, gerar retrabalho e afetar o desempenho do sistema.

“A substituição de um componente do sistema de freios deve ser acompanhada de uma avaliação do conjunto. Muitas vezes, o reparador troca a peça que apresentou problema, mas deixa de verificar outras peças que podem estar contribuindo para a falha ou até provocar um novo problema.”, explica Luiz Castro, Consultor Técnico da Cobreq. Confira os principais cuidados apontados pelo especialista na montagem do cilindro de roda:

  1. Danificar a coifa de proteção

A coifa protege os componentes internos contra a entrada de sujeira e umidade. Durante a instalação, o uso de ferramentas inadequadas ou a aplicação de força excessiva pode rasgar a borracha e comprometer sua função.

Reservatório de fluido de freio exige atenção aos sinais de desgaste

 

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A identificação precoce de problemas no reservatório de fluido de freio é fundamental para evitar vazamentos, entrada de ar e perda de pressão hidráulica, situações que podem comprometer o funcionamento do sistema de frenagem e colocar em risco a segurança do veículo.

 

Fabricado geralmente em material translúcido, o reservatório armazena o fluido hidráulico que abastece o cilindro mestre. O componente possui marcações de nível mínimo e máximo e, em veículos mais modernos, conta também com um sensor interno conectado a uma boia, responsável por alertar o motorista quando o nível do fluido atinge uma condição crítica.

 

"O reservatório de fluido de freio exige avaliações periódicas, pois a integridade dessa peça é vital para evitar vazamentos e a entrada de ar no sistema hidráulico. Caso isso ocorra, poderá haver perda de pressão e comprometimento da eficiência da frenagem, colocando em risco a segurança dos ocupantes do veículo", afirma Vagner Marchiniak, consultor de Marketing de Produto da Controil.

 

Variações térmicas podem acelerar o desgaste - O reservatório está sujeito a variações de temperatura, vibrações e à ação química do fluido de freio. A exposição contínua a essas condições pode provocar o envelhecimento do plástico e dos elementos de vedação.

Bárbara Brier e MTE-THOMSON lançam a série “Dicionário de Mecaniquês” sobre mecânica automotiva

 

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A dificuldade em compreender termos técnicos usados em oficinas mecânicas e no dia a dia da manutenção automotiva é o ponto de partida da série de vídeos "Dicionário de Mecaniquês", iniciativa que busca traduzir a linguagem da mecânica automotiva para os donos e donas de carros de forma simples, acessível e educativa.
 
O projeto é idealizado por Bárbara Brier, criadora de conteúdo e idealizadora do selo Oficina Amiga da Mulher, em parceria com a MTE-THOMSON, e tem como objetivo aproximar motoristas do funcionamento do carro, incentivando o entendimento sobre componentes automotivos e manutenção preventiva.
A série é estruturada no formato de "alfabeto automotivo", em que cada episódio apresenta uma letra e um componente correspondente, explicando termos e peças de veículos de forma leve e didática. Na letra "A", por exemplo, são abordados itens como air bag, alternador e amortecedor, itens essenciais para a segurança veicular e o desempenho do carro, mas que ainda geram dúvidas entre muitos motoristas.
O objetivo do conteúdo é reduzir a distância entre o consumidor e a linguagem técnica da mecânica automotiva, ampliando o conhecimento sobre sistemas automotivos e contribuindo para o conhecimento sobre manutenção, sintomas, diagnóstico, aumentando inclusive a confiança dos motoristas no setor de reparação.
 
"Quando o conteúdo técnico é traduzido para uma linguagem simples, o motorista passa a ter mais autonomia para entender o que está sendo feito no seu carro, o que o mecânico está propondo arrumar ou substituir e por quê.", explica Brier.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Prêmio Melhores do Ano CarPoint News/Revista Torque chega a edição 2026

 

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É com satisfação que anunciamos as primeiras novidades da segunda edição do Prêmio Melhores do Ano CarPoint News/Revista Torque, que chega à edição de 2026 com um formato ampliado, maior representatividade nacional e critérios ainda mais consistentes de avaliação.

Este ano reunimos 30 jurados, entre jornalistas independentes e especialistas de diferentes áreas do setor automotivo, com representantes de todas as regiões do Brasil. A nova composição deverá formar um dos maiores e mais plurais painéis de avaliação do segmento no país.

A diversidade geográfica e profissional do júri permitirá análises mais completas, fundamentadas na experiência prática, no conhecimento técnico e na especialização de cada integrante. A ampliação também busca fortalecer a isenção, a representatividade e a profundidade analítica dos votos.

Ao todo, serão 11 categorias dedicadas a reconhecer os veículos, as marcas e os profissionais que se destacam e contribuem para o desenvolvimento do mercado automotivo brasileiro.

Categorias da edição 2026

Romi-Isetta Foi o Carro Pioneiro em Diversas Tecnologias Modernas no Brasil

 

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O Romi-Isetta não só foi o primeiro carro nacional como também deixou um legado tecnológico altamente elevado para a indústria brasileira de veículos. Mais do que um ‘carrinho simpático’, o modelo contava com características técnicas que até hoje são referência em veículos modernos, mesmo já decorridos 70 anos do início de sua comercialização no país.

Um ótimo exemplo é o bloco e o cabeçote do motor do Romi-Isetta, construídos inteiramente em alumínio, o que ajudava na redução de peso e, consequentemente, no desempenho e na economia de combustível. Hoje em dia a grande maioria dos automóveis repete essa receita, que pode ser encontrada em inúmeros veículos nacionais de várias marcas, tais como Chevrolet, Fiat, Honda, Jeep, Volkswagen e Toyota.

Falando em marcas, o Romi-Isetta foi também o primeiro modelo nacional a usar conjunto motor e câmbio BWM, a partir de 1959. Esse feito só se repetiria 55 anos depois com o Série 3, fabricado pela marca bávara em unidade própria em Araquari, SC.

Com a chegada do novo motor BMW, o Romi-Isetta ainda ganhou cabeçote de fluxo cruzado (cross-flow), melhorando sua eficiência. Essa tecnologia está hoje presente em praticamente todos os carros nacionais, assim como outra inovação trazida pelo Romi-Isetta para o Brasil, a do motor em posição transversal. 

Transmissão, sistema elétrico, freios...

Isso, porém, é apenas uma pequena parte do aparato tecnológico do Romi-Isetta. E nem é preciso procurar muito para encontrar mais inovações: seu câmbio já era de quatro marchas à frente (mais a ré), em busca de melhor distribuição de torque e maior eficiência e economia, quando o padrão da indústria no fim dos anos 1950 ainda era o câmbio de apenas três marchas. Além disso, o sistema elétrico do Romi-Isetta já era 12V, enquanto a enorme maioria dos outros carros ainda usava o 6V.

Motores 3 cilindros: usar a polia do alternador errada pode aumentar vibrações e reduzir a vida útil do sistema de acessórios

 

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Com a evolução dos motores de três cilindros, o controle das vibrações no sistema de acessórios tornou-se um fator cada vez mais importante para o desempenho e a durabilidade dos componentes. Nesse cenário, tecnologias capazes de gerenciar essas oscilações ganham relevância tanto na engenharia original quanto no mercado de reposição.


É o caso da polia OAD™ (Overrunning Alternator Decoupler), tecnologia patenteada pela Litens e utilizada em aplicações de equipamento original em diversos mercados ao redor do mundo. A solução foi desenvolvida para reduzir os esforços transmitidos ao sistema de acessórios, contribuindo para um funcionamento mais estável do conjunto.


Segundo Bruno Palumbo, gerente de engenharia da Litens, os motores de três cilindros exigem atenção especial ao gerenciamento das vibrações torsionais. “À medida que a engenharia automotiva evolui, novas tecnologias passam a ser incorporadas aos sistemas para otimizar desempenho, conforto e durabilidade. A OAD™ foi desenvolvida justamente para ajudar a controlar essas oscilações e reduzir as cargas sobre os componentes do sistema de acessórios”, explica.


A principal diferença da OAD™ está na incorporação de um sistema de amortecimento interno, desenvolvido para ajudar no controle das vibrações geradas pelo motor. Isso favorece o funcionamento mais suave de componentes como correia, tensionador e alternador, reduzindo os esforços dinâmicos sobre o conjunto.

Borra branca, corrosão e desgaste: cuidados ajudam a proteger veículos abastecidos com etanol

 

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Dificuldade na partida, aumento no consumo de combustível, marcha irregular ou perda de desempenho podem ser sinais de que o sistema de alimentação do veículo precisa de atenção. Em carros abastecidos com etanol, fatores como a presença de contaminantes no combustível, a formação de resíduos, corrosão de componentes metálicos, estão entre os fatores que podem comprometer o funcionamento do sistema ao longo do tempo. A manutenção preventiva, aliada ao uso de produtos desenvolvidos especificamente para esse tipo de combustível, pode ajudar a preservar os componentes e evitar problemas mais caros no futuro.

Segundo Arley Silva, Gerente de Engenharia e Sucesso do Cliente da Promax Bardahl, marca especializada no desenvolvimento de aditivos e lubrificantes automotivos, o uso contínuo do etanol exige cuidados específicos com o sistema de alimentação. "Existe uma percepção comum entre os consumidores sobre a chamada ‘borra branca’, que pode aparecer em diferentes partes do veículo. Em alguns casos, ela está relacionada a depósitos e contaminantes presentes no sistema de combustível; em outros, pode estar associada à umidade e à condensação no sistema de lubrificação. Por isso, o diagnóstico correto é fundamental. Independentemente da origem, a presença de resíduos e depósitos pode afetar o funcionamento do sistema e merece atenção”, explica.

Estudos técnicos da indústria automotiva mostram que problemas relacionados ao combustível geralmente não estão associados apenas ao etanol em si, mas também à qualidade do combustível, à presença de água e contaminantes, às condições de uso do veículo e ao estado de conservação dos componentes do sistema de alimentação.

Shell Eco-marathon Brasil recebe nova geração de estudantes em busca de eficiência energética

 

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Nesta segunda-feira (24), o Píer Mauá, no Centro do Rio, recebeu os mais de 500 estudantes de quatro países latino-americanos, que passarão os próximos três dias buscando superar os limites da energia. Eles fazem parte das quase 50 equipes da Shell Eco-marathon Brasil 2026, uma das maiores competições acadêmicas de eficiência energética do mundo. Ao contrário de uma corrida tradicional, em que o objetivo é ser mais rápido, na Shell Eco-marathon, vence o protótipo que percorre a maior distância possível utilizando a menor quantidade de energia, seja com bateria elétrica, combustão interna ou hidrogênio. A edição marca os dez anos da competição no país, realizada pela primeira vez em 2016, e estará aberta ao público dos dias 25 a 27 de agosto, das 9h às 17h. 

Ao todo, são 47 equipes do Brasil, Colômbia, México e Peru, que trazem na bagagem um ano inteiro de estudos, aplicações e inovações – além dos veículos projetados e construídos nas universidades. Os carros competem em duas categorias: Protótipo e Conceito Urbano, esta última com projetos mais próximos dos veículos atuais. No Brasil, os recordes são de 716 quilômetros com 1 litro de gasolina, alcançado em 2023, e de 381 quilômetros com 1 kWh, com motor a bateria elétrica, alcançado em 2024. 

O primeiro dia (24) é dedicado à organização dos boxes e à montagem e preparação dos carros.  A partir de terça-feira (25), os veículos iniciam sua jornada até o resultado final e passam pelas verificações técnicas e de segurança necessárias para entrar na pista. As primeiras voltas oficiais no circuito acontecem na quarta-feira (26), quando começam a ser registrados os resultados de eficiência energética. A quinta-feira (27) será o último dia de pista e definirá os campeões da edição. 

Norman Koch, Global General Manager da Shell Eco-marathon, destaca o crescimento da competição no Brasil, hoje um dos países com maior número de equipes ativas no programa global. Para ele, as transformações dos veículos acompanharam tendências dos setores automotivo e de energia. 

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Ipiranga e Texaco inauguram primeiro posto Texaco no Rio de Janeiro

 

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A Ipiranga inaugura na sexta-feira (21), o primeiro posto Texaco no Rio de Janeiro, em parceria com a Rede JB, revendedor exclusivo em uma área estratégica do estado. A primeira unidade da marca está localizada em um ponto-chave da Zona Sul da capital carioca, ao lado do Jockey Club e próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos principais cartões-postais da cidade. 

A unidade terá a linha de combustíveis com o aditivo exclusivo Techron, que mantém limpas as partes vitais do motor e garante melhor performance no dia a dia. A linha conta também com a Power Premium, gasolina premium aditivada da Texaco, desenvolvida para motoristas que buscam uma experiência superior de condução. Com apenas 25% de etanol, sua formulação combina alta octanagem e a tecnologia de aditivos Techron, contribuindo para o melhor desempenho do veículo e a preservação do motor ao longo do tempo. Entre os principais benefícios, estão: máxima performance, proteção do motor, melhor dirigibilidade e alta octanagem. 

O novo posto contará ainda com uma unidade Star Lube, dedicada à troca de óleo. 

Segundo Júlio Sattamini, vice-presidente de Marketing e Desenvolvimento de Negócios da Ipiranga, a parceria com revendedores regionais é fundamental para fortalecer a presença da Texaco em diferentes mercados do país. “O Rio de Janeiro é uma praça relevante para a Ipiranga. Inaugurar o primeiro posto Texaco com a Rede JB é um passo importante na nossa trajetória de tornar a marca ainda mais percebida e valorizada pelos consumidores. Os postos Texaco complementam nosso portfólio ao oferecer uma tecnologia com mais de 30 anos de estudo e desenvolvimento por meio dos produtos com Techron, que proporcionam uma experiência diferenciada aos consumidores”, afirma o executivo. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Carro parado estraga? Entenda os impactos da falta de uso no veículo

 

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Ao contrário do que muitos motoristas imaginam, deixar o carro parado por longos períodos não significa preservá-lo. A inatividade prolongada pode acelerar o desgaste de diversos componentes, comprometendo a bateria, os pneus, os fluidos e até mesmo o sistema de combustível e partes internas do motor. Seja por viagens, mudança de rotina ou pelo aumento do home office, veículos com baixa rodagem também exigem manutenção preventiva para garantir segurança, desempenho e maior vida útil.

De acordo com Arley Silva, Gerente de Engenharia e Sucesso do Cliente da Promax Bardahl, empresa especializada no desenvolvimento de aditivos e lubrificantes automotivos, o funcionamento regular do veículo é fundamental para preservar seus sistemas mecânicos. "O motor e os demais componentes foram projetados para operar em movimento. Quando o veículo fica semanas ou meses parado, o óleo lubrificante pode se degradar e oxidar, perdendo parte da sua capacidade de proteção. Da mesma forma, os fluidos podem deixar de cumprir suas funções adequadamente, enquanto algumas peças ficam mais vulneráveis à corrosão e ao ressecamento no caso das mangueiras. Essa degradação ocorre mesmo sem o carro rodar", explica.

Entre os componentes mais afetados está a bateria, que sofre descarga natural mesmo com o veículo desligado. Em períodos prolongados de inatividade, a carga pode se esgotar completamente, reduzindo sua vida útil ou até inviabilizando o funcionamento. Os pneus também merecem atenção, já que permanecer apoiados na mesma posição por muito tempo pode provocar deformações, comprometendo a estabilidade e a dirigibilidade do veículo.

Maxion e Novelis apresentam solução inovadora de caixa de baterias em alumínio para veículos comerciais elétricos


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A Maxion Structural Components, importante fabricante de componentes estruturais automotivos nas Américas, e a Novelis, líder mundial em laminação e reciclagem de alumínio, anunciam em conjunto o desenvolvimento de uma solução inovadora de caixa de baterias para veículos comerciais elétricos. 

Desenvolvido a partir de alumínio laminado estampado, utilizando uma nova liga criada especialmente para atender a essa demanda, o produto — voltado a veículos de grande porte, como ônibus e caminhões — combina leveza, segurança e eficiência energética, oferecendo uma resposta direta à crescente demanda da indústria por tecnologias mais sustentáveis e de alto desempenho. 

Para a Novelis, a parceria marca um passo importante e inovador na diversificação e expansão do mercado automotivo nas Américas, setor em que a empresa já possui forte presença em regiões como América do Norte e Europa, com operações robustas e reconhecidas. 

O projeto também reforça um avanço significativo na estratégia de nova mobilidade da Maxion, à medida que a companhia continua investindo em soluções estruturais de chassi voltadas à mobilidade elétrica. A nova tecnologia proporciona uma estrutura de compartimento de baterias mais leve — cerca de 35% mais leve em comparação a uma caixa de alumínio extrudado com os mesmos requisitos técnicos — e entrega 11% mais densidade energética. 

Expoclassic 2026 reúne 1.100 veículos antigos entre esta sexta-feira (21/8) e domingo (23/8) na Fenac, em Novo Hamburgo

 

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Mais de 1.100 raridades – entre carros, picapes, motos, bicicletas, ônibus e caminhões – são a principal atração da Expoclassic 2026, que começa nesta sexta-feira (21/8) e prossegue até domingo (23/8) nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, região metropolitana de Porto Alegre (RS). Além de mercado de peças e antiguidades, a maior mostra de veículos em área coberta do Brasil conta com ampla praça de alimentação, onde há opções de almoço e jantar, lanches e bebidas. “Nossa expectativa é de que a 23ª Expoclassic seja a maior e mais qualificada de todas as edições, pois há uma significativa renovação dos modelos expostos, com centenas de carros vindos de vários estados e do exterior”, adianta Ivanir Hermes, presidente do Veteran Car Club Novo Hamburgo, entidade organizadora. Em três dias, são esperados 30 mil visitantes. Nesta sexta-feira, a exposição pode ser conferida das 14 às 21 horas; no sábado das 9 às 21 horas e, no domingo, das 9 às 18 horas. Os ingressos custam R$ 30,00 e podem ser adquiridos na bilheteria local ou pelo site www.expoclassic.com.br.

A recepção aos veículos começou na terça-feira, se intensificando na quarta e nesta quinta-feira. Os exemplares pertencem a colecionadores e clubes parceiros do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, além do Uruguai e da Argentina. São modelos raríssimos, que dificilmente são vistos rodando nas ruas e que saem das garagens apenas para participar de exposições como a Expoclassic. Um exemplo são os veículos-destaque da edição 2026: a station wagon Mercury Country Squire ano 1951, equipada com motor V8 de 125 cv e laterais em madeira, e o trailer Airstream 1972, feito em alumínio. Ambos os veículos pertencem a um associado de São Leopoldo do Veteran Car Club Novo Hamburgo e ocupam a ilha principal, especialmente ambientada. Além do exuberante Cord 812 ano 1937, o Dream Car de São Roque (SP), maior parque temático automotivo do Brasil, enviou um DeLorean DMC-12 ano 1981 fielmente caracterizado como na trilogia De Volta para o Futuro. Ao lado do carro, estará Jean Pierre Mendes Coelho, sósia do cientista Doc Emmett Brown, que veio de São Paulo para interagir com o público.

Outras novidades deste ano serão as ilhas dedicadas aos 80 anos da Vespa, aos 70 anos do Romi-Isetta (primeiro veículo fabricado no Brasil), 70 anos do DKW e 50 anos do Fiat 147. Também haverá alas exclusivas com carros da Mercedes-Benz, BMW, muscle cars (Mustang, Camaro e Dodge) e um setor só para as Ferraris, com nada menos que 10 exemplares. No segundo pavimento, além da exposição de dezenas de caminhões e ônibus (Classicbus), também estarão montados 160 estandes especializados na comercialização de peças automotivas, acessórios e objetos antigos. O setor de venda de veículos antigos conta com mais de 350 exemplares, das mais variadas faixas de preço.