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Por Marcelo Martini
Uma pesquisa realizada por um portal revela que a maioria dos brasileiros já adota uma rotina regular de manutenção preventiva com os seus veículos, demonstrando que grande parte dos motoristas tem consciência da importância do cuidado com seus automóveis. Segundo o levantamento, 30% dos entrevistados realizam a revisão do carro pelo menos duas vezes ao ano, 26% fazem uma inspeção anual e 17% examinam o veículo a cada quatro meses, avaliando elementos essenciais, como os lubrificantes automotivos.
No geral, a manutenção preventiva é sempre mais econômica do que esperar um problema aparecer. Porém mesmo com as revisões em dia, imprevistos podem acontecer. Em períodos de chuva mais intensas e frequentes, comuns em grande parte do território nacional, surge um novo desafio relacionado à umidade elevada, que se torna um agente de deterioração que impacta diretamente o funcionamento, a confiabilidade e a segurança dos veículos e de seus componentes, exigindo um olhar ainda mais atento sobre a lubrificação e a manutenção.
Os efeitos da umidade para os sistemas veiculares
A umidade é um dos principais agentes de deterioração veicular, afetando desde a performance do motor e a integridade de componentes eletrônicos, até a segurança dos ocupantes. Entre os principais impactos para o automóvel estão a corrosão, falhas elétricas, contaminação de fluidos e mofo em seu interior.
Levando em consideração os sistemas elétricos e eletrônicos, a umidade atua como condutor, podendo ocasionar curtos-circuitos, falhas em sensores, luzes intermitentes e dificuldades na partida do motor. Além disso, a infiltração de água em terminais de bateria e caixas de fusíveis favorece a oxidação, interrompendo o fluxo de corrente elétrica, podendo levar a falhas imprevisíveis.


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