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A rotina cada vez mais dinâmica e as mudanças na forma de morar e circular pelas cidades estão alterando a maneira como os consumidores cuidam dos veículos. Para Márcia Santos, fundadora da Aliare Consultoria e diretora de Lavagem e Conveniência da Abieps (Associação Brasileira das Empresas de Equipamentos e de Serviços para o Mercado de Combustíveis), a combinação entre falta de tempo, dificuldade de lavar o carro em casa e busca por praticidade abre espaço para a expansão da lavagem automatizada nos postos de combustíveis.
Em condomínios verticais, por exemplo, nem sempre há estrutura ou autorização para lavar veículos nas garagens. Ao mesmo tempo, os lava-rápidos convencionais podem funcionar em horários que coincidem com a jornada de trabalho de parte dos consumidores. A soma desses fatores cria uma demanda por alternativas que se adaptem melhor à rotina urbana.
“A pessoa não tem tempo”, resume a especialista, ao apontar a rapidez como um dos principais atributos valorizados pelo público. Na lavagem automatizada, o motorista pode realizar o serviço em menos tempo do que em muitas operações manuais, dependendo do programa escolhido e das condições de atendimento.
A conveniência também está relacionada à forma como o serviço é oferecido. A possibilidade de permanecer no veículo durante determinadas etapas, sem precisar entregar as chaves a um operador para movimentá-lo, pode representar uma vantagem para consumidores que valorizam praticidade e controle sobre seus pertences. Os procedimentos, no entanto, variam conforme o equipamento e as orientações de segurança de cada operação.



















