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sexta-feira, 3 de maio de 2013

No acostamento - O que fazer



VISITE O SITE CARPOINT NEWS: www.carpointnews.com.br

 Por CESVI BRASIL

Ninguém está livre de um imprevisto. E quando se trata de seu carro – aquela máquina instável e temperamental –, sempre há o risco de algo inesperado acontecer. E nos piores momentos possíveis: um pneu furado, uma falha mecânica, uma falta de gasolina (ops, aí a culpa deve ser sua...).

Independente do motivo de você ter de parar o carro na estrada, é preciso o maior cuidado nesse momento. Para você não colocar em risco a sua segurança, nem a das pessoas que estão com você.

PASSO A PASSO DA PARADA SEGURA

1 - Precisou parar? Procure o acostamento. Ele existe justamente para abrigar paradas de emergência. Mas evite usá-lo sem real necessidade (para tirar fotos da paisagem, por exemplo). Você pode estar tomando o lugar de alguém que realmente precisa parar.

2 - Parou? Ligue o pisca-alerta imediatamente.

3 - Peça para os outros ocupantes deixarem o carro e esperarem em local seguro. Ficar dentro do carro não é recomendável, porque o veículo pode ser atingido por outro que não tenha percebido a sua parada. O local mais seguro é fora do acostamento, atrás do guard rail e para trás do carro, se possível. Assim, todos evitam o risco de um atropelamento.

4 - Sinalize que parou com o triângulo de segurança, colocando-o ao menos a 30 metros do carro avariado. Essa distância pode ser de 50 passos, aproximadamente. Não coloque o triângulo na pista. Ele deve ficar no acostamento.

5 - Se o carro estiver parado no acostamento em trecho de curva, coloque o triângulo de segurança antes da curva.

6 - À noite, recomenda-se que as pessoas (ou pelo menos o motorista) usem colete refletivo ao sair do carro. A pesquisa CESVI “Ver e Ser Visto no Trânsito à Noite”    (Clique aqui e veja a pesquisa)    identificou que o uso de triângulo de segurança e colete refletivo homologado pelo Inmetro, mais o uso do pisca-alerta, permitem muito bem que os outros motoristas visualizem o carro parado a uma distância de 1 km de distância.

ACHOU QUE ISSO TUDO DÁ MUITO TRABALHO?

Então não descuide da manutenção preventiva do seu carro. Imprevistos acontecem, mas acontecem muito menos com quem se cuida.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Dê atenção para o sistema de arrefecimento do seu veículo


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Por Arbopec Auto’Peças

Sistema de arrefecimento. Entendidos de carro até podem saber o que significa, mas leigos no assunto não fazem ideia da importância de manter a engrenagem desse sistema em bom estado e perfeito funcionamento. A regra nesta época de calor para qualquer motorista, sejam os antenados ou os mais desligados de sua própria máquina, é verificar alguns pontos dos itens responsáveis por arrefecer engrenagens. Ou seja, resfriá-las para evitar o superaquecimento do motor e permitir que continuem funcionando na temperatura ideal.

É que o verão intenso, aliado a um trânsito congestionado, exige trabalho maior desse sistema. Se o ar condicionado estiver ligado, pior ainda, porque o compressor do ar usa a força do motor, que trabalha mais e exige mais refrigeração. “A dica é checar item por item para evitar que o carro pare no meio de uma avenida movimentada ou numa serra porque a bomba d’água estourou ou o termostato (termômetro da água) deixou de funcionar”, ressalta Gledson Cortez, gerente da Arbopec Autopeças, localizada na Vila Mathias, em Santos.

A temperatura deve ser sempre acompanhada pelo painel de instrumentos, na frente do volante, em que um ponteiro mostra a temperatura do motor. Mas quando ele sobe acima do normal, pode ser tarde demais: o motor já está superaquecido. Se a luz vermelha acender no painel, indica que o motor está superaquecido e o motorista deve parar imediatamente para não prejudicar o veículo.

Além de redobrar os cuidados no verão, a manutenção periódica desse sistema garante maior durabilidade do motor, mais economia de combustível e emissão menor de poluição”, explica Alvarez. Ele dá algumas orientações que precisam ser seguidas na hora do check up, principalmente para que você conheça melhor o seu carro e saiba exatamente onde está o problema.

Líquido de arrefecimento

É preciso verificar o nível do líquido de arrefecimento, fluido resultante da mistura de água e aditivos que passa por todo o sistema e tem como função resfriar o motor. Nível baixo pode indicar vazamento, ocasionada por falhas em outras peças do sistema pelos quais o líquido passa, como bomba d’água, radiador ou válvula termostática. É bom sempre pedir para o frentista verificar o nível do líquido quando for abastecer. Importante: o líquido deve ter sempre o aditivo na proporção indicada pelo fabricante, no manual. Acontece que às vezes o motorista costuma colocar somente água e o percentual de aditivo, importante para controlar temperatura e prolongar a vida útil das peças, vai se reduzindo.

Bomba d’água

A bomba d’água, responsável por fazer circular o líquido de arrefecimento pelo sistema, deve ser checada junto a profissionais especializados, que notarão qualquer desgaste e a necessidade de troca. A bomba pode estourar por desgaste ou pressão e aumentar a temperatura do motor. O ideal é checar a partir dos 70 mil quilômetros rodados, mas cautela sempre se faz necessária, mesmo que a quilometragem não tenha alcançado essa marca.

Radiador

Fica na frente dos veículos e promove uma troca de calor entre o líquido de arrefecimento, que chega em temperatura alta, e o ar atmosférico e da ventuinha. O radiador acumula sujeira do líquido e deve ser observado periodicamente. Há também o risco de enferrujar e, com isso, obstruir os tubos por onde passa o líquido de arrefecimento, fazendo com que menos água seja refrigerada, comprometendo a refrigeração do motor.

Termostato

Acusa a temperatura do líquido de arrefecimento na passagem do radiador. Quando alta, aciona a ventuinha para auxiliar na refrigeração do líquido, que voltará para o motor para refrigerá-lo. Quando baixa, desativa a ventuinha. É justamente no verão que essa peça é mais importante, porque o ar atmosférico está mais quente e a ventuinha será, certamente, acionada mais vezes. O termostato, como toda peça, tem uma vida útil e pode falhar, provocando mal funcionamento de todo o sistema.

Válvula termostática

Essa peça aciona ou interrompe o funcionamento do sistema de arrefecimento, fechando a passagem de água para o radiador quando o motor está frio e abrindo quando a temperatura atinge o nível ideal. Deve ser substituída quando desgastada.

Vaso de expansão

Esta peça serve para melhorar o sistema de refrigeração. Absorve a água quando esquenta e a libera quando já está fria. Há o risco de furar e, se isso ocorrer, precisa ser trocado.

Mangueiras

São as responsáveis por fazer o transporte do líquido de arrefecimento por todo o sistema, sendo a da parte superior que recebe água quente proveniente do motor e a da parte inferior, que transporta o líquido já em temperatura menor depois de passar pelo radiador. Devem ser verificadas periodicamente também para observação de possíveis desgastes.

Tampa do reservatório do radiador

É por onde o frentista repõe a água que passa por todo essa engrenagem (líquido de arrefecimento) quando o nível está baixo.

Outras orientações de Gledson Cortez, da Arbopec Autopeças, são a manutenção da limpeza do ar condicionado, que deve ser feita a cada seis meses para evitar problemas respiratórios, e o uso constante (preferencialmente diário) do limpador dos vidros. As palhetas ressecam com o calor dessa época do ano e, se ficam dias sem serem acionadas, comprometem a limpeza correta do para-brisa em uma chuva intensa, quando elas são essenciais para a visibilidade do motorista.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Rachaduras no para-brisa podem ser recuperadas



Talvez poucos condutores saibam que uma rachadura no para-brisa, ocasionada por uma pedra, por exemplo, não exige a troca total do vidro. Danos que tenham círculo de um a dez centímetros de diâmetro em veículos de passeio e até 20 centímetros para veículos de carga podem ser reparados, desde que estejam localizados em áreas indicadas pelas normas oficiais de segurança, da resolução Contran nº 216 de 14 de Dezembro de 2006, e que tenham danificado somente a lâmina externa do vidro do para-brisa. O cuidado também deve ficar por conta da multa, caso a fissura prejudique a visão.





A Autoglass, empresa especialista no mercado de vidros e acessórios automotivos com 25 unidades no Brasil, estimula essa ação entre os colaboradores, porque além de gerar uma economia de até 300% ao condutor, no caso de um veículo popular, reduz a quantidade de materiais descartados, permite que o produto continue sendo original de fábrica, além do reparo ficar pronto em poucos minutos. No caso de condutores que possuem seguro com o serviço de proteção aos vidros o atendimento é gratuito. Segundo Francine Carreira, diretora da Autoglass, a rede tem como meta, mensalmente, reparar 20% dos para-brisas. “Solicitamos aos nossos profissionais que prestem toda a orientação necessária aos clientes, esclarecendo qualquer dúvida”, aponta.



Pesquisa do Instituto Autoglass Socioambiental de Educação – IASE revela que 1,5 milhão dos para-brisas são quebrados anualmente no País e uma significativa parte sofre danos que podem ser reparados. Para esta atividade de recuperação, a Autoglass e sua rede de credenciados e franqueados segue as recomendações do Contran. Na Zona A (imagem abaixo), que consiste na área crítica de visão do condutor e em uma faixa periférica de 2,5 cm de largura das bordas externas do pára-brisa, não é permitida a recuperação para nenhum tipo de dano. Na Zona B (imagem abaixo) são recomendados reparos apenas a danos que caibam em um círculo de até quatro centímetros de diâmetro, podendo também ser recuperadas trincas longas de até 10 cm para veículos de passeio e até 20 cm para veículos de carga. Francine explica que no caso de mais de um dano é possível apenas o reparo se existir uma distância mínima de dez centímetros entre eles. “É importante lembrar que a área danificada não pode ter sido contaminada por impurezas, pois isso pode prejudicar o reparo”, alerta a diretora da Autoglass.




quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Serviço - Kaizen RS, concessionária de carros Honda em Porto Alegre, está procurando consultores de venda


O blog CarPoint News não está no ar só para dar notícias do meio automotivo, ou simplesmente testar carros e fazer matérias exclusivas. Mas também para ajudar as pessoas que estão procurando uma oportunidade de emprego. E é com essa intenção que venho publicar esse post que me foi enviado por e-mail solicitando a publicação da Kaizen RS, concessionária de carros Honda em Porto Alegre.
A concessionária está a procura de vendedores para trabalhar como consultores de venda. Seguem abaixo os requisitos necessários para conseguir ingressar na área:
- gostem de interagir com pessoas,
- concluíram ou estão fazendo curso superior,
- tenham carteira de motorista há pelo menos 3 anos,
- querem trabalhar com vendas,
- e querem ser profissionais diferenciados!
Se interessou?
Então acessa o http://www.profissionaisexigentes.com.br/ e manda seu currículo!
Boa sorte e espero ter ajudado alguém.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Você Conquista




A Cosan Combustíveis e Lubrificantes lançou a campanha motivacional “Você Conquista!”. O principal objetivo é reforçar a aproximação dos revendedores com a marca Esso, garantindo o bom atendimento e satisfação dos clientes. A campanha envolve todos os níveis de atendimento, desde os vendedores de pista e de loja até os gerentes regionais. Entre os prêmios está uma viagem internacional para um dos quatro destinos: Dubai, Paris, África do Sul ou Grécia. A escolha do local será feita pelos próprios participantes, através de uma enquete online. Segundo Taís Watanabe Alvim, Gerente de Programas de Marketing, “a iniciativa irá promover a excelência dos serviços prestados em toda rede Esso a seus clientes e engajará a todos, das equipes dos postos ao corpo diretivo da empresa, no objetivo de crescer nossa participação no mercado de combustíveis”.



terça-feira, 16 de junho de 2009

Fretamento, você também pode usar


Por Assessoria Link Portal da Comunicação



Na cidade de São Paulo cerca de 40% das empresas de médio e grande porte já adotaram o serviço de fretamento para realizar o transporte de seus funcionários, nas viagens de casa para o trabalho e vice-versa, segundo informações da FRESP - Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo. Numa cidade que alcança 293 km de congestionamento e detém cerca de seis milhões de carros em circulação, a modalidade de fretamento vem como uma estratégia para atenuar os efeitos negativos do trânsito nas pessoas, como o estresse e os atrasos aos compromissos.
Problemas que, caso não sejam sanados, em um curto espaço de tempo, reduzirão gradativamente a produtividade do cidadão no trabalho. Já para os proprietários dos veículos será sempre um problema utilizá-los, pois terão despesas excessivas com combustíveis e a manutenção necessária. “Nesta situação, vejo que um dos maiores atrativos da contratação do serviço é tranquilidade que ele proporciona aos passageiros, devido ao cenário de uma cidade marcada pelo caos, como falta de vias expressas e excesso de carros nas ruas. Questão que prejudica a mobilidade dos cidadãos seja para o trabalho ou escolas e faculdades”, explica Regina Rocha, diretora executiva e advogada da FRESP. Segundo a advogada, depois da escolha pela transportadora que realizará o serviço para uma indústria ou uma empresa, é necessário redigir um contrato formal. “Exige-se o número de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas), do contratante e do contratado, para que seja redigido o contrato. No qual deverá conter os itinerários, os horários e quantidade de viagens, valores, motorista capacitados, dentre outros detalhes para que a execução do serviço seja perfeita. Este documento é a garantia da prestação do serviço, além da escolha de uma transportadora legalizada”, complementa a advogada.
O contratante deverá levar em consideração todos os certificados dos órgãos públicos quanto à circulação e se a empresa é legalizada para tal fim. “São pontos que a empresa contratante deve buscar junto aos órgãos de transporte e trânsito da região de circulação desse veículo, como a ANTT – Agência Nacional dos Transportes Terrestres (para viagens interestaduais); EMTU – Empresa Municipal de Transportes Urbanos (para viagens metropolitanas em São Paulo); a ARTESP - Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (para viagens intermunicipais fora de área metropolitana), e também nos órgãos de gestão e legislação de cada município”. Segundo a advogada, o serviço nasceu no Grande ABC na década de 50 e que hoje é utilizado por 600 mil passageiros na cidade de São Paulo é a operação com horários diferenciados. “Um dos pilares do fretamento, desde quando começaram a operar as primeiras empresas de fretamento na década de 50, é operar ininterruptamente, dessa forma atende empresas que tem atividades em diferentes horários, como o noturno, e ainda traduz em segurança e conforto para o usuário”.
No “Estudo sobre Ônibus Fretados”, feito pelo Instituto LPM - Levantamentos e Pesquisas de Marketing, em 2008, foi constatado que cada ônibus de fretamento 19,7 carros de circulação. Regina acredita que um outro ponto que deve ser levado em consideração é a questão da contribuição à natureza. “Historicamente a sociedade entrou em um novo patamar quanto ao uso dos carros de passeio, pelo trânsito e pelos malefícios que a emissão desordenada de gases poluentes traz à natureza. O transporte coletivo deve ser visto primeiramente como uma medida para as empresas e pessoas que desejam ajudar a minimizar os danos que o transporte individual trouxe e traz ao meio ambiente. Vejo a adoção das empresas pelo fretamento, como uma contribuição ao meio ambiente”.
SERVIÇO:
Como contratar o transporte por fretamento. Informações sobre empresas legalizadas de transporte por fretamento, podem ser obtidas no site da FRESP (http://www.fresp.org.br/) ou pelo telefone: 0800-773-2060.
Verifique no site http://www.antt.gov.br/, se a contratada é cadastrada na ANTT – Agência Nacional dos Transportes Terrestres (para viagens interestaduais); EMTU – http://www.emtu.sp.gov.br/ (para viagens metropolitanas em São Paulo); e a ARTESP – http://www.artesp.sp.gov.br/ (para viagens intermunicipais fora de área metropolitana).

terça-feira, 2 de junho de 2009

Destino do vidro


A destinação final dos resíduos automotivos, principalmente de vidros, foi o tema da palestra de Fernando Carreira, presidente do Instituto Autoglass, na Comissão de Proteção ao Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Espírito Santo neste mês de maio. Da sessão participaram os deputados Reginaldo Almeida, presidente da Comissão e também Luciano Pereira, vice-presidente.


Na oportunidade também foi discutida a lei nº 9.013, de autoria de Luciano Pereira, aprovada no ano passado, e que trata da destinação final ou reciclagem de vidros automotivos pelas empresas especializadas instaladas no Estado. Para sustentar a proposta de lei, o Instituto Autoglass contribui com levantamentos estatísticos, que foram essenciais para a aprovação da Assembléia e sancionada pelo Governador Paulo Hartung.


Fernando Carreira ressaltou que a lei é inédita no Brasil, com o Espírito Santo (ES) na frente, e citou movimentos em outros países, como a França, onde o mercado está adotando providências para dar uma destinação final a todos os componentes de um veículo. “Esse pioneirismo é um exemplo para o Brasil e o momento é de fazer cumprir a lei, mobilizar a sociedade, os poderes públicos, as empresas, a seguir o que ela diz”, ressaltou.


Durante o encontro, o deputado Luciano Pereira enfatizou que está tomando a iniciativa de cobrar das autoridades o cumprimento da lei. “Já estivemos com o chefe do Ministério Público, procurador Fernando Zardini, a quem enviei um ofício apresentando a lei, que encaminhará às comarcas para que sejam tomadas as devidas providências, com a fiscalização”, explicou.


Fernando Carreira aproveitou para lembrar que o Instituto Autoglass está trabalhando a possibilidade da sucata do vidro ser utilizada em projetos de geração de emprego e renda. Um exemplo é da decoradora e professora, Fernanda Julião, que com um grupo de alunas, está estudando projetos que possam transformar os vidros quebrados em objetos de artes e na decoração de imóveis. A iniciativa poderá interessar outras ONGs em formar grupos de pessoas que possam trabalhar na produção desses objetos.


Demais propostas Mato Grosso e Santa Catarina, por meio dos deputados Guilherme Maluf e Mauro Mariani, respectivamente, também apresentaram proposta semelhante na Assembléia Legislativa de seus estados para a reciclagem de vidros automotivos, permitindo que a iniciativa de reciclagem ganhe força e, em breve, se torne lei federal.


Assessoria de imprensa Autoglass
De León Comunicações
Reportagem:Rosângela Longhi
Edição: Lenilde De León

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Decisão inédita da Justiça põe fim à “Guerra dos Pneus”

Por Fabio Riesemberg

O Desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (RS), decidiu liberar a importação de pneus usados para a indústria de reforma de pneus no Brasil. A decisão é inédita, desde que foi deflagrada a “Guerra dos Pneus”, em 1991, e põe fim a uma longa discussão. Flores Lenz acatou o recurso impetrado pelo advogado Ricardo Alípio da Costa em favor do Instituto BS Colway e da Pneus Hauer Brasil. A petição propõe a importação de pneus usados mediante a exportação de pneus inservíveis, em igual quantidade, para os países desenvolvidos, que os utilizam na geração de energia alternativa e fabricação de vários produtos. Depois que a Justiça reconheceu a existência de um mercado internacional no setor, foi possível derrubar o principal argumento do IBAMA e do Ministério do Meio Ambiente, de que o Brasil não teria capacidade de gerenciar a destinação dos resíduos. Ironicamente, o próprio IBAMA permite a exportação de resíduos, inclusive de pneus inservíveis destinados à fabricação de produtos e à recuperação de energia, com base na Convenção de Basiléia, da qual o Brasil é signatário. Em 2007 a BS Colway foi impedida de importar pneumáticos usados de boa qualidade para reformar. Acabou demitindo 1,2 mil funcionários e fechando as portas.

A base do recurso apreciado por Flores Lenz é a própria tese defendida pelo Executivo Federal na ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) 101. Segundo essa tese, reafirmada pelas ministras Ellen Gracie e Carmen Lúcia, do STF, os países desenvolvidos viram na exportação de pneus usados para países em desenvolvimento uma forma de se livrarem do lixo. Para provar justamente o contrário, o advogado da BS e da Hauer realizou pesquisa in loco e descobriu que o mercado de pneus inservíveis nos Estados Unidos, Europa e Japão está em franca ascensão pelos benefícios econômicos e ecológicos da reciclagem na fabricação de tapetes, pisos esportivos, playgrounds e, em especial, como fonte alternativa de energia para a indústria. Esse fato novo abriu caminho para a troca de pneus usados, exportando-se os inservíveis coletados no Brasil e, importando-se pneus usados de boa qualidade para uso como matéria-prima na indústria de reforma de pneus, o que até então nunca havia sido discutido na Justiça. "Embora nossa decisão seja de não reabrir a fábrica da BS Colway, em razão dos pesados prejuízos sofridos com seu fechamento, com a decisão do Desembargador Flores Lenz o segmento de reforma de pneus no Brasil irá se fortalecer e gerar muitos empregos”, afirmou Francisco Simeão, presidente da ABIP - Associação Brasileira da Indústria de Pneus Remoldados. “Enquanto gera-se apenas um emprego na indústria de produtos novos, na de remoldados são quatro postos de trabalho, na fabricação de determinada quantidade de pneus”, lembrou Simeão.

Uma única empresa americana já está interessada em comprar pelo menos 400 contêineres mensais de pneus inservíveis gerados no Brasil, diz o advogado das causas, Ricardo Alípio da Costa, mestre em direito ambiental. “Nos três blocos econômicos a gestão ambiental dos pneus inservíveis atingiu a incrível marca de 90% de eliminação dentro de seus territórios, abrindo espaço para que outros países, como o Brasil, exportem pneus usados inservíveis para lá”, explicou Alípio da Costa.

A decisão do Desembargador Federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz no portal da Justiça Federal da 4ª Região está no link:http://www.trf4.jus.br/trf4/processos/visualizar_documento_gedpro.php?local=trf4&documento=2840509&hash=53bbabe4f2a6a7a4ce70a485f8c34ed6

Sem alergia

Pouca gente sabe, mas crises alérgicas devido a contatos diretos com ácaros e poeira podem estar acontecendo dentro do automóvel devido à falta de manutenção adequada no sistema de ar condicionado. A maioria das pessoas costuma fazer a limpeza do ar somente no verão, quando o uso será mais frequente, porém, quem sofre com rinites e alergias pode piorar ainda mais nos meses mais secos do ano, mesmo sem ligar a refrigeração. Para minimizar esse desconforto tão comum em motoristas de todas as idades, Antonio Cesar Costa, consultor técnico da Oficina Brasil – rede de franquias de serviços automotivos, que possui mais de 60 unidades espalhadas pelo país – dá algumas dicas de como cuidar corretamente do ar condicionado e minimizar as alergias:

- Em primeiro lugar, nunca esquecer que a limpeza do ar condicionado de automóveis tem validade apenas de 6 meses, portanto não adianta fazer a manutenção somente no verão, quando ele será mais usado.

- Quando for fazer a limpeza, o motorista deve pedir a troca do filtro de ar e verificar se o centro automotivo aplicou a vaporização interna com produtos contra bactérias e fungos.

- Pedir sempre a verificação das correias e eficiência do sistema, sempre a cada limpeza.

- Mesmo nos meses frios, o ideal é ligar de vez em quando o ar condicionado para não acumular poeira no sistema. seco comum tanto no outono quanto no inverno. Vale ressaltar, no entanto, que quando o motor está ligado, mas o sistema de refrigeração não está em funcionamento, a proliferação não acontece. “O custo médio de uma limpeza e revisão do sistema de ar condicionado do automóvel é de R$ 110,00 para carros populares. Para os importados, o custo pode ser um pouco maior”, explica Antonio César. Nas lojas da rede Oficina Brasil, este serviço leva entre 40 e 50 minutos para ser realizado.

*Artigo da Oficina Brasil