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sexta-feira, 11 de março de 2016
Estudantes testam os carros para Baja SAE BRASIL-PETROBRAS
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sexta-feira, 27 de junho de 2014
Brasil é bicampeão na Fórmula SAE® Lincoln 2014
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Por Companhia de Imprensa
A equipe E-Racing, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi pela segunda vez consecutiva vencedora da competição Fórmula SAE® Lincoln (Nebraska-EUA), na categoria Elétrica. A equipe paulista se sagrou campeã em 2013, a estreia da modalidade, quando teve a maior pontuação alcançada na Fórmula SAE em todo o mundo – 985 pontos do total de 1.000. Este ano, a equipe de Campinas obteve 901,9 pontos na competição.
Na categoria combustão o Brasil foi representando pela equipe FSAE-Unicamp, também da Universidade Estadual de Campinas, que obteve a 44ª colocação depois de problemas na tração que a forçaram a abandonar a prova no enduro. O primeiro lugar na categoria, que teve 80 equipes inscritas e 69 participantes, ficou com a University of Kansas.
Realizada no Lincoln Airpark, de 18 a 21 de junho, a competição Fórmula SAE® Lincoln 2014 reuniu 100 equipes inscritas – 80 na categoria Combustão e 20 na Elétrica, formadas por estudantes de países como Estados Unidos, Japão, Canadá, México, Índia, e Emirados Árabes. Destas, 83 disputaram as provas.
Para Ronaldo Bianchini, gerente de Operações da SAE BRASIL, que acompanhou a competição em Lincoln, as provas desafiaram a capacidade dos estudantes. “Os percalços exigem algo além da engenharia propriamente dita, são um teste de superação, persistência, criatividade, inovação e trabalho de equipe, a Fórmula SAE forma campeões”, aponta o engenheiro.
Reconhecimento - As equipes brasileiras E-Racing e FSAE-Unicamp conquistaram a oportunidade de participar da Fórmula SAE Lincoln por conquistar o primeiro e segundo lugares, respectivamente, nas categorias Elétrica e de Combustão da Fórmula SAE BRASIL-PETROBRAS.
Os carros Fórmula SAE a combustão têm motores de 4 tempos e 610 cm³ de cilindrada máxima. Os elétricos devem ser tracionados por motores elétricos alimentados por baterias de até 600 volts, limite variável de acordo com o país onde a competição é realizada.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
FEI expõe o segundo melhor baja do mundo no Congresso SAE Brasil

Por SAE Brasil

Serviço:
Congresso SAE BRASIL
Data e hora: 5 a 7 de outubro, das 12h às 20h30
Local: no Expo Center Norte – pavilhão Azul (rua José Bernardo Pinto, 21 – Vila Guilherme, São Paulo/SP
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Automobilistas discutem carreira do engenheiro de competição no Congresso SAE BRASIL

Por Companhia de Imprensa
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Nanotecnologia e o automóvel do futuro

Vivemos uma época de transformações na indústria automotiva, em que grandes empresas estão sendo redefinidas em todo o mundo e o mercado apresenta um grande ciclo de renovação. Em paralelo, a tecnologia não cessa em sua evolução e novas aplicações. E tudo isso acaba por impactar na maneira como os veículos do futuro serão desenvolvidos.
Uma área fascinante e que se situa neste constante desenvolvimento tecnológico é a de materiais e suas aplicações. Temos aí a nanotecnologia despontando no cenário, que exige processos e operações em nível molecular, aumentando a capacidade de manipulação dos materiais. Para se ter ideia de como este segmento cresce em todo o mundo, o mercado de nanotecnologia, que foi de US$ 9 bilhões em 2007, deve chegar a US$ 54 bilhões em 2015 e a US$ 140 bilhões em 2020, de acordo com o Nanowerk, portal especializado em nanociências e nanotecnologia.
Hoje, todas as grandes montadoras desenvolvem pesquisas na área, com aplicações que vão desde novos materiais – com estudos voltados para a melhoria dos componentes e que abrangem materiais como metais, tintas, plásticos e vidros -, a sistemas de energia, inteligentes e nanoeletrônica. Estima-se que mais de 95 novas aplicações de nanotecnologia devam ser introduzidas no setor automotivo nos próximos cinco anos. Isso porque sua aplicação pode trazer inúmeros benefícios, inclusive para as questões ambientais, ao facilitar a reciclagem de componentes e ajudar na redução do peso do veículo, o que diminui os níveis de emissão de gases poluentes.
Um exemplo interessante são os nanocompostos, que permitem a criação de películas protetoras autoregenerativas nos automóveis, à prova de riscos na pintura e poeira. Estas películas, além de serem mais finas, permitem maior duração da pintura nas superfícies do carro, reduz os reparos por riscos e são mais leves que as convencionais. As pesquisas com nanotecnologia também estão sendo aplicadas para controlar as propriedades ópticas dos vidros e superfícies transparentes, permitindo “sintonizar” as frequências da luz que se queira permitir passar, e proporcionar características autolimpantes. As possibilidades com a nanotecnologia são imensas e certamente fascinantes!
Além da nanotecnologia, os materiais considerados tradicionais também evoluem na aplicação. As preocupações com meio ambiente, sustentabilidade e custos de desenvolvimento, bem como segurança e redução de peso, afetam o uso desses materiais como o aço, alumínio e os polímeros.
Então, diante de todos estes desenvolvimentos em materiais, podemos vislumbrar um futuro com veículos mais leves, robustos, rápidos, seguros e inteligentes, e ao mesmo tempo virtualmente não-poluidores. Uma janela de como a nanotecnologia avança no setor automotivo será aberta dia 6 de outubro, em São Paulo, durante o Congresso SAE BRASIL 2009. Um painel exclusivo sobre o assunto vai reunir representantes de instituições ligadas às aplicações de materiais na indústria, que trarão os últimos desenvolvimentos ainda nos setores estratégicos do aço, alumínio e polímeros e nanotecnologia.
*Jomar Napoleão da Silva é vice-diretor do Comitê de Veículos de Passeio do Congresso SAE BRASIL 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Conquista em Michigan

A equipe de Fórmula SAE do Centro Universitário da FEI, de São Bernardo do Campo, SP, conquistou neste fim de semana a 10ª colocação na Fórmula SAE Michigan, em Brooklyn, Michigan, nos EUA. Isso prova a competência dos estudantes da Fórmula SAE do Centro Universitário da FEI, de São Bernardo do Campo, SP, em tentar alcançar o pódio. O que não deve demorar a acontecer. Com esse feito, a equipe brasileira torna-se a primeira a aparece na lista "top ten" da tradicional competição, que reuniu 97 equipes do Japão, Canadá, Venezuela, Coreia do Sul, Singapura, Áustria e Estados Unidos.

Fora a conquista do décimo lugar na competição, a equipe Fórmula FEI foi, ainda, a 6ª colocada em Design, com 626 pontos, 10ª em Aceleração, 11ª no Enduro, 12ª em Apresentação, 14ª em Consumo de Combustível no Enduro e 23ª em Custos. Em um total de 97 equipes no Michigan International Speedway, apenas 33 carros completaram todas as provas. "Falta pouco para uma equipe brasileira conquistar o título na modalidade", diz Murilo Duarte, integrante do Comitê Técnico do Projeto Fórmula SAE BRASIL, que acompanhou a única equipe brasileira, de 13 a 16 de maio, em Michigan.

O primeiro lugar na competição foi conquistado pela equipe austríaca TU GRAZ Racing Team, da Graz University Technology, com 833,5 pontos, seguida pela equipe RIT, do Rochester Institute of Technology, dos EUA, com 813,6 pontos; e pela equipe ETS, da Ecole de Technologie Superieure, do Canadá, com 789,6 pontos.
Para estar em Michigan, a equipe da FEI sagrou-se campeã na V Competição Fórmula SAE BRASIL-PETROBRAS, realizada ano passado em Americana/SP. A equipe desenvolveu pneus mais leves, em parceria com a Pirelli, e apostou em novo sistema de exaustão para melhorar o torque e potência do carro nos EUA. O Brasil estreou nos EUA em 2005 e em 2006 alcançou a 18ª colocação, na Califórnia, com a equipe V8, da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens), a vice-campeã em Americana, no ano passado. Com isso, a equipe V8 disputará entre 17 e 20 de junho, a Formula SAE West, em Fontana, Califórnia, com 79 equipes, do Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, Japão, Índia, Malásia, México, Suécia e Venezuela. "O projeto permite aplicar na prática os ensinamentos vistos em sala de aula e, além disso, possibilita os estudantes demonstrarem ao mercado toda sua criatividade e habilidade na engenharia", afirma Besaliel Botelho, presidente da SAE BRASIL.


