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Experimentar o conforto da grandiosa Honda Gold Wing, estradeira com motor de seis cilindros, que atinge 126 cavalos de potência e pesa quase 350 quilos. Vivenciar o estilo clássico de pilotagem da Kawasaki Z900 RS Café, modelo que resgatou o visual nostálgico das motos ‘oitentistas’. Ou ainda acelerar forte e raspar o cotovelo no chão com a superesportiva Honda CBR 1000 RR Fireblade, motocicleta que conquistou oito títulos consecutivos do Brasileiro de Motovelocidade, sendo os quatro últimos com Eric Granado, piloto que, atualmente, representa o país no Mundial de Motovelocidade. Estas foram apenas algumas das experiências proporcionadas pelo Moto Premium Brasil em 2020, evento que este ano chega à sua 5ª edição nos dias 2, 3 e 4 de julho na cidade de Mogi das Cruzes (SP).
Ainda com inscrições abertas para um seleto grupo de participantes, o Moto Premium Brasil irá eleger os melhores lançamentos deste ano do mercado motociclístico, divididos por categorias e cilindradas. Além disso, os pilotos-jurados, após um dia intenso de testes, escolherão a grande vencedora do concurso que levará o título de Moto Premium 2021. Na edição passada, a Honda GL 1800 Gold Wing foi a moto mais bem avaliada e faturou o prêmio principal do evento. Por sinal, a fabricante japonesa encerrou a edição 2020 com o maior número de indicações. Das 22 subcategorias em disputa, a Honda garantiu nove primeiros lugares. Alguns dos destaques foram os modelos CB 500X e CRF 1000L Africa Twin, na categoria Trail/Bigtrail, PCX 150 DLX e X-ADV 750, entre os scooters, e a CBR 1000 RR Fireblade como melhor esportiva de alta cilindrada.
Com a presença de quase todas as grandes marcas do setor, o Moto Premium Brasil 2020, realizado na cidade de Socorro (SP), apresentou 43 motos que foram avaliadas por 20 motociclistas inscritos e um time de 16 jornalistas especializados. Os participantes percorreram cerca de 430 quilômetros em trechos de estradas vicinais repletas de curvas de alta e baixa velocidade, subidas e descidas e retas sem cruzamentos, tudo isso acompanhado por guias que conduziam em segurança o pequeno pelotão. No final de cada trajeto, os pilotos avaliavam diversos quesitos das motos, entre eles, conforto, estilo, dirigibilidade, motor, acabamento e tecnologia.
