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quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Chevrolet Onix Plus é o carro mais econômico do Brasil segundo o Inmetro

 

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O Inmetro divulgou a edição 2021 do Programa Brasileiro de Etiquetagem, com o consumo de mil modelos de veículos nacionais e importados disponíveis no mercado. O grande destaque desta lista é o Onix Plus, classificado como o carro aspirado mais econômico do país, tanto com etanol como com gasolina no tanque, superando inclusive automóveis menores. O sedã da Chevrolet também apresenta o menor consumo na categoria turbo.

"O motor do Onix faz parte de uma nova geração de propulsores da GM e conta com as mais modernas tecnologias disponíveis para oferecer eficiência energética, performance e baixo custo de manutenção. O sistema avançado de gerenciamento eletrônico do veículo ajuda a potencializar os resultados em qualquer condição de uso, na cidade ou na estrada, seja na opção de transmissão manual ou na automática", explica Ricardo Fanucchi, diretor-geral da Engenharia de Produto da GM América do Sul.

Esta nova família de motores é a mesma que equipa o Tracker turbo, que consta na lista do Inmetro como o SUV mais econômico de sua categoria. A Chevrolet, aliás, é a marca que está massificando a adoção do turbo no mercado brasileiro, desde o lançamento da segunda geração do Cruze, há exatos cinco anos.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Saiba quais são as autopeças que começam a ser comercializadas com o selo do Inmetro



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Por Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

A certificação compulsória de autopeças a partir a portaria nº 301/2011 e nº 299/2012, determina a comercialização com o selo do Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, a partir de julho deste ano, para os seguintes itens: amortecedores, buzina, lâmpadas e itens de motor (bronzina, pistões, pinos e travas, anéis de pistão). Já a portaria nº 299/2012 referente à bateria de chumbo de ácido torna obrigatória a comercialização deste item no varejo a partir de 18 de junho de 2014. É importante destacar que a regra é válida para os produtos acima que são vendidos no mercado de reposição seja na loja de autopeças ou na rede de concessionárias. Todos devem conter o selo do Inmetro indicado na embalagem e na gravação das peças.

Uma série de etapas vem sendo cumprida para certificar as autopeças no período de 36 meses. Fabricantes, montadoras e importadores tiveram de se adequar processos para homologar os produtos para o mercado de reposição. “Até chegar à comercialização obrigatória que passa a vigorar a partir de julho em lojas e concessionárias, foi feito um amplo trabalho que envolveu todo um processo, com testes e ensaios dos componentes”, afirma Elias Mufarej, coordenador do GMA – Grupo de Manutenção Automotiva, e conselheiro do Sindipeças para o mercado de reposição.

Com relação à bateria de chumbo, conforme prevê a portaria nº 299/2012, todos os produtos, inclusive os destinados à linha de montagem das montadoras e para o mercado de reposição, incluindo os veículos de produção descontinuada em qualquer data, devem conter o selo do Inmetro.
Já a portaria nº 301/2011 isenta alguns componentes automotivos:

- Destinados às linhas de montagemde veículos automotores.
- Não precisam do selo itens aplicados em recall.
- Veículos com produção descontinuada até 31 de dezembro de 1999
- Peças destinadas exclusivamente a veículos que possuam relação potência/peso (RPP) maior que 140,calculado como RPP= (Pn/m)*1000kg/kW, sendo – Pn a potência em quilowatts (kW) e ? m a massa em quilogramas (kg).
- Itens dirigidos exclusivamente a veículos com peso menor ou igual a 3,5 toneladas e potência maior que 195 kW ou 265 HP ou cv e com peso menor a 3,5 toneladas (veículos semileves que inclui picapes) e preço mínimo de venda de R$ 250 mil.

Também não precisam do selo Inmetro veículos que sejam importados como parte de um conjunto montado, como:

·        Amortecedores de suspensão, somente aqueles que forem fornecidos previamente montados no eixo e os destinados a outras partes do veículo (que não seja a suspensão);
·        Bombas elétricas de combustível, somente aquelas montadas no tanque de combustível;
·     Pistões, pinos, anéis trava, anéis de pistão e bronzinas, somente as montadas em motores completos ou parcialmente montados (constituídos, pelo menos, por bloco do motor, árvores de manivelas e por todos os pistões, pinos, anéis travas, anéis de pistão e bronzinas) ou destinados, exclusivamente, a compressores de ar.

A certificação de autopeças foi criada a partir da necessidade de atualização tecnológica de autopeças e para também garantir a qualidade dos componentes automotivos, e, consequentemente, assegurar o desenvolvimento do mercado de reposição. “O objetivo da certificação, realizada por meio do Inmetro veio para propiciar aos consumidores qualidade nas peças automotivas já que os componentes devem estar dentro da conformidade para entrarem no mercado”, afirma o coordenador do GMA – Grupo de Manutenção Automotiva, e conselheiro do Sindipeças, Elias Mufarej. A medida inibe o mercado informal ou pirata de autopeças já que o consumidor pode reconhecer as peças de qualidade, por meio do selo do Inmetro.

Outros programas de acreditação da conformidade também estão entrando em vigor, entre eles, estão requisitos de avaliação da conformidade para rodas automotivas (Portaria nº 445/2010 e nº 17/2013), freios hidráulicos de veículos (Portaria nº 078/2011), vidro de segurança temperado de veículo rodoviário (Portaria nº 156/2009), vidro de segurança laminado de para-brisa de veículo rodoviário (Portaria nº 157/2009) e para conversores catalíticos destinados à reposição (Portaria nº 49/2014 - revisão em consulta pública).

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Selo do Inmetro será obrigatório para componentes de motocicleta


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Por cdn.com.br

 Segundo o relatório de Evolução da Frota de Automóveis e Motos no Brasil, do Observatório das Metrópoles do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, entre os anos de 2001 e o final de 2012, a frota de motocicletas teve um crescimento de 339,5% no País. Hoje são 18.114.464 (22,20%) circulando nas ruas, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Preocupado com a segurança dos usuários de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos e quadriciclos, o Inmetro acaba de publicar a portaria n.º 123, de 19 de março de 2014, com a certificação compulsória para componentes destinados ao mercado de reposição, como escapamentos, correntes de transmissão, coroas e pinhões. “O objetivo da certificação compulsória é fazer com que as peças de reposição disponíveis no mercado brasileiro atendam a requisitos básicos de segurança, minimizando os possíveis riscos à segurança dos motociclistas e coibindo a comercialização de peças de baixa qualidade e segurança”, destaca Leonardo Rocha, chefe da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro (Dipac).

Os fabricantes e importadores deverão procurar um organismo acreditado pelo Inmetro para que seus produtos sejam certificados até 19 de setembro de 2015. A partir de 19 de março de 2016, esses fabricantes e importadores deverão parar de comercializar o produto que não atenda à regulamentação. Já em 19 de março de 2017, todos os produtos no varejo deverão estar de acordo com o regulamento, devidamente certificados.

A portaria pode ser acessada no endereço: http://www.inmetro.gov.br/legislacao/rtac/pdf/RTAC002103.pdf

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Inmetro: PBE Veicular cresce 10% para 2014, com carros cada vez mais econômicos



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 Por CDN Comunicação Corporativa

O Inmetro acaba de publicar a nova tabela da 6ª edição do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) 2014, de adesão voluntária. Ao total, 36 fabricantes participam do programa, com 495 modelos/versões que poderão exibir a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, a ENCE, afixada em seus vidros, 10% a mais do último ciclo. A ENCE classifica os modelos quanto à eficiência energética na sua categoria e traz outras informações, como a autonomia em km por litro de combustível na cidade e na estrada, e a emissão de gás efeito estufa (CO2).
 
“Mais modelos aderiram ao Programa, e muitos deles com tecnologias novas embarcadas, como injeção direta e até o start stop, sistema que desliga o motor de forma instantânea quando o carro encontra-se sem movimento. Houve uma melhora de 3% na média dos consumos dos veículos ‘A’ subcompactos em relação ao ciclo 2013. Hoje, 70% dos veículos declarados (ou participantes do PBEV) devem ter a etiqueta nos vidros. A expectativa é que, em 2017, 100% dos veículos declarados tenham a etiqueta”, explicou Alfredo Lobo, diretor de Avaliação da Conformidade.

A exemplo do que já ocorre para refrigeradores, aparelhos de ar condicionado, fogões e fornos a gás, televisores, lâmpadas e outros produtos, os veículos recebem etiqueta com faixas coloridas de ‘A’ (mais eficiente) até ‘E’ (menos eficiente). Uma das novidades é que o consumidor também terá informações da emissão de gases poluentes desses veículos.

“Além das emissões de CO2 (gás de efeito estufa) de origem fóssil não renovável, estão disponíveis na tabela do PBEV os dados de emissão de gases poluentes (hidrocarbonetos, monóxido de carbono e óxido de nitrogênio) do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) do Ibama, e as estrelas que classificam estas emissões, contemplando com até três (3) estrelas os modelos que emitem menos e uma (1) estrela para os que emitem mais. Agora, o consumidor poderá escolher o caro mais eficiente e o menos poluente ou mais limpo”, explica.

Os veículos serão avaliados em categorias, são elas: subcompactos, compactos, médios, grandes, extra grandes, carga derivado, comercial, utilitário esportivo compacto, utilitário esportivo grande, fora-de-estrada, minivan e esportivos. Automóveis que forem mais eficientes e obtiverem as melhores classificações no PBEV, tanto na comparação relativa dentro de suas categorias quanto na comparação absoluta geral com todos os demais modelos participantes, serão contemplados adicionalmente com o Selo CONPET de Eficiência Energética concedido pela Petrobras.

A tabela do sexto ciclo do PBEV, contemplando todos os modelos e a suas respectivas classificações, já está disponível na página do Inmetro na internet, www.inmetro.gov.br/pbe, acessando o link “Tabelas de Eficiência” e abrindo as tabelas referentes ao PBE Veicular. A consulta também pode ser feita de forma interativa na página do CONPET (www.conpet.gov.br/consultacarros), que este ano como novidade permite a exibição detalhada das informações para a etiqueta de cada modelo escolhido e o acesso à página eletrônica da marca.

Coordenado pelo Inmetro, em parceria com o programa CONPET conduzido pela Petrobras, o PBE Veicular foi lançado em novembro de 2008, no Salão do Automóvel, em São Paulo, com cinco montadoras e 54 modelos de veículos.

Economia de combustível - Um carro subcompacto, que é um dos segmentos mais comercializados no Brasil, faz em média 13,5 km com um litro de gasolina, contra 10,3 km dos menos eficientes. Num percurso diário de 40 km, em um ano, a economia pode ultrapassar R$ 956, ao optar pelo veículo classe A. Em cinco anos, o valor é superior a R$ 4,8 mil, o que representa até 20% do valor do próprio veículo.