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Já pensou na possibilidade de continuar rodando com um veículo mesmo com o pneu furado? Ou de adquirir um pneu com óleo de soja, derivados de beterraba, derivados de casca de arroz, entre outros como parte de sua composição? Essas tecnologias já são realidade na produção nacional de pneus, segundo a ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), que representa 11 empresas e 21 fábricas instaladas no Brasil.
As novas tecnologias trazem benefícios diretos aos
consumidores, como a melhoria do desempenho do produto, auxílio na
economia de combustível e no acompanhamento de indicadores, como o
desgaste dos pneus. A produção de pneus também está
mais sustentável, emitindo menos gases causadores do efeito estufa.
“Nos últimos anos a indústria nacional tem investido no estudo e desenvolvimento de novos compostos para aumentar a vida útil do pneu. Se há maior vida útil, menor será o descarte, contribuindo para redução do impacto ambiental. Temos notado também o aumento da produção de veículos elétricos que trazem desafios dinâmicos, como questões relacionadas à aceleração, frenagem, peso e ruído, exigindo um produto de alta responsabilidade em segurança”, avalia Klaus Curt Müller, presidente executivo da ANIP.
Veja abaixo a relação das novas tecnologias aplicadas no setor:
