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Caravana BlueTec 6 expõe novidades dos caminhões Mercedes-Benz aos clientes paraenses
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O dia 25 de setembro é marcado por ser comemorado o Dia Nacional do Trânsito, um dia para a conscientização de motoristas e pedestres sobre seu papel e cuidados básicos a serem tomados. Mesmo assim, anualmente, cerca de 45 mil morrem em acidentes e 300 mil sofrem lesões de natureza grave nas ruas e estradas, gerando custos de R$ 50 milhões ao erário. Diante deste cenário controverso e desafiador, há uma boa notícia: estes números podem ser atenuados com o uso de inteligência artificial (IA).
É o que declara Eduardo Vargas, gerente de desenvolvimento de negócios da Graymatics, uma das principais empresas de processamento cognitivo multimídia do mundo. Para ele, “o recurso da IA instalado em câmeras pode ser programado para captar infrações de trânsito na hora em que elas acontecem, como dirigir acima do limite de velocidade e não usar cinto de segurança, por exemplo. Assim, conseguimos aumentar a fiscalização e diminuir bastante a quantidade de situações acidentais. Outra vantagem é a possibilidade de programar o sistema para verificar a concentração de veículos em uma única via, auxiliando as autoridades na hora de gerenciar o trânsito intenso”.
De acordo com a companhia, a inteligência artificial viária é útil em situações como no chamamento mais rápido de ambulâncias em caso de acidentes, fiscalização rígida das leis de trânsito, e subsequentemente o aumento de multas e outras penalidades, detecção de assaltos em vias congestionadas ou em sinais fechados, eficiência na emissão de alertas sobre as condições de tráfego, como buracos, animais e objetos na pista, e fenômenos climáticos.
“Espero que, neste 25 de setembro, a população e as autoridades possam refletir a respeito do uso de ferramentas como IA, machine learning e big data analytics para melhorar os índices do tráfego nacional”, finaliza Vargas.
Vem cá: você que é dono de picape ou SUV com tração nas quatro rodas e quer por o veículo a toda prova, o que faria? Participar de um rali é uma opção, mas demanda preparação e uma série de equipamentos imprescindíveis para rodar. Quem é cliente da Mitsubishi e tem a intenção de encarar aventuras não precisa de tudo isso, e eventos como o Mitsubishi Experience são as oportunidades ideais para conhecer o que os modelos da marca do triplo diamante são capazes.
No último sábado, 26, o município de Benevides, na região metropolitana de Belém, recebeu a quinta etapa do Mitsubishi Experience, reunindo cerca de cinquenta proprietários de veículos da marca com tração 4x4 e seus familiares e amigos. Dividida em duas categorias, aventura e turismo, todos, seja dirigindo ou como passageiro, souberam do quão capazes os veículos são. Eram comuns reações de surpresa do tipo “Nossa, não sabia que meu carro fazia isso”, “Incrível”, entre outras.
O evento foi totalmente gratuito, sendo a única obrigação de cada carro participante doar uma cesta básica e cinco produtos de higiene pessoal (1 creme dental, 1 escova de dentes, 1 absorvente íntimo feminino e 2 sabonetes) como inscrição solidária. Vale ressaltar que, em 2022, mais de 17 toneladas de alimentos e outros 9 mil itens de higiene pessoal foram arrecadados com os rallies e passeios promovidos pela Mitsubishi, beneficiando 21 instituições de caridade. No dia anterior ao evento, houve um coquetel facultativo de boas vindas na concessionária Macom, em Belém, ocasião em que teve também briefing, retirada de kits dos participantes e adesivagem dos veículos.
Ver-o-Carro acompanhou a categoria aventura, considerada a mais longa, por ter trajetos fora-de-estrada mais severos, percorrido em 97,9 quilômetros por vilarejos como Taiassuí, Maravilha, Macapazinho, Pernambuco, Sapucaia, Conceição do Itá, Feijoal, Caraparu e do Carmo, a bordo de uma L200 Triton Sport GLS de apoio da organização. Em todo o percurso, cruzamos fazendas, terrenos de areia, chão batido, lama, piçarra, cascalho, mata fechada e até igarapé, recebido com entusiasmo e festa pelas populações locais. (A categoria turismo era a mais curta, com itinerário de, aproximadamente, 53 quilômetros, cujos detalhes não foram informados.)
Com o apoio dos instrutores que dirigiam os carros da organização e se comunicavam via rádio, os participantes puderam explorar as mais variadas funções que modelos como Pajero e L200 possuem, como a tração 4x4 reduzida e o bloqueio do diferencial traseiro, bastante úteis na transposição de terrenos enlameados, frequentes no trajeto andado. Sem contar nas paradas para lanche e contemplação de belezas naturais, feitas na fazenda hípica Vitória (km 25) e no balneário do rio Caraparu (km 79), ambos no município de Santa Isabel do Pará.
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Uma hora ou outra, o automóvel terá problemas (afinal, não existe máquina perfeita), seja mecânico ou de lataria, e, por conseguinte, uma ida à uma oficina será inevitável. Quando chega a hora de auferir os orçamentos, como maneira de conferir e comparar valores, aparecem grandes discrepâncias, seja no preço ou na qualidade dos serviços prestados, ou nos dois. Na expectativa de economizar, obviamente o destino é a oficina mais barata, mas será que o serviço prestado é de qualidade, ou o cliente vai porque ficou mais em conta para o seu bolso? Não querendo generalizar, consertos muito baratos podem gerar novos problemas no futuro, e assim, sendo obrigado a retornar para consertar o conserto feito anteriormente. No final das contas, o barato pode sair caro.
Para saber se o conserto tem preço justo ou não, a Niterra, empresa japonesa detentora das marcas NGK e NTK e especialista em componentes para sistemas de ignição, destaca alguns elementos indispensáveis sobre a precificação e soluções que agregam valor aos serviços ofertados aos clientes. “Se você precificar acima da média, muitas vezes você irá perder os orçamentos ou até mesmo passar uma impressão errada. Por outro lado, preços abaixo do esperado podem gerar problemas de rentabilidade para a oficina. Em ambos os casos há um desgaste entre o cliente e o mecânico, devendo ser evitados ao máximo”, afirma Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra do Brasil.
1. Precificação correta garante rentabilidade: neste momento, deve-se levar em conta todos os fatores, sejam custos diretos ou indiretos, para não gerar prejuízo. Uma precificação adequada garante margens rentáveis ao prestador de serviços e evita que os preços cobrados estejam acima da faixa do mercado;
2. Peças de baixa qualidade descredibilizam o preço cobrado: de acordo com o técnico, o principal erro é a utilização de peças inferiores para “fechar” o orçamento. Em muitos casos, o uso dessas peças gera retrabalhos, fazendo com o que a oficina arque com a mão de obra. Isso causa impacto direto no processo de precificação e gera insatisfação do cliente. Todos saem perdendo;
3. A tecnologia pode contribuir para a otimização das entregas: hoje existe uma série de softwares que ajuda no dia a dia entre eles podemos destacar: manuais de serviços; catálogos de peças; programas de elaboração de orçamentos e envio ao cliente; plataformas de busca de peças que utilizam a placa do veículo para garantir a assertividade na seleção, facilitando a rotina do mecânico.
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Há uma máxima no futebol em que “em time que está ganhando, não se mexe”. Certo?
Para a Fiat, errado. Carro líder de vendas em números gerais, a Strada entra na gama 2024
de visual renovado nas versões mais caras, motor turbo e em clima de festa, pois são 25
anos de mercado, com direito a versão comemorativa. Tudo isto para se manter na
primeira posição, conquistada há dois anos. Desde outubro de 1998, o modelo foi o
pioneiro em ter cabine estendida, cabine dupla e porta de acesso ao banco traseiro.
Para a versão de entrada Endurance, focada para quem põe a caminhonete para trabalho,
foi decretada a morte do vetusto motor Fire Evo 1.4, e em seu lugar, entra o Firefly 1.3
de até 107 cv/13,7 kgfm, antes restrito às demais versões; com a troca do motor, agrega
direção elétrica. Na Freedom, aos amantes de lifestyle, entram novas rodas de liga-leve,
e na Volcano, não teve mudanças na lista de itens. Todas têm novo volante com Fiat
Script, emprestado de Argo e Cronos.
Foi nas versões Ranch e na inédita Ultra que a Fiat pôs a cereja do bolo na Strada 2024.
Nelas, foram aplicados as novas grade frontal, para-choque integrado, faróis de neblina
em LED, rodas aro 16 próprias e skidplate, além, é claro, do motor Firefly 1.0 turboflex
T200 de 130 cv/20,4 kgfm, câmbio CVT e modo Sport no volante, presente no Pulse e no
Fastback, e em breve, no Peugeot 208. É peculiar da Ultra frisos vermelhos e bordados
nos encostos dos bancos dianteiros com o nome da versão. Senti falta de painel de
instrumentos digital de 7 polegadas emprestado do Pulse e da multimídia de 8,4 polegadas
oriunda do Jeep Renegade (vamos corrigir isto, Fiat?).
1 Radialista, locutor comercial e comunicador. Apaixonado por carros desde criança, em novembro de 2021,
criou e mantém a página Ver-o-Carro nas redes sociais, informando sobre o que é destaque no noticiário
automotivo, com orgulho de ser do Pará.
Como são 25 anos de revolução entre as picapes pequenas, a Fiat Strada festeja com a
Edizione 25, de tiragem limitada a 1.025 exemplares, todas numeradas. Vem com rodas
escurecidas, adesivos da série próximos a lanterna, teto preto em contraste com a cor
Cinza Strato, retrovisores em preto brilhante, nome Ultra em bordado vermelho no
encosto dos bancos dianteiros e acessórios genuínos Mopar, como pedaleiras esportivas,
Fiat Box (uma caixa organizadora prática e funcional) e para-barros.
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A descarbonização é o caminho trilhado por várias montadoras de veículos, na ambição
de reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Quem agora segue esta jornada é a
Stellantis, que revelou na última terça-feira, 1°, em Betim (MG), a tecnologia Bio-Hybrid,
a ser adotada em seus produtos fabricados na América do Sul a partir de 2024, em sintonia
com o plano estratégico de longo prazo, Dare Forward 2030, que prevê a descarbonização
de processos e produtos da empresa até 2038, com redução das emissões em 50% já em
2030.
“O Bio-Hybrid é uma tecnologia de descarbonização da mobilidade, que privilegia as
características e recursos do Brasil, como o etanol e a energia elétrica limpa”, afirma
Antonio Filosa, presidente da Stellantis para a América do Sul. “Nasceu de nossa
plataforma Bio-Electro, que é um esforço de nacionalização de tecnologias. Nossa
prioridade é descarbonizar a mobilidade, mas queremos fazer isto de modo acessível para
o maior número de consumidores e desenvolvendo tecnologias e componentes no Brasil”.
Sustentada por três pilares (Academy, Lab e Tech), o Bio-Hybrid é fruto da sinergia entre
fornecedores, pesquisadores e outros parceiros, abrindo caminho para o uso de
combustíveis renováveis, como o etanol, ligado a um motor elétrico,, sendo assim uma
opção competitiva para a descarbonização no país. Segundo a Stellantis, a tecnologia terá
quatro variações, a ser aplicada em todas as plataformas:
BIO-HYBRID: híbrido-leve, troca o alternador e o motor de partida por um motor
elétrico de 48 V, capaz de gerar 3 kW de potência, sustentado por uma bateria de lítio de
1 Radialista, locutor comercial e comunicador. Apaixonado por carros desde criança, em novembro de 2021,
criou e mantém a página Ver-o-Carro nas redes sociais, informando sobre o que é destaque no noticiário
automotivo, com orgulho de ser do Pará.
12 V, que tanto gera torque adicional para o motor térmico do veículo quanto gera energia
elétrica para carregá-la;
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Você sabia que nesta terça-feira, 25 de julho, é comemorado o dia do motorista? A data
é alusiva por ser também celebrado São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, condutores,
viajantes e transportadores. Segundo a história, Cristóvão, antes chamado de Réprobo,
carregava pessoas em seus ombros de uma margem à outra de um rio, e em uma dessas
travessias, conheceu uma criança, transportada com um enorme sacrifício. Ao final, esta
criança revelou ser Jesus Cristo, convertendo-se em seguida.
Do mesmo jeito como fez São Cristóvão, no trânsito, somos chamados a dirigir para nós
e para os outros. É igual a um jogo em equipe: quanto mais tivermos consciência e
soubermos do nosso papel, mais justo e seguro o espaço para todos os envolvidos. Mas
fica uma pergunta: você sabe o que define um bom motorista, e quais práticas e
habilidades devemos ter? A seguir, elencamos quatro razões:
1. Aposte na direção defensiva: A direção defensiva é a forma cautelosa de
conduzir veículos para evitar acidentes, tendo em vista as ações incorretas de
outros motoristas ou condições adversas no trânsito. É importante que o condutor
busque adotar práticas como manter a distância do veículo à frente, respeitar os
limites de velocidade, dar preferência a outros automóveis, mesmo quando não
for mandatório, e sempre estar atento a tudo o que acontece ao redor do carro (à
frente e atrás). Lembre-se que o trânsito é formado por veículos de diferentes
portes, como bicicletas, motocicletas, automóveis, caminhões, ônibus, além dos
pedestres, que sempre devem ser respeitados. Cada meio de transporte ocupa
espaços diferentes e têm regras específicas no trânsito, e é fundamental para
qualquer motorista prezar pela cautela e cortesia com o próximo.
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O segmento de carros elétricos é um dos que mais crescem nos últimos tempos; somente nos primeiros quatro meses de 2023, registrou-se crescimento de 51%, segundo pesquisa da ABVE – Associação Brasileira de Veículos Elétricos. Entretanto, um dos empecilhos é o preço cobrado no ato de adquirir. E a BYD, líder mundial na fabricação de elétricos, lança no Brasil o Dolphin, prometendo preço justo e entrega de mais itens de série e espaço comparado aos principais concorrentes, como os compatriotas Caoa Chery iCar, JAC e-JS1 e Renault Kwid E-Tech.
Feito na plataforma e-Platform 3.0 e membro da família Ocean, o Dolphin tem entre-eixos de 2,70 m (equivalente ao do Toyota Corolla, favorecendo o espaço interno), e por debaixo do assoalho, uma bateria Blade de 44,9 kWh alimenta o motor de 95 cv/18,3 kgfm do carro; ela pode ser carregada tanto numa tomada residencial de 127 ou 220V quanto num wallbox, melhor eficiência energética (0,42 MJ/km) e autonomia gira em torno de 291 km, segundo o Inmetro. Outra comodidade da bateria vai no fato de servir de fonte de energia para, por exemplo, uma cafeteira, um laptop, uma pipoqueira e até uma luminária, através de um adaptador vendido à parte.
Tratando-se de um carro elétrico "popular", a BYD caprichou na lista de equipamentos do Dolphin. São seis airbags, tela multimídia giratória de 12,8", conexões Android Auto e Apple CarPlay sem fio (item que os outros BYD não tem), faróis de LED, piloto automático, câmera de ré, chave presencial que pode ser substituída por um dispositivo NFC, painel digital de 5", comandos de voz "Hi, BYD", karaokê e jogos de videogame na multimídia, quando o carro estiver parado.
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Quem conhecia a Ram no Brasil apenas por suas picapes grandalhonas, que se assemelham à caminhões, nosso país tem a primazia mundial de lançar uma picape intermediária, sem que perca suas características como capacidade, luxo e tecnologia. E a Rampage é o início de uma nova história para a marca do bode, tendo chances, inclusive, de conquistar o mercado norte-americano.
Feita em Pernambuco, na mesma plataforma Small Wide 4x4 que gerou os Jeep Renegade, Compass e Commander e a Fiat Toro, a Ram Rampage é fruto de um investimento de R$ 1,3 bilhão e mais de 1,2 milhão de horas de trabalho da equipe de engenharia da Stellantis, agregando no visual um conjunto óptico todo em LED (as lanternas têm a assinatura da bandeira dos Estados Unidos) e no desenho musculoso da carroceria, trazendo imponência em qualquer ângulo. Detalhes externos podem estar em cromado, preto e cinza ou na cor do carro, dependendo da versão.
O interior da Rampage é notado especialmente pela multimídia flutuante (12,3", a maior do segmento), acabamento em couro e Suede, som da Harman-Kardon, ar digital bizona, instrumentação digital de 10,1", carregador de celular por indução RamCharger, seis entradas USB espalhadas, sistema de conectividade Ram Connect, partida remota, sete airbags, e ESP, para dizer alguns dos itens, o habitáculo interno mantém o mesmo nível de requinte e tecnologia visto no Jeep Commander, por exemplo, com os toques da própria Ram.
Dois motores 2.0 turbo movem a nova picape "made in Brazil", importados da Itália: o MultiAir a diesel é o mesmo do Jeep Commander, com seus 170 cv/38,8 kgfm, enquanto que o Hurricane 4 a gasolina vem do Jeep Wrangler, tendo 272 cv/40,8 kgfm; ambos compartilham a transmissão automática de 9 marchas com seletor giratório no console central e tração 4x4 com reduzida. A caçamba tem volume de 980 litros, carregando 1.015 kg nas versões a diesel e 750 kg nas a gasolina.
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Há cerca de 20 anos à venda e exclusiva do mercado brasileiro, a versão Savana da Mitsubishi L200 entra na quinta geração, mostrando que quer continuar sendo uma referência quando o assunto é capacidade off-road. Para isso, a japonesa fabricada em Catalão (GO) agrega snorkel, bagageiro de teto com rampa, estribos laterais, caçamba com acabamento antirriscos e caixa multifunções integrada, semelhante à Ram Box, e rodas de aço de 17 polegadas calçadas em pneus all-terrain 265/60.
Não houve mudanças no motor 2.4 turbodiesel de 190 cv/43,9 kgfm, já usado nas demais L200, mas é nova a transmissão automática, agora com seis marchas, sendo as primeiras mais encurtadas, e a sexta, alongada na comparação com a antiga transmissão. Com quatro cores à escolha do cliente, a Mitsubishi L200 Triton Savana 2024 tem preço de R$ 309.990, posicionada entre as versões HPE e HPE-S. Chega às lojas nos próximos dias.
Jeep Experience e Ram Arena movimentam Belém
Nos dias 17 e 18 de junho, o shopping Bosque Grão-Pará, em Belém do Pará, foi cenário para uma aventura fora-de-estrada, com o Jeep Experience e o Ram Arena, apoiado pela concessionária Way. O evento reúne, todos os anos, a experiência de dirigir os modelos mais capazes de encarar qualquer aventura.
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Após o anúncio feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelos ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, da Fazenda, Fernando Haddad, e da Casa Civil, Rui Costa, de que haveria redução de impostos, ainda que momentânea, para automóveis de até R$ 120 mil, como forma de estímulo às vendas que não estavam nada boas, imediatamente grande parte dos negócios por ora fechados foram cancelados, até que surgisse a definição sobre quais deduções fiscais ocorreriam, bem como a forma como seriam aplicadas.
Com a Medida Provisória finalmente publicada na segunda-feira, 5 de junho, quem se qualificava até o valor proposto teria redução de preço de R$ 2 mil a R$ 8 mil em relação a tabela, representando até 11,6% de descontos, desde que atendam aos seguintes critérios:
a) Valor do veículo: quanto mais barato for, maior será o desconto;
b) Eficiência energética: quanto menor for a emissão de poluentes no veículo e na linha de produção, maior será o desconto;
c) Densidade industrial: quanto mais peças e outros componentes produzidos no Brasil, maior será o desconto.
A entrada em vigor da MP 1175, que trata sobre o tema, reserva créditos de R$ 1,5 bilhão, distribuídos em R$ 500 milhões para automóveis, R$ 700 milhões para caminhões e R$ 300 milhões para vans e ônibus. O programa encerrará quando o total dos créditos forem esgotados ou daqui a quatro meses após o início, o que ocorrer primeiro. Quem vender o carro em menos de seis meses após a compra com o subsídio, terá que desembolsar a diferença, conforme inciso 2, artigo 11, da Medida Provisória 1.175, de 5 de junho de 2023.
Na opinião do especialista em Direito Tributário Marcelo C. Censoni Filho, a medida “é uma tentativa do atual governo agradar a classe média, tapando o sol com a peneira”. O tributarista diz que o anúncio do incentivo fiscal seguramente deixa o setor industrial contente, mas que sabem que apenas um ano de benefícios é uma medida paliativa. “Certamente daqui um ano haverá grande lobby do setor para prorrogar o prazo de vigência da MP”, acredita o advogado. Para Censoni Filho, o que realmente ajudaria o setor industrial, principalmente sobre a indústria de transformação, seria a reforma dos impostos e gastos indiretos gerados por benefícios e isenções concedidos pelo Governo em regiões e setores específicas do país.
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Querendo reverter a queda de 19,2% nas vendas em abril, comparado à março, de acordo com últimos dados da ANFAVEA, o Governo Federal divulgou um pacote de estímulo à indústria automobilística brasileira, após reunião nesta quinta-feira, 25, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com os ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, da Fazenda, Fernando Haddad, e da Casa Civil, Rui Costa, junto de representantes do setor.
Com a medida, veículos de até R$ 120 mil terão deduções em impostos federais como IPI, PIS e Cofins, o que representaria uma redução de 1,5 a 10,79% nos valores de mercado; envolvem, ao todo, 33 modelos de 11 marcas. Vale ressaltar que Fiat Mobi e Renault Kwid revezam-se no posto de automóvel mais barato do país, girando na ordem de R$ 68 mil em suas versões de entrada (ver lista completa ao final). Entretanto, os abatimentos serão maiores se os carros atenderem aos seguintes critérios:
a) Valor do veículo: quanto mais barato for, maior será o desconto;
b) Eficiência energética: quanto menor for a emissão de poluentes no veículo e na linha de produção, maior será o desconto;
c) Densidade industrial: quanto mais peças e outros componentes produzidos no Brasil, maior será o desconto.
O Ministério da Fazenda terá 15 dias para realizar um estudo do impacto do quanto as reduções de impostos trarão ao erário público, bem como as compensações pelas eventuais perdas; após o prazo, será editada uma Medida Provisória e um decreto regulamentando os incentivos fiscais. Alckmin também cogita a inclusão de clientes pessoa física, ou seja, por CPF, na aquisição de automóveis por Venda Direta, modalidade permitida apenas para clientes PJ, MEI, taxistas, produtores rurais, frotistas e PcD. Mas esbarraria justamente na rede de concessionárias, que amargaria prejuízos em vendas desta natureza para PF, assim como na legislação, que proíbe a prática.