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Dois exemplares do Chevrolet Bel Air conversível ano 1957, equipados com câmbio automático e motor V8, estarão expostos na ilha principal da tradicional mostra, de 18 a 20 de agosto, em Novo Hamburgo
O câmbio automático, cada vez mais desejado pelo motorista brasileiro, é item de série em muitos modelos norte-americanos há mais de 70 anos. O sistema equipa os dois exemplares do Chevrolet Bel Air 1957 que são os carros-destaques da edição comemorativa dos 20 anos da Expoclassic. De 18 a 20 de agosto, a maior mostra de veículos antigos em área coberta do Brasil deverá reunir, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, cerca de mil automóveis, motos, caminhões e ônibus. A estimativa, segundo Clodio Silva, presidente da entidade organizadora, o Veteran Car Club Novo Hamburgo, é de que mais de 20 mil pessoas confiram os três dias de programação.
Diferentemente do que ocorreu em anos anteriores, para comemorar as duas décadas da Expoclassic foram escolhidos não apenas um, mas dois carros-destaques. Ambos os exemplares do Chevrolet Bel Air 1957 são conversíveis e estão impecavelmente conservados. Ícones da uma era dourada na história do automóvel, são raros no Brasil e, inclusive, nos Estados Unidos, onde foram fabricados.
Os carros-destaques foram revelados em janeiro passado e, quando vistos ao vivo, dão a impressão de que acabaram de sair da fábrica. Essa sensação de nostalgia poderá ser conferida ao vivo pelos visitantes na ilha principal da Expoclassic, localizada logo no acesso.
O exemplar na tonalidade Coral com capota branca pertence a um associado do Veteran Car Club Novo Hamburgo. O interior também é na cor clara e os bancos têm acionamento elétrico, assim como a capota. O ano de 1957 foi considerado o auge deste autêntico rabo-de-peixe, pois recebeu um motor V8 4.6 com 283 cv de potência e 40 kgfm de torque, números respeitáveis até nos dias atuais. O câmbio automático tem somente duas velocidades.
