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Muito se fala em novas tecnologias para motores, em modernização e alternativas para a combustão aliados a menos emissões de poluentes. Mas efetivamente o que já temos no mercado? Atualmente, muitos estudos apontam para uma tendência cada vez mais popularizada na fabricação de um dos principais conjuntos que compõem o veículo: o "downsizing" dos motores, que significa produzir motores com componentes de menor tamanho físico, mas sem perder sua capacidade de potência, torque e eficiência. É o caso dos motores três cilindros. Mas como isso seria possível, uma vez que o conceito enraizado na maioria das culturas automotivas diz que mais cilindros e motores maiores representam melhor desempenho?
Um dos exemplos que podemos citar, é a tecnologia GDI, da sigla em inglês "Gasoline Direct Injection" e traduzindo, Injeção Direta de Combustível. Já ouviu falar?
Se estiver antenado com as novidades do mundo automotivo, com certeza sim, mas se não, explicamos: nesse sistema, a precisão da injeção do combustível é maior, pois ele é injetado diretamente em alta pressão (acima de 100 bar) na câmara de combustão, com o ar entrando pelos coletores de admissão e válvulas, resultando em uma queima mais completa e eficiente do combustível, permitindo um melhor aproveitamento da energia produzida, facilitando a atuação do motor e diminuindo o consumo e a emissão de dióxido de carbono (CO2), prejudicial para a nossa saúde e para o meio ambiente. Tudo isso, produzindo a mesma potência, podendo ser considerado como o grande futuro da combustão.
Alguns modelos como Hyundai HB20 Evolution, Volkswagem Polo, Nivus e Virtus todos da linha Comfortline, além do T-Cross 200, Peugeot 2008 Griffe, Chevrolet Cruze e Cruze Hatch ambos LT, Fiat Toro Endurance e Renault Captur Zen já saem equipados de fábrica com o sistema GDI.