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Como toda a solução inovadora, o run flat gera sempre muitas dúvidas. Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental Pneus, fabricante de pneus de tecnologia alemã, aborda quatro curiosidades sobre essa tecnologia que vem ganhando cada vez mais atenção da indústria automotiva ao permitir ao motorista continuar rodando com o veículo em caso de perda total da pressão interna do ar:
1 – Há diferentes tipos de tecnologias – Há, basicamente, três tipos de pneus run flat: os com “suporte auxiliar”, que contam com peças em forma de anel em seu interior para suportar a carga em caso de perda de pressão; os pneus “auto suporte”, mais comuns, que contam com reforços de borracha em suas laterais para suportar o peso do veículo e, os mais modernos, os chamados “auto selantes”, que dispõem de uma camada polimérica viscosa de baixo índice de vulcanização em seu interior capaz de selar furos como uma cola.
2 – Parecem iguais, mas não são – Embora pareçam iguais, cada tipo de run flat possui a sua especialidade. Normalmente, os pneus que contam com os anéis de suporte em seu interior são mais difíceis de serem montados e balanceados.
“Porém, são ideais para veículos blindados, veículos de segurança e militares, pois resistem a danos em suas laterais e continuam estando aptos a rodar, mesmo que precariamente, quando totalmente destruídos”, explica Rafael Astolfi.


