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Escrito por Marcelo Martini
Em tempos de isolamento social, temos como consequência um aumento da quantidade de carros parados nas garagens. Isso se deve, entre outros fatores, às orientações para combate à pandemia de COVID-19 por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), que instituiu o isolamento social e a adesão ao regime home office em massa. Decorrente disso, milhares de automóveis estão parados por um longo período, o que pode ocasionar prejuízos à saúde do veículo. Mas o que é preciso para evitar impactos negativos no funcionamento dos carros?
Os prejuízos da falta de cuidados com o carro durante a quarentena
Um dos maiores desafios decorrentes da inércia do veículo é a danificação de alguns componentes, especialmente aqueles responsáveis por levar o combustível até o motor, como a bomba de combustível, válvulas, bicos injetores e toda a tubulação por onde o líquido tende a passar. Outra questão importante é a própria gasolina que, se ficar muito tempo parada, pode formar sedimentos que não se dissolvem e acabam entupindo as tubulações do automóvel. Além disso, o envelhecimento dos fluidos pode afetar as peças do carro, como por exemplo, o lubrificante de freio que, ao ficar “velho” ou desgastado pode travar as pinças de frenagem das rodas.
Os prejuízos da falta de cuidados com o carro durante a quarentena
Um dos maiores desafios decorrentes da inércia do veículo é a danificação de alguns componentes, especialmente aqueles responsáveis por levar o combustível até o motor, como a bomba de combustível, válvulas, bicos injetores e toda a tubulação por onde o líquido tende a passar. Outra questão importante é a própria gasolina que, se ficar muito tempo parada, pode formar sedimentos que não se dissolvem e acabam entupindo as tubulações do automóvel. Além disso, o envelhecimento dos fluidos pode afetar as peças do carro, como por exemplo, o lubrificante de freio que, ao ficar “velho” ou desgastado pode travar as pinças de frenagem das rodas.
