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O cilindro de roda é responsável por acionar as lonas contra o tambor de freio. Ele recebe a pressão hidráulica do cilindro mestre e promove a expansão do conjunto de pistões, empurrando as sapatas e lonas contra o tambor e, assim, auxiliando na frenagem do veículo. “Um dos componentes essenciais para o cilindro de roda ter bom desempenho e durabilidade é o fluido hidráulico, que deve estar em perfeitas condições, sem contaminação por impurezas e dentro do prazo de validade”, alerta Vagner Marchiniak, consultor de marketing de produto da Controil.
Ele lembra que o sistema de freio traseiro trabalha em conjunto com o dianteiro, por isso é primordial revisar ambos, mesmo quando for realizada apenas a troca de pastilhas e discos. “É preciso avaliar o cilindro de roda quanto a vazamentos e travamentos, e os guarda-pós quanto à sua integridade, para evitar que impurezas contaminem a peça.
Se, ao recuar o guarda-pó, for observado fluido de freio, é sinal de que o cilindro de roda já apresenta vazamento e necessita substituição”, adverte Marchiniak, lembrando que, ao trocar o cilindro de roda, é recomendável realizar a substituição em ambos os lados. O estado das lonas, do tambor, das molas de retorno e do cabo do freio de estacionamento também deve ser revisado.
Cuidado ao fazer sangria e limpeza – Ele explica que é preciso ter atenção no processo de sangria para não contaminar as lonas com fluido e para não apertar o sangrador excessivamente. “Aplicar torque acima do especificado pode danificar ou até quebrar o parafuso e, consequentemente, comprometer a peça”, ressalta.
Destaca também que é importante realizar a limpeza de todo o sistema, evitando a contaminação das lonas e o surgimento de ruídos durante o acionamento do freio.
Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

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