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O sistema de suspensão, responsável por conectar o chassi às rodas, suavizar os impactos sofridos pelo veículo e manter os pneus em contato com o solo, está diretamente ligado à dirigibilidade, à estabilidade e ao conforto dos ocupantes.
Para cumprir todas essas funções, é formado por diversas peças, entre elas amortecedores e molas, que são protagonistas, mas atuam em conjunto com outros componentes. “Buchas, bandejas, pivôs, barra estabilizadora, coxins, bieletas e kits dos amortecedores também fazem parte do sistema e devem estar em boas condições para garantir a performance da suspensão”, afirma Leandro Leite, coordenador de Assistência Técnica da Nakata.
Quando chega a hora da manutenção – Além da avaliação periódica, que faz parte da manutenção preventiva, os motoristas devem ficar atentos a alguns fatores que podem indicar problemas no sistema de suspensão. “Barulhos, perda de estabilidade em curvas, carro puxando para um dos lados, balanço excessivo ao trafegar em solos irregulares ou passar por lombadas, aumento da distância de frenagem e desgaste irregular de pneus são alguns dos indícios de comprometimento da suspensão”, alerta Leite. Ao detectar qualquer um desses sinais, é fundamental levar o veículo a uma oficina de confiança para checagem completa de todos os componentes do sistema.
Itens que devem ser checados na revisão – De acordo com Leite, o primeiro passo do reparador é ouvir atentamente o cliente sobre os sinais apresentados pelo veículo e, em seguida, realizar uma inspeção visual para identificação de trincas, desgastes e vazamentos. “Amortecedores devem ser verificados quanto a vazamentos e desgastes. Além disso, o reparador pode fazer o teste de rodagem junto com o cliente, observando o comportamento do veículo”, destaca.
As molas também exigem atenção especial e não podem apresentar trincas ou deformações. “Reparadores podem observar se um lado do carro está mais baixo que o outro para verificar se há molas comprometidas”, ressalta.
Outro ponto importante é a checagem das buchas, pois o desgaste causado pelo atrito ferro com ferro prejudica o funcionamento da suspensão, além de ser fonte geradora de ruídos. Bandejas danificadas, por sua vez, podem afetar diretamente o alinhamento do veículo. Pivôs, quando desgastados, interferem na direção, comprometendo a segurança. Já buchas e bieletas da barra estabilizadora deterioradas podem gerar ruídos e, em situações mais críticas, ocasionar acidentes.
Manutenção preventiva é fundamental
A recomendação é que os motoristas não descuidem da manutenção preventiva do automóvel, realizem as revisões periódicas conforme orientação do fabricante e, ao primeiro sinal de desgaste ou anomalia no sistema de suspensão, procurem uma oficina especializada. A atenção a esses detalhes contribui para maior segurança, conforto e durabilidade dos componentes do veículo.
Fonte: Verso Comunicação e Assessoria de Imprensa

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