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Dificuldade na partida, aumento no consumo de combustível, marcha irregular ou perda de desempenho podem ser sinais de que o sistema de alimentação do veículo precisa de atenção. Em carros abastecidos com etanol, fatores como a presença de contaminantes no combustível, a formação de resíduos, corrosão de componentes metálicos, estão entre os fatores que podem comprometer o funcionamento do sistema ao longo do tempo. A manutenção preventiva, aliada ao uso de produtos desenvolvidos especificamente para esse tipo de combustível, pode ajudar a preservar os componentes e evitar problemas mais caros no futuro.
Segundo Arley Silva, Gerente de Engenharia e Sucesso do Cliente da Promax Bardahl, marca especializada no desenvolvimento de aditivos e lubrificantes automotivos, o uso contínuo do etanol exige cuidados específicos com o sistema de alimentação. "Existe uma percepção comum entre os consumidores sobre a chamada ‘borra branca’, que pode aparecer em diferentes partes do veículo. Em alguns casos, ela está relacionada a depósitos e contaminantes presentes no sistema de combustível; em outros, pode estar associada à umidade e à condensação no sistema de lubrificação. Por isso, o diagnóstico correto é fundamental. Independentemente da origem, a presença de resíduos e depósitos pode afetar o funcionamento do sistema e merece atenção”, explica.
Estudos técnicos da indústria automotiva mostram que problemas relacionados ao combustível geralmente não estão associados apenas ao etanol em si, mas também à qualidade do combustível, à presença de água e contaminantes, às condições de uso do veículo e ao estado de conservação dos componentes do sistema de alimentação.
Além da limpeza, a proteção contra a corrosão é outro aspecto importante. Componentes como bombas de combustível, bicos injetores, carburadores, válvulas e demais peças do sistema de alimentação podem sofrer desgaste e processos corrosivos ao longo da vida útil do veículo. Quando isso acontece, podem surgir sintomas como falhas de funcionamento, dificuldades de partida e aumento do consumo. “Manter o sistema limpo e protegido ajuda a preservar o desempenho do veículo e pode contribuir para reduzir intervenções corretivas mais complexas no futuro. É uma medida preventiva que auxilia na conservação dos componentes que trabalham em contato direto com o combustível”, afirma o especialista.
Entre as alternativas disponíveis no mercado está o Bardahl Proal, aditivo desenvolvido especialmente para veículos abastecidos com etanol. Lançado na década de 1970, durante a implantação do Programa Nacional do Álcool (Proálcool), o produto foi formulado para atuar na limpeza do sistema de alimentação (inclusive a borra branca) auxiliar na proteção contra corrosão e contribuir para a lubricidade dos componentes que operam em contato com o combustível. Segundo a fabricantes, o uso regular do produto ajuda a manter limpos componentes como bicos injetores, carburadores e demais partes do sistema de alimentação, além de contribuir para a proteção dos componentes metálicos contra processos corrosivos associados ao uso, ao envelhecimento do combustível e para uma melhor queima do combustível.
A combinação desses cuidados faz parte de uma estratégia de manutenção preventiva, que pode contribuir para preservar o funcionamento do sistema de alimentação e evitar que pequenos sinais evoluam para problemas mais complexos. “A maioria dos motoristas só procura ajuda quando o veículo já apresenta falhas perceptíveis. No entanto, pequenos sintomas, como partidas mais demoradas, oscilações de funcionamento ou aumento do consumo, podem indicar a necessidade de manutenção preventiva. Por isso, manter esses componentes limpos e protegidos é uma forma de contribuir para o bom funcionamento do veículo e evitar gastos desnecessários com manutenção”, finaliza o especialista.
Para quem utiliza aditivos específicos para etanol, a recomendação de uso do Bardahl Proal é de 200 ml para até 60 litros de etanol, em todo abastecimento. O produto está disponível em embalagens de 200 ml, 20 litros e 200 litros.

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